3 de fev. de 2011
CONSUMIDORES CONSCIENTES GANHAM DESCONTO NA CONTA DE ÁGUA
Práticas ambientalmente sustentáveis, como economia de água, geram lucro para a população do DF. Atendendo a Lei Distrital nº 4.341, de 22 de junho de 2009, do deputado Reguffe e a Resolução nº 06, de 5 de julho de 2010, da Adasa, a Caesb passará a bonificar, a partir de março, os usuários dos serviços de água que reduzirem seu consumo.
O bônus-desconto de 20% sobre a economia realizada será concedido àqueles que reduzirem o consumo em comparação ao mesmo período do ano anterior. Todos os clientes da Caesb vão receber na fatura deste mês informações referentes à concessão do bônus-desconto de incentivo à redução do consumo de água.
O primeiro período de apuração do bônus-desconto iniciou no mês de julho de 2009 e encerrou em 31 de dezembro de 2010. Os períodos de apuração seguintes ocorrerão entre janeiro e dezembro de cada ano. Os usuários vão receber a bonificação em no máximo 12 parcelas mensais.
Desde setembro de 2009, a Caesb encaminhou no verso da fatura, informações sobre a legislação, que dispõe sobre o incentivo à redução do consumo de água no DF. A Caesb irá devolver um montante de R$ 8,3 milhões aos clientes no ano de 2011.
Cálculo
Neste mês, a Caesb vai encaminhar ao titular da conta, que reduziu seu consumo, um demonstrativo contendo:
• volume economizado em metros cúbicos no período de apuração;
• volume básico de cálculo do bônus-desconto em metros cúbicos;
• tarifa inicial da categoria, em reais por metro cúbico vigente na data;
• valor do bônus-desconto em reais e a forma de concessão do bônus.
O valor será calculado multiplicando a tarifa inicial da categoria em que o usuário está enquadrado, por 20% do somatório dos volumes mensais economizados no período de 12 meses de apuração.
Como calcular
O cliente B, de tarifa residencial normal, consumiu em dezembro de 2009 81m³. Em dezembro de 2010, o consumo foi de 52m³. No caso, a economia realizada foi de 29m³. O bônus-desconto prevê 20% desta economia realizada, sendo portanto, 5,8m³. Para obter o valor em reais do bônus, deve-se multiplicar o 5,8m³ pelo valor da tarifa, que é de R$1,59. O bônus a ser concedido será de R$9,22.
CLIENTE A TARIFA RESIDENCIAL POPULAR
CONSUMO(m3) ECONOMIA
(m3) 20% TARIFA(R$) BÔNUS (R$)
12/10 12/09
16 49 33 6,6 1,19 7,85
CLIENTE B TARIFA RESIDENCIAL NORMAL
CONSUMO(m3) ECONOMIA
(m3) 20% TARIFA(R$) BÔNUS (R$)
12/10 12/09
52 81 29 5,8 1,59 9,22
CLIENTE C TARIFA COMERCIAL
CONSUMO(m3) ECONOMIA
(m3) 20% TARIFA(R$) BÔNUS (R$)
11/10 11/09
8702 11174 2472 494 4,02 1.987,49
O bônus-desconto de 20% sobre a economia realizada será concedido àqueles que reduzirem o consumo em comparação ao mesmo período do ano anterior. Todos os clientes da Caesb vão receber na fatura deste mês informações referentes à concessão do bônus-desconto de incentivo à redução do consumo de água.
O primeiro período de apuração do bônus-desconto iniciou no mês de julho de 2009 e encerrou em 31 de dezembro de 2010. Os períodos de apuração seguintes ocorrerão entre janeiro e dezembro de cada ano. Os usuários vão receber a bonificação em no máximo 12 parcelas mensais.
Desde setembro de 2009, a Caesb encaminhou no verso da fatura, informações sobre a legislação, que dispõe sobre o incentivo à redução do consumo de água no DF. A Caesb irá devolver um montante de R$ 8,3 milhões aos clientes no ano de 2011.
Cálculo
Neste mês, a Caesb vai encaminhar ao titular da conta, que reduziu seu consumo, um demonstrativo contendo:
• volume economizado em metros cúbicos no período de apuração;
• volume básico de cálculo do bônus-desconto em metros cúbicos;
• tarifa inicial da categoria, em reais por metro cúbico vigente na data;
• valor do bônus-desconto em reais e a forma de concessão do bônus.
O valor será calculado multiplicando a tarifa inicial da categoria em que o usuário está enquadrado, por 20% do somatório dos volumes mensais economizados no período de 12 meses de apuração.
Como calcular
O cliente B, de tarifa residencial normal, consumiu em dezembro de 2009 81m³. Em dezembro de 2010, o consumo foi de 52m³. No caso, a economia realizada foi de 29m³. O bônus-desconto prevê 20% desta economia realizada, sendo portanto, 5,8m³. Para obter o valor em reais do bônus, deve-se multiplicar o 5,8m³ pelo valor da tarifa, que é de R$1,59. O bônus a ser concedido será de R$9,22.
CLIENTE A TARIFA RESIDENCIAL POPULAR
CONSUMO(m3) ECONOMIA
(m3) 20% TARIFA(R$) BÔNUS (R$)
12/10 12/09
16 49 33 6,6 1,19 7,85
CLIENTE B TARIFA RESIDENCIAL NORMAL
CONSUMO(m3) ECONOMIA
(m3) 20% TARIFA(R$) BÔNUS (R$)
12/10 12/09
52 81 29 5,8 1,59 9,22
CLIENTE C TARIFA COMERCIAL
CONSUMO(m3) ECONOMIA
(m3) 20% TARIFA(R$) BÔNUS (R$)
11/10 11/09
8702 11174 2472 494 4,02 1.987,49
8 de jan. de 2011
Lira concede entrevista à Folha de São Sebastião
FOLHA – 7.204 votos... Muitos davam como certo que, com este cacife eleitoral, seu nome já estava definido como administrador de São Sebastião. O que na realidade não aconteceu. Ou melhor, em sua opinião, o que aconteceu?
LIRA – Eu fui a pessoa que no passado lutou pela criação da Administração Regional de São Sebastião – RA/XIV e, administrar a cidade, sempre foi o meu sonho. Sonho esse que nunca pude realizar pelo simples fato de não existir no Distrito Federal eleição direta para administradores regionais. Como as nomeações desses administradores ficam por conta do governador, dificilmente um líder comunitário como eu é empossado no cargo sem o apoio de um deputado. No que diz respeito à composição do novo governo as negociações aconteceram entre o governador Agnelo Queiroz e a presidência dos partidos políticos. O PHS, por exemplo, sustentou até o último minuto o meu nome para a Administração de São Sebastião, mas acabou perdendo força para os partidos com representação na Câmara Legislativa. Como o governo precisava do voto do deputado Agaciel Maia (PTC) para o deputado Cabo Patrício se eleger presidente da Câmara Legislativa, não foi difícil para ele colocar na mesa de negociação a Administração de São Sebastião, já que as lideranças políticas da cidade estavam em pé de guerra. Da parte do PT tinha o Albertino que não abria mão para o Chicão que por sua vez também não abria para o Albertino. O PSB defendeu o nome do Waldir Cordeiro e o Fórum das Entidades o nome da Socorro e do Gilberto. E todos eles não abriram mão de seus nomes para que eu pudesse ser o Administrador, mesmo sabendo que fui o mais bem votado da cidade para deputado distrital. Acredito que esse foi um dos principais motivos que levou o governador a optar por um nome de fora.
FOLHA-- Então, seu futuro político, como se define neste momento?
LIRA – Ainda estamos em negociação, a nível partidário, como todos os partidos estão negociando. É certo que terei o meu espaço, assim como a minha equipe que trabalhou – e muito – para dar a vitória ao governador Agnelo nestas eleições de 2010. Mas independentemente do resultado vou continuar lutando pelo desenvolvimento de São Sebastião.
FOLHA – Como você viu e encarou as manifestações surgidas contra a indicação da nova administradora Janine Barbosa?
LIRA – Vivemos em um estado democrático e, dentro dos limites, todos têm direito de externar suas opiniões – favoráveis ou não – com relação aos atos dos nossos governantes. Pessoalmente, não me envolvi pelo simples motivo de não querer passar a idéia de que estava revoltado por não ter sido contemplado com o cargo. Porque uma coisa é você defender os interesses da cidade e outra coisa é você defender os seus próprios interesses. Com relação à manifestação em si, o que pude perceber foi pessoas brigando em causa própria, e esse tipo de coisa eu não faço! Por quê os líderes dessa manifestação não se uniram em defesa de São Sebastião antes? Com exceção do Waldir e da Tiana, todos eles apoiaram, nas últimas eleições, candidatos de fora. Se não fosse isso São Sebastião teria elegido o seu deputado distrital.
FOLHA – E com relação à nova administração, qual a sua posição?
LIRA – Como frisei, gostaria de administrar São Sebastião, até porque fui um dos que lutou para que chegássemos ao patamar que estamos hoje, com a criação da RA-XIV e tudo o mais. Tenho certeza que também outros nomes poderiam ter sido escolhidos... Mas, em nome da governabilidade, me sinto no dever cívico de ajudá-la no que for possível. Pois desejo a ela, Janine, tudo de bom e que realize um ótimo trabalho à frente da Administração da nossa cidade. Penso primeiro no bem-estar dos moradores de São Sebastião e deixo para segundo plano as minhas posições e pretensões político-pessoais de modo que a população não venha ser prejudicada.
Folha - Você acredita que entre os manifestantes existiam aqueles que não foram sinceros?
Exatamente!. Eu acredito que entre os manifestantes existiam pessoas com boas intenções e que, de fato, estavam pensando na cidade. Mas era uma minoria que só participaram da manifestação por desconhecimento da verdade. Elas foram usadas por aqueles que tinham interesse pessoal de assumir o cargo de administrador no lugar da Janine e de se projetar politicamente. Acreditem ou não mais já tinha pessoas dizendo que seria candidato em 2014 só porque tiveram os seus 15 segundos de fama na televisão. Se a manifestação em si fosse de cunho social e comunitário em prol de São Sebastião, como deram a entender, eu teria sido o primeiro a defende-la.. Acredito que depois de 25 anos nesta cidade eu tenha aprendido alguma coisa para saber diferenciar o certo do errado e não agir somente pela emoção. Quanto as pessoas que fazem parte da chamada “Frente Política de Defesa de São Sebastião” deveriam ter visto isso antes, e se elas realmente se importam com a cidade, como afirmam, não deveriam ter apoiado candidatos de fora para deputado distrital. Não fosse isso São Sebastião teria, hoje, o seu representante na Câmara Legislativa. Errar é humano, mas permanecer no erro, é burrice! Eu nunca disse que sou a favor da indicação de Agaciel Maia. Muito pelo o contrário. O fato de eu não ter sido indicado administrador não significa que eu tenha que sair por aí protestando e dando porrada em mundo como um revoltado. Política não é isso!
Folha - E com relação ao café da manhã promovido pela Janine na Administração?
24 de dez. de 2010
Mensagem natalina do Chefe da Casa Imperial Brasileira
Se o Brasil deve a D. João VI as sábias decisões que tornaram possível nossa soberania, e a D. Pedro I sua resoluta concretização, a D. Pedro II deve sobretudo a fixação dos padrões da monarquia brasileira, que nortearam o Segundo Reinado e permaneceram vivos na memória nacional.
Padrões – hauridos da tradição cristã do Ocidente – todos feito de honra, de respeitabilidade, de venerabilidade, que dimanavam do Imperador pairante sobre as contingências da esfera política e marcavam profundamente a vida da Nação.
Nessa obra foi fundamental a parte da minha trisavó, a Imperatriz D. Teresa Cristina. A essa Princesa da Casa de Bourbon-Duas Sicílias nascida em Nápoles a 14 de marco de 1822, filha do Rei Francisco I e da Rainha D. Maria Isabel, tocou a sorte que pelo casamento tão freqüentemente cabe a Princesas: ir para terras distantes, para um país desconhecido que deve adotar como próprio e com o qual se identificará.
Seu matrimônio não obedeceu os ditames românticos tão ao gosto do século XIX. Mas os fatos mostram que aquela foi uma aliança acertada para o Brasil. Por suas qualidades de alma e temperamento D. Teresa Cristina conquistou o Imperador e os brasileiros: inteligente, sensível, com primorosa formação clássica e artística, era consorte bem à altura do erudito esposo; afável, benevolente, religiosa, com discreta nota de dama sofredora, compunha com D. Pedro II o par régio que verdadeiramente inspirava a vida nacional, tanto publica quando familiar.
Acompanhou sempre o Imperador em suas muitas viagens e tornou-se em extremo querida pela população, ficando conhecida como "a Mães dos brasileiros".
Toda mãe sofre ao ser apartada dos filhos e da casa. Assim notadamente com D. Teresa Cristina após 46 anos de doação à terra que adotara. Abalada a fundo com a derrubada do Trono e a inclemência do desterro, sua saúde declinou rapidamente durante a viagem para o exílio, vindo a falecera 28 de dezembro de 1889 em modesto hotel na cidade do Porto. À Baronesa de Japurá confiou suas últimas palavras: "Não morro de moléstia, morro de dor e de desgosto... Brasil, terra abençoada que nunca mais verei..."
* * *
A todos os brasileiros, e em particular aos amigos da Família Imperial, desejo largamente, pela mediação da Virgem Santíssima e de São José, a renovação das certezas e das esperanças que brotam dessa fonte sagrada e sempre fresca que é o Santo Natal de Nosso Senhor Jesus Cristo, a verdadeira felicidade no Ano Novo.
Padrões – hauridos da tradição cristã do Ocidente – todos feito de honra, de respeitabilidade, de venerabilidade, que dimanavam do Imperador pairante sobre as contingências da esfera política e marcavam profundamente a vida da Nação.
Nessa obra foi fundamental a parte da minha trisavó, a Imperatriz D. Teresa Cristina. A essa Princesa da Casa de Bourbon-Duas Sicílias nascida em Nápoles a 14 de marco de 1822, filha do Rei Francisco I e da Rainha D. Maria Isabel, tocou a sorte que pelo casamento tão freqüentemente cabe a Princesas: ir para terras distantes, para um país desconhecido que deve adotar como próprio e com o qual se identificará.
Seu matrimônio não obedeceu os ditames românticos tão ao gosto do século XIX. Mas os fatos mostram que aquela foi uma aliança acertada para o Brasil. Por suas qualidades de alma e temperamento D. Teresa Cristina conquistou o Imperador e os brasileiros: inteligente, sensível, com primorosa formação clássica e artística, era consorte bem à altura do erudito esposo; afável, benevolente, religiosa, com discreta nota de dama sofredora, compunha com D. Pedro II o par régio que verdadeiramente inspirava a vida nacional, tanto publica quando familiar.
Acompanhou sempre o Imperador em suas muitas viagens e tornou-se em extremo querida pela população, ficando conhecida como "a Mães dos brasileiros".
Toda mãe sofre ao ser apartada dos filhos e da casa. Assim notadamente com D. Teresa Cristina após 46 anos de doação à terra que adotara. Abalada a fundo com a derrubada do Trono e a inclemência do desterro, sua saúde declinou rapidamente durante a viagem para o exílio, vindo a falecera 28 de dezembro de 1889 em modesto hotel na cidade do Porto. À Baronesa de Japurá confiou suas últimas palavras: "Não morro de moléstia, morro de dor e de desgosto... Brasil, terra abençoada que nunca mais verei..."
* * *
A todos os brasileiros, e em particular aos amigos da Família Imperial, desejo largamente, pela mediação da Virgem Santíssima e de São José, a renovação das certezas e das esperanças que brotam dessa fonte sagrada e sempre fresca que é o Santo Natal de Nosso Senhor Jesus Cristo, a verdadeira felicidade no Ano Novo.
5 de dez. de 2010
Planejamento diário das suas atividades do escritório ou de casa em quatro etapas
Fonte: www.organizesuavida.com.br
Muitas vezes me perguntam se o processo de administração de tempo (ou vida), não deixa a vida muito monótona e chata, com a necessidade constante de planejar, organizar e priorizar. Aonde fica a espontaneidade do ser humano nesse processo?
A resposta para essa pergunta é: você já faz isso desde que nasceu! Você vem equipado de fábrica com o melhor e mais rápido computador que a humanidade já viu: seu cérebro. E ele é responsável por planejar as coisas pra você. Por exemplo, quando você vai sair à noite, você pensa na roupa que vai usar, no lugar que vai ir, nas pessoas que vai levar, no horário que pretende chegar. Isso é um planejamento natural e quantos outros exemplos acontecem e você nem percebe que está planejando, priorizando e organizando as coisas de uma forma natural.
Se isso é natural para algumas coisas por que não transformar o seu planejamento diário em algo natural para você também?
O segredo está em tornar o planejamento diário em um hábito agradável e automático e o primeiro passo para isso é acreditar que é possível e excluir da sua mente qualquer tipo de crença negativa a esse conceito.
Depois que você passar dessa fase de aceitação tem que seguir para a ação. Estudos na área de neurociência afirmam que se você executa uma atividade de forma consecutiva e nos mesmos padrões pelo período de 21 dias, essa atividade se transforma em um hábito. Sugiro que você se discipline para executar seu planejamento diário por 21 dias, sem furos, no mesmos padrões e horários.
O planejamento diário é o processo de alinhamento das tarefas importantes criadas durante o planejamento semanal com as atividades que aparecem no dia a dia. Caso você seja e trabalhe em uma empresa Zen Budista de origem tibetana dificilmente você se preocupará em tarefas que aparecem do “além por alguém pra ontem”, mas se você for como a maioria dos Brasileiros, deve ter muitas tarefas que aparecem no dia a dia e precisam ser priorizadas.
Sugiro que você faça seu planejamento diário logo que chegar no escritório, antes de abrir seus emails ou fazer qualquer outra coisa. São necessários apenas 5 minutos para isso, se preciso chegue mais cedo na empresa para fazer isso.
O processo de planejamento diário deve seguir alguns passos:
1. Abra um sorriso. Relaxe!!! O dia só está começando!
2. Revisar o dia anterior na agenda e verificar o que ficou pendente para ser priorizado hoje, delegado ou agendado para outra data.
3. Revise seus lembretes, anotações ou qualquer coisa que você fez para lembrar de algo para ser feito hoje.
4. Calcule o tempo de cada tarefa, isso evita que você trabalhe mais que o previsto. Seja realista com cada tarefa e reserva um tempo para o seu amigo e conhecido Lira.
5. Priorize as tarefas. Sugiro que você liste as tarefas por ordem que devem ser feitas e siga essa ordem.
Cuidado com excessos: Não adianta programar mil tarefas e conseguir executar apenas metade, você irá se sentir frustrado com isso. Lembre-se: Seu tempo é sua vida, procure usá-lo de forma inteligente e a seu favor!
Christian Barbosa - Empresário, escritor e palestrante especializado em produtividade pessoal. Autor do livro A Tríade do Tempo, a Evolução da Produtividade pessoal - Editora Campus.
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Muitas vezes me perguntam se o processo de administração de tempo (ou vida), não deixa a vida muito monótona e chata, com a necessidade constante de planejar, organizar e priorizar. Aonde fica a espontaneidade do ser humano nesse processo?
A resposta para essa pergunta é: você já faz isso desde que nasceu! Você vem equipado de fábrica com o melhor e mais rápido computador que a humanidade já viu: seu cérebro. E ele é responsável por planejar as coisas pra você. Por exemplo, quando você vai sair à noite, você pensa na roupa que vai usar, no lugar que vai ir, nas pessoas que vai levar, no horário que pretende chegar. Isso é um planejamento natural e quantos outros exemplos acontecem e você nem percebe que está planejando, priorizando e organizando as coisas de uma forma natural.
Se isso é natural para algumas coisas por que não transformar o seu planejamento diário em algo natural para você também?
O segredo está em tornar o planejamento diário em um hábito agradável e automático e o primeiro passo para isso é acreditar que é possível e excluir da sua mente qualquer tipo de crença negativa a esse conceito.
Depois que você passar dessa fase de aceitação tem que seguir para a ação. Estudos na área de neurociência afirmam que se você executa uma atividade de forma consecutiva e nos mesmos padrões pelo período de 21 dias, essa atividade se transforma em um hábito. Sugiro que você se discipline para executar seu planejamento diário por 21 dias, sem furos, no mesmos padrões e horários.
O planejamento diário é o processo de alinhamento das tarefas importantes criadas durante o planejamento semanal com as atividades que aparecem no dia a dia. Caso você seja e trabalhe em uma empresa Zen Budista de origem tibetana dificilmente você se preocupará em tarefas que aparecem do “além por alguém pra ontem”, mas se você for como a maioria dos Brasileiros, deve ter muitas tarefas que aparecem no dia a dia e precisam ser priorizadas.
Sugiro que você faça seu planejamento diário logo que chegar no escritório, antes de abrir seus emails ou fazer qualquer outra coisa. São necessários apenas 5 minutos para isso, se preciso chegue mais cedo na empresa para fazer isso.
O processo de planejamento diário deve seguir alguns passos:
1. Abra um sorriso. Relaxe!!! O dia só está começando!
2. Revisar o dia anterior na agenda e verificar o que ficou pendente para ser priorizado hoje, delegado ou agendado para outra data.
3. Revise seus lembretes, anotações ou qualquer coisa que você fez para lembrar de algo para ser feito hoje.
4. Calcule o tempo de cada tarefa, isso evita que você trabalhe mais que o previsto. Seja realista com cada tarefa e reserva um tempo para o seu amigo e conhecido Lira.
5. Priorize as tarefas. Sugiro que você liste as tarefas por ordem que devem ser feitas e siga essa ordem.
Cuidado com excessos: Não adianta programar mil tarefas e conseguir executar apenas metade, você irá se sentir frustrado com isso. Lembre-se: Seu tempo é sua vida, procure usá-lo de forma inteligente e a seu favor!
Christian Barbosa - Empresário, escritor e palestrante especializado em produtividade pessoal. Autor do livro A Tríade do Tempo, a Evolução da Produtividade pessoal - Editora Campus.
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13 de nov. de 2010
Não se pode generalizar na política
Estamos no século XXI e, pelo visto, muitas pessoas ainda não evoluiram o suficiente para saber que a realidade atual é bem diferente de antigamente, de quando os políticos só enxervagam o próprio humbio. Eu estou tentando fazer a minha parte, como pessoa que está interessada em defender o bem público, que é de todos nós! Aconselho a essas pessoas para também somar comigo na defeza de um novo modo de fazer política, a partir dos princípios éticos e morais. Generezar a política, como se todos fossem ladrões e corruptos não é legal, porque esse tipo de pensamento faz com a pessoa perca a esperança de dias melhores. Neste mundo cruel temos que acreditar em alguém que esteja disposto a trilhar o caminho da verdade e, embora seja difícil, é possivel.
1 de nov. de 2010
Enfim uma mulher pode voltar a governar o Brasil *
Bruno de Cerqueira **
Está feito. A maioria do eleitorado votante do Brasil elegeu Dilma Rousseff
como Chefe de Estado e Chefe de Governo a ser empossada em 1º de janeiro de
2011, em Brasília.
Sua Excelência a Senhora Dilma Vana da Silva Rousseff, antiga Ministra de
Estado Chefe da Casa Civil e das Minas e Energia, nascida em Belo Horizonte
aos 14 de dezembro de 1947, é filha do imigrante búlgaro Petar Rusev,
advogado e poeta, e da Senhora (nascida Dilma Jane da Silva).
A Professora Dilma Jane Silva Rousseff, mãe da Presidente eleita, nasceu em
Nova Friburgo (RJ) e parece ter alguma ascendência mineira. Infelizmente
ainda não possuo nenhuma informação pormenorizada sobre as ascendências
búlgara e brasileira de Dilma Rousseff, mas certamente meus amigos do
Colégio Brasileiro de Genealogia (CBG) logo providenciarão...
Neste segundo turno do pleito presidencial brasileiro recebi um sem-número
de mensagens eletrônicas de familiares, parentes, amigos, conhecidos e
desconhecidos. Tinham por objetivo demonizar Dilma Rousseff ou demonizar
José Serra. Entendendo que isso configura um pecado grave, deletava todos.
Sou membro do Partido Verde (PV) e fiz campanha para Marina Silva no
primeiro turno. Agradeci a Deus Todo-Poderoso porque minha candidata, aquela
por quem nutro viva simpatia e reverência desde pequenino, e meu partido,
abraçaram a neutralidade programática no segundo turno.
Apesar de ponderar mil motivos para votar em José Serra e mil motivos para
votar em Dilma Rousseff e, também, mil motivos para não votar em nenhum dos
dois, recuso-me completamente a ver meu amado País cindido em dois, rasgado
pelos ódios, preconceitos, rixas, vilezas em geral. Tal como faz a
hierarquia católica e enquanto seguidor dessa religião, sempre admoesto meus
amigos, sejam partidários do PT, do PSDB, do PV ou de qualquer agremiação
político-partidária, a se lembrarem que o BRASIL é maior do que todos e deve
estar acima de tudo, como defendiam D. Pedro II e D. Isabel I.
Agora me dirijo a todos os estimados compatriotas para exaltar o simbolismo
da eleição de Dilma Rousseff. Após 122 anos do último governo feminino de
nossa História — a terceira e última regência da Redentora (1887-1888) —,
seremos novamente governados por uma mulher.
Foi uma mulher que nos governou em agosto-setembro de 1822, presidindo o
Conselho de Estado do Reino do Brasil que enviou as missivas ao
Príncipe-Regente D. Pedro de Alcantara fazendo-o ver que a Independência era
o clamor dos que aqui viviam. Com efeito, D. Maria Leopoldina (1798-1826) é
a primeira governante do Brasil: uma princesa austríaca, membro da mais
importante e gloriosa dinastia católica do mundo — a Casa de Habsburgo. Em
1º de dezembro de 1822 ela foi coroada e sagrada imperatriz-consorte do
Brasil com seu marido, na antiga Sé-Catedral Imperial do Rio de Janeiro,
recentemente restaurada em sua magnificência, graças à visão superior do
antigo Prefeito Cesar Maia.
A rigor, até mesmo a Rainha Senhora D. Maria I (1734-1816), conhecida
historiograficamente como “a Louca”, mas que antes desse cognome era
conhecida popularmente por “a Piedosa”, pode ser considerada primeira
mandatária do Brasil, visto que a Regência de seu filho D. João reinava em
seu nome. Contudo, a partir de 1799, ela era oficialmente incapaz por doença
mental, o que a fazia apenas rainha nominal. O Príncipe Regente D. João só
foi aclamado D. João VI quando a idosa e enferma rainha morreu, em plagas
cariocas, a 20 de março de 1816.
Portanto, a Imperatriz Senhora D. Maria Leopoldina e sua neta D. Isabel
Christina Leopoldina Augusta, são as duas grandes governantes de nossa
História. Que suas biografias sejam conhecidas e ilustradas e que sua
exemplaridade sirva à recém-eleita Presidente (ou Presidenta) do Brasil.
Certa vez, fiquei impressionadíssimo com o fato de estar escrevendo a parte
final do livro de nosso Instituto (D. Isabel I a Redentora: textos e
documentos sobre a Imperatriz exilada do Brasil em seus 160 anos de
nascimento. Rio de Janeiro: IDII, 2006) e entrar em uma livraria-sebo do
Centro do Rio Antigo e me deparar com um livro do grande pensador mineiro
Prof. João Camillo de Oliveira Torres. Trata-se da obra Interpretação da
Realidade Brasileira: introdução à história das ideias políticas no Brasil.
À página 308, ele diz:
O Brasil é algo que se prolonga, com Casa-Grande e Senzala, Sobrados e
Mocambos, Apartamentos e Favelas. Talvez, um dia, uma D. Isabel rediviva
saiba conseguir um Brasil em que o Poder Moderador (cuja importância soube
tão bem compreender), e que é a hipóstese do Estado, como o brasileiro o
sente, paternal e benevolente, dê casas parecidas a todos... Brancos e
pretos. E termine a contradição.
Estou plenamente ciente de que a presidência do sociólogo Fernando Henrique
Cardoso e a presidência do operário Luiz Ignácio Lula da Silva iniciaram
este processo. Trabalhei para que a historiadora Marina Silva representasse
essa “D. Isabel rediviva”. Contudo, interpreto os resultados das urnas como
parte do grandioso processo de evolução sócio-histórica de meu País e quero
formular, desejar e rezar para que a economista Dilma Rousseff possa
adiantar muito do que se tem de fazer, mormente promovendo aquilo que o
Senador Christovam Buarque chama de “revolução pela educação” e que nosso
instituto denomina “neoabolicionismo”.
Agora, como cidadão que me considero “do Bem”, coloco minhas preces e meu
labor — ORA ET LABORA não é o lema de perfectibilidade dos beneditinos (?) —
a favor do País e estimo que nossa Presidenta eleita possa administrar com
tenacidade e destreza esse imenso e portentoso Brasil. Que suas qualidades
pessoais e o Cristianismo que professa sejam verdadeiramente o fio condutor
da gradual extinção dos escândalos de corrupção governamental que clamam aos
Céus por justiça e que sua condição feminina seja luz para os desamparados
filhos da Virgem da Conceição Aparecida.
Viva o Brasil.
Bruno de Cerqueira **
Está feito. A maioria do eleitorado votante do Brasil elegeu Dilma Rousseff
como Chefe de Estado e Chefe de Governo a ser empossada em 1º de janeiro de
2011, em Brasília.
Sua Excelência a Senhora Dilma Vana da Silva Rousseff, antiga Ministra de
Estado Chefe da Casa Civil e das Minas e Energia, nascida em Belo Horizonte
aos 14 de dezembro de 1947, é filha do imigrante búlgaro Petar Rusev,
advogado e poeta, e da Senhora (nascida Dilma Jane da Silva).
A Professora Dilma Jane Silva Rousseff, mãe da Presidente eleita, nasceu em
Nova Friburgo (RJ) e parece ter alguma ascendência mineira. Infelizmente
ainda não possuo nenhuma informação pormenorizada sobre as ascendências
búlgara e brasileira de Dilma Rousseff, mas certamente meus amigos do
Colégio Brasileiro de Genealogia (CBG) logo providenciarão...
Neste segundo turno do pleito presidencial brasileiro recebi um sem-número
de mensagens eletrônicas de familiares, parentes, amigos, conhecidos e
desconhecidos. Tinham por objetivo demonizar Dilma Rousseff ou demonizar
José Serra. Entendendo que isso configura um pecado grave, deletava todos.
Sou membro do Partido Verde (PV) e fiz campanha para Marina Silva no
primeiro turno. Agradeci a Deus Todo-Poderoso porque minha candidata, aquela
por quem nutro viva simpatia e reverência desde pequenino, e meu partido,
abraçaram a neutralidade programática no segundo turno.
Apesar de ponderar mil motivos para votar em José Serra e mil motivos para
votar em Dilma Rousseff e, também, mil motivos para não votar em nenhum dos
dois, recuso-me completamente a ver meu amado País cindido em dois, rasgado
pelos ódios, preconceitos, rixas, vilezas em geral. Tal como faz a
hierarquia católica e enquanto seguidor dessa religião, sempre admoesto meus
amigos, sejam partidários do PT, do PSDB, do PV ou de qualquer agremiação
político-partidária, a se lembrarem que o BRASIL é maior do que todos e deve
estar acima de tudo, como defendiam D. Pedro II e D. Isabel I.
Agora me dirijo a todos os estimados compatriotas para exaltar o simbolismo
da eleição de Dilma Rousseff. Após 122 anos do último governo feminino de
nossa História — a terceira e última regência da Redentora (1887-1888) —,
seremos novamente governados por uma mulher.
Foi uma mulher que nos governou em agosto-setembro de 1822, presidindo o
Conselho de Estado do Reino do Brasil que enviou as missivas ao
Príncipe-Regente D. Pedro de Alcantara fazendo-o ver que a Independência era
o clamor dos que aqui viviam. Com efeito, D. Maria Leopoldina (1798-1826) é
a primeira governante do Brasil: uma princesa austríaca, membro da mais
importante e gloriosa dinastia católica do mundo — a Casa de Habsburgo. Em
1º de dezembro de 1822 ela foi coroada e sagrada imperatriz-consorte do
Brasil com seu marido, na antiga Sé-Catedral Imperial do Rio de Janeiro,
recentemente restaurada em sua magnificência, graças à visão superior do
antigo Prefeito Cesar Maia.
A rigor, até mesmo a Rainha Senhora D. Maria I (1734-1816), conhecida
historiograficamente como “a Louca”, mas que antes desse cognome era
conhecida popularmente por “a Piedosa”, pode ser considerada primeira
mandatária do Brasil, visto que a Regência de seu filho D. João reinava em
seu nome. Contudo, a partir de 1799, ela era oficialmente incapaz por doença
mental, o que a fazia apenas rainha nominal. O Príncipe Regente D. João só
foi aclamado D. João VI quando a idosa e enferma rainha morreu, em plagas
cariocas, a 20 de março de 1816.
Portanto, a Imperatriz Senhora D. Maria Leopoldina e sua neta D. Isabel
Christina Leopoldina Augusta, são as duas grandes governantes de nossa
História. Que suas biografias sejam conhecidas e ilustradas e que sua
exemplaridade sirva à recém-eleita Presidente (ou Presidenta) do Brasil.
Certa vez, fiquei impressionadíssimo com o fato de estar escrevendo a parte
final do livro de nosso Instituto (D. Isabel I a Redentora: textos e
documentos sobre a Imperatriz exilada do Brasil em seus 160 anos de
nascimento. Rio de Janeiro: IDII, 2006) e entrar em uma livraria-sebo do
Centro do Rio Antigo e me deparar com um livro do grande pensador mineiro
Prof. João Camillo de Oliveira Torres. Trata-se da obra Interpretação da
Realidade Brasileira: introdução à história das ideias políticas no Brasil.
À página 308, ele diz:
O Brasil é algo que se prolonga, com Casa-Grande e Senzala, Sobrados e
Mocambos, Apartamentos e Favelas. Talvez, um dia, uma D. Isabel rediviva
saiba conseguir um Brasil em que o Poder Moderador (cuja importância soube
tão bem compreender), e que é a hipóstese do Estado, como o brasileiro o
sente, paternal e benevolente, dê casas parecidas a todos... Brancos e
pretos. E termine a contradição.
Estou plenamente ciente de que a presidência do sociólogo Fernando Henrique
Cardoso e a presidência do operário Luiz Ignácio Lula da Silva iniciaram
este processo. Trabalhei para que a historiadora Marina Silva representasse
essa “D. Isabel rediviva”. Contudo, interpreto os resultados das urnas como
parte do grandioso processo de evolução sócio-histórica de meu País e quero
formular, desejar e rezar para que a economista Dilma Rousseff possa
adiantar muito do que se tem de fazer, mormente promovendo aquilo que o
Senador Christovam Buarque chama de “revolução pela educação” e que nosso
instituto denomina “neoabolicionismo”.
Agora, como cidadão que me considero “do Bem”, coloco minhas preces e meu
labor — ORA ET LABORA não é o lema de perfectibilidade dos beneditinos (?) —
a favor do País e estimo que nossa Presidenta eleita possa administrar com
tenacidade e destreza esse imenso e portentoso Brasil. Que suas qualidades
pessoais e o Cristianismo que professa sejam verdadeiramente o fio condutor
da gradual extinção dos escândalos de corrupção governamental que clamam aos
Céus por justiça e que sua condição feminina seja luz para os desamparados
filhos da Virgem da Conceição Aparecida.
Viva o Brasil.
12 de jul. de 2010
Quem é Lira?
O jornalista Ivonildo Di Lira ou simplesmente Lira, como é mais conhecido, é de origem humilde, nasceu há 12 de abril de 1962, em São Rafael (RN) e, desde o ano de 1980, mora em Brasília - DF.
Ele nunca deixou de lutar por seus ideais e por um Brasil mais justo e igualitário do ponto de vista econômico, social e político. Em todas as cidades brasileiras por onde morou e passou deixou, como legado, as boas amizades e o respeito pela pessoa humana. Por diversas vezes se sentiu no dever de participar da política, mesmo que indiretamente, para defender os interesses da comunidade.
Apesar de não ser republicano, quando mais jovem foi para as ruas, juntamente com o povo, para derrubar o regime militar e exigir diretas já para presidente da república.
Participou de passeatas na esplanada dos ministérios para exigir punição para os envolvidos nos escândalos de corrupção dos “anões do orçamento e do valerioduto (mensalão)” e, mais recentemente, da campanha pela aprovação do projeto Ficha Limpa no Congresso Nacional.
Na gestão de Fernando Henrique Cardoso foi contra a venda das estatais brasileiras Vale do Rio Doce e Companhia Siderúrgica Nacional – CSN, a preços irrisórios para o capital estrangeiro por entender que o erário público estava sendo lesado.
Em 1987 mudou-se para São Sebastião e, desde então, tem atuado como líder comunitário.
Fundou diversas associações na comunidade, dentre elas, a Comissão Pró-Independência de São Sebastião, Associação Industrial e Empresarial de São Sebastião e o Movimento dos Inquilinos de São Sebastião - MISS.
Lutou para conseguir vários benefícios para a cidade de São Sebastião como a criação da Administração Regional - RA IV; Parque de Exposições Agropecuárias; Área de Desenvolvimento Econômico - ADE/PRÓ-DF; Transferência dos moradores da Área de Risco para o bairro Residencial Oeste; Criação dos bairros Crixá e Nacional; 30ª Delegacia de Polícia; Vila Olímpica; Inclusão dos bairros Bela Vista, Residencial Vitória e São Gabriel no PDOT.
Ele sempre usou os seus conhecimentos a favor da cidade de São Sebastião como forma de garantir o seu desenvolvimento econômico, social e cultural. E se atualmente a cidade alcançou algum progresso, deve, em grande parte, a essa sua luta comunitária ao longo dos anos.
Ele não só idealizou como lutou para aprovar leis e levar vários benefícios para a cidade de São Sebastião.
Saiba mais: www.liranoticias.blogspot.com e www.lira.org.br - Orkut: lira.imperpal@gmail.com
Vamos eleger o Lira deputado distrital!
Mas por quê Lira?
Porque é daqui, é do povo, é gente da gente e tem a ficha limpa! Ele já provou que é capaz de trazer benfeitorias para a cidade sem que, para isso, tenha que se corromper! Além disso, é uma pessoa de visão, idealista, pensador e trabalha pela comunidade há 25 anos! E ao se eleger deputado distrital vai negociar com o governador a liberação dos bairros Crixá e Nacional para os inquilinos e agregados de fundo de quintal.
Ele também vai criar as Regiões Administrativas do Café Sem Troco, Rajadinha, Alexandre Gusmão e Engenho das Lages, e destinar parte da área urbana dessas novas cidades, para a construção de casas populares. Isso não é uma promessa, é um fato! E todos os moradores e inquilinos devem se unir, para ajudá-lo!
De quantos votos ele vai precisar para se eleger deputado distrital pelo PHS?
De 7 a 8 mil votos, graças ao voto de legenda! As chances do Lira ser eleito deputado distrital é bem maior do que as dos outros candidatos que estão concorrendo por partidos grandes como o PMDB, PT, PSC e DEM. Já que ele é o que tem mais condições de chegar lá, então vamos depositar os nossos votos na pessoa dele. Nossa cidade tem condições sim, de elegê-lo.
Quais são as suas principais propostas?
Desenvolver políticas públicas de interesse social que tenha como principal foco a construção de casas populares, hospitais, escolas, creches nas áreas urbanas e rurais, combate à violência, emprego, esporte, lazer e entretenimento para os jovens.
E o que devo fazer para ajudá-lo?
Primeiro, votando nele. Segundo, faça uma lista com os nomes e endereços dos seus parentes e amigos e, em seguida, entre em contato com cada um deles para pedir que votem no Lira. Convença-os, amigavelmente. Eles vão votar nele pelo grau de parentesco ou pela amizade que têm a você!
Você também pode ajudá-lo cedendo o quintal da sua casa para uma reunião, fixando um cartaz, uma faixa ou pintando o seu muro com o nome e número dele.
Uma outra ferramenta muito importante é a internet. Se você já tem e-mail, orkut, facebook, twetter e site, parabéns! Faça dessas ferramentas um verdadeiro comitê virtual! É fácil e barato! Poste nessas redes sociais fotos, comentários e links a favor do Lira. É assim que vamos garantir a nossa representatividade na Câmara Legislativa.
Sim! Nós podemos!
Cadastre-se como voluntário da campanha do Lira aqui
ou, se preferir, procure um dos seus comitês residenciais mais próximo da sua casa.
Associação dos amigos voluntários da campanha do Lira
O nosso exército é você!
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30 de jun. de 2010
Gafe da da Liliane Roriz em Planaltina
Ela nem ganhou as eleições e já se exibe desse jeito, só para mostrar que é a filha do Roriz, imagine só, depois dela ser eleita, como não vai ser, né!
Ainda tem eleitor que se deixa levar por esse tipo de candidato. Acorda povo, acorda!!!! Não venda seu voto e nem vote em cadidato que, depois de elito, vai sumir ou se tornar inacessível!
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