22 de fev. de 2014

Sobre a crise da PMDF

Foto extraida da internet sem valor comercial


Apesar de estar acompanhado a crise da PMDF já algum tempo, só agora resolvi me  manifestar sobre o assunto onde, de certo modo, faço questão de esclarecer o seguinte:

1) A Polícia Militar, o Corpo de Bombeiros e a Polícia Civil do Distrito Federal estão entre as  polícias  mais bem pagas e entre as mais bem aparelhadas do Brasil e, mesmo assim, entram em greve por melhores salários e melhores condições de trabalho;

2) Nada contra a categoria reivindicar aumento de salário e demais benefícios (já que são trabalhadores como todos os outros nesse país) mais, no entanto, não vejo com bons olhos a paralização dos serviços, já que ela tem como missão a preservação da ordem pública e o cumprimento das leis (conforme regimento interno da própria categoria) e que, na altura do campeonato, não pode dar às costas para quem paga o seu salário;

3) A bancada militar da CLDF conta, atualmente, com sete deputados distritais que, por quase quatro anos, não mexeu um dedo para ajudar a categoria e, muito menos, ainda, para ajudar a sociedade no que diz respeito a aprovação de leis que pudesse beneficiar a sociedade como um todo;

4) É muito estranho, há apenas alguns meses das eleições, surgir uma greve de policiais (Operação Tartaruga) promovida por associações e sindicatos ligados direta ou indiretamente à alguns membros dessa bancada da CLDF, que agora aparecem como salvadores da pátria. Sem contar, ainda, com a intromissão do ex deputado João de Deus (atual prefeito de Água Fria - GO) que, mais uma vez, deseja se candidatar a deputado distrital usando como massa de manobra os policiais militares do Distrito Federal;

5) Como disse anteriormente, nada contra o aumento de salário dos policiais, mas contra, sim, a paralização e o uso político por parte do comando de greve porque, como sempre, quem mais perde é a população;

6) Já que nós, brasileiros, pagamos a maior quantidade de impostos do mundo, devemos ter, pelo menos, uma segurança de qualidade, prestada, também, por profissionais de qualidade;

7) Por último, é importante a população ficar em estado de alerta para não se deixar enganar por pessoas que só querem  ver o circo pegar fogo por questões meramente políticas.

Ivonildo Di Lira

16 de fev. de 2014

Seguindo em linha reta!




Não existe mapa, caminhos certos ou errados na jornada da vida. Pessoas entram e saem todo instante em nossa vida, amores vão e vêm, paixões, casos e algo inesperado pode acontecer de uma hora pra outra, aqui ou ali.


Dia após dia passamos por umas espécies de aprovações, seja na hora de compartilhar algo com nossa família,  encarar nosso chefe no trabalho Algumas coisas no meio do caminho podem dar (e darão) errado, nunca essas coisas saem como planejado e quase sempre o inesperado acontece, talvez por isso a magia das coisas e das relações. O ontem já passou, o amanhã é apenas uma ideia.  Já disse o que realmente quis dizer, deu aquele abraço sincero ou realizou um ato de amor? 

Pare de esperar algo em troca, cada um tem seu próprio mundo caótico particular para administrar. Nós somos desajustados, nos decepcionamos e nos tronamos ilógicas. E é nesse ponto que você trai a você mesmo, bebendo de uma fonte e vivendo a vida de outra pessoa.

Amor próprio é um primeiro passo.  Não existe fórmula para ser feliz, sentimentos ruins se farão presentes porque eles têm que cumprir sua função, cabe a você como encarar isso, desbrave, reconheça e seja quem você é, palhaço, sincero, alegre, sério, disperso, perdido, louco. 

Saiba quais são seus defeitos e melhore-os, as qualidades, pondere-as. Brinque, entenda seu papel nesse mundo sensacional, sorria, ame, e erre, mas lembrando das consequências de cada escolha. 

Seja protagonista de sua vida, não vale levar uma vida em que você trai apenas, você mesmo.

11 de fev. de 2014

"Europa quer fim de nove zonas francas no Norte, inclusive Manaus"



Europeia quer o fim dos benefícios que o governo federal concede para zonas industriais especiais criadas no Norte do Brasil e que, segundo Bruxelas, violam as regras internacionais do comércio. 

A ação é também um recado a todos os países emergentes que, sob a justificativa de desenvolver áreas mais pobres, estariam supostamente ignorando as leis comerciais e criando zonas exportadoras que começam a afetar os interesses de grandes multinacionais europeias. 

A partir de quinta-feira, Brasil e Europa iniciam consultas em Genebra, depois que os europeus entraram com uma queixa na Organização Mundial do Comércio (OMC) para julgar a política industrial brasileira. Bruxelas não ataca apenas a redução de IPI para carros ou os benefícios fiscais em Manaus, mas também pede o fim das vantagens oferecidas em pelo menos oito cidades da região Norte.Além de Manaus, as zonas de isenção de tributos questionadas são: Boa Vista e Bonfim (RR), Tabatinga (AM), Guajará-Mirim (RO), Macapá e Santana (AP), além de Brasiléia e Cruzeiro do Sul , no Acre. 

Os documentos oficiais da queixa da UE revelam que o ataque de Bruxelas promete colocar em xeque a política de desenvolvimento industrial para a região Norte do Brasil. Para os europeus, a política industrial brasileira concede "vantagens fiscais discriminatórias" nesses locais.Para diplomatas na UE, o questionamento tem como meta apontar o dedo para o fato de que o Brasil mantém "verdadeiros buracos negros" em seu território que não respeitam as regras da OMC.Em 2012, as empresas do Polo Industrial de Manaus (PIM) fecharam 2012 com um faturamento de R$ 73 bilhões. Mais de 10% vem do setor de informática. 

No caso das demais zonas, os privilégios são nos impostos sobre o comércio, como no caso da Área de Livre Comércio de Macapá e Santana. Todos os benefícios estão garantidos até 2024.Diplomatas europeus revelaram à reportagem que parte do questionamento é justamente criar uma pressão sobre grandes países emergentes que, com a justificativa de desenvolver regiões mais pobres, adotariam medidas para incentivar um processo de industrialização.

Na avaliação dos advogados da UE, essas zonas violam as regras da OMC e estão se espalhando por vários países emergentes, entre eles a China, Índia e Rússia. "Ao justificarem que estão gerando o desenvolvimento local, estão criando condições desiguais de concorrência", explicou um negociador


9 de fev. de 2014

Corrente do Bem!


ACEITA-SE DOAÇÕES DE MATERIAL ESCOLAR PARA CRIANÇAS CARENTES DE SÃO SEBASTIÃO. PODE SER CADERNO, LÁPIS, BORRACHA, TESOURA, APONTADOR, COLA,  ETC... EXISTEM CERCA DE 150 CRIANÇAS COM IDADE ENTRE CINCO E SETE ANOS QUE ESTÃO SEM IR À ESCOLA POR FALTA DESTES MATERIAIS. QUALQUER AJUDA NESSE SENTIDO SERÁ MUITO BEM VINDA!


QUEM ESTIVER EM CONDIÇÕES DE AJUDAR FAVOR ENTRAR EM CONTATO COMIGO POR MEIO DO FACEBOOK (IN BOX) OU ATRAVÉS DOS NÚMEROS: 86353854 (OI)  E 96661621 (VIVO). 

INFORMO, AINDA, QUE NÃO SERÁ ACEITO AJUDA EM DINHEIRO, APENAS EM MATERIAL ESCOLAR CONFORME DESCRIÇÃO ACIMA.

UMA DICA: EXISTEM PROMOÇÕES DE CADERNO DE 10 MATÉRIAS EM ALGUMAS LOJAS DE SÃO SEBASTIÃO E NAS LOJAS AMERICANAS.

DESDE JÁ MUITO OBRIGADO PELA COLABORAÇÃO E QUE O PAI CELESTIAL ABENÇOE A TODOS VOCÊS!

LIRA

7 de fev. de 2014

PROJETO LIRA CULTURAL APOIA ATIVIDADES SOCIAIS DA COMUNIDADE DE SÃO SEBASTIÃO















Tem gente que fica inibido quando, numa festa qualquer, se recusa a dançar com aquela pessoa bacana simplesmente por não saber os passos da dança, principalmente se o som que está rolando for o tal do forró universitário. Mas se depender do professor Val, da ONG Missão Cidadania, ninguém mais vai ficar parado. Ele resolveu dar aulas de dança de salão com o apoio do projeto Lira Cultural, para as pessoas da comunidade, de forma gratuíta. Além dele, tem mais três pessoas maravilhosas que não têm como não ser lembradas que são as monitoras Cris, Helem e Rose.

Os alunos foram chegando aos poucos e, conta, atualmente, com cerca de 180, com previsão de chegar a 200 dentro de alguns dias, entre mulheres, homens e crianças.

A aula desta última quarta-feira (05) teria sido uma aula como todas as outras não fosse a visita inesperada dos professores Tio Chico, Paulo, diretor do Colégio São José, e de Ivonildo Di Lira, do Projeto Lira Cultura que, dentre outras coisas, anunciaram a instalação de um filtro de água no salão onde acontecem as aulas e a colocação de ventiladores como forma de dar mais comodidade aos participantes. 

A ONG Missão Cidadania fica ao lado do Colégio São José e as aulas acontecem na segunda e quarta-feira, das 19h30 às 22h. Muitas pessoas estão aproveitando a oportunidade para aprender a dançar de verdade e, claro, perder peso!

Só mais um lembrete! A monitora Cris vai ficar ausente do Projeto por dois meses, por causa de um curso de aperfeiçoamento que irá fazer nos Estados Unidos mas, segundo ela, em meados de maio estará de volta para dar continuidade ao seu trabalho social ao lado do professor Val e equipe.

LIRA

3 de fev. de 2014

"Monitorar o governo é forma de exercermos o poder"

O diretor do Center for Civic Media, do MIT, fala do Promise Tracker, programa que vai colocar na mão do cidadão ferramenta de avaliação do poder público

MIT Ethan Zuckerman Foto: Jadyr Pavão Júnior
Um time de trinta pessoas vai começar a circular por São Paulo com celulares à mão e uma missão: conferir se o prefeito cumpre o que prometeu em campanha. A inteligência do programa que vai comparar promessas e realidade vem do Massachusetts Institute of Technology (MIT): é criação do professor Ethan Zuckerman, diretor do Center for Civid Media. No futuro, o sistema poderá ser usado por qualquer pessoa, que se tornará fiscal do poder público. A ideia por trás da ferramenta é que, em tempos de divórcio entre cidadãos e políticos, votar não basta. "Monitorar governos é uma forma vital de exercermos o poder", diz Zuckerman, que visitou as capitais paulista e mineira na semana passada para apresentar a ferramenta aos usuários que vão testá-la. Na prática, o Promise Tracker é um programa simples e em desenvolvimento para smartphone. Com o aparelhinho em mãos, os usuários podem visitar as ruas da cidade recolhendo informações geolocalizadas em texto, foto ou vídeo acerca da infraestrutura que encontram no local. Os dados são, então, colocados em um mapa e podem ser cotejados com as promessas de campanha de um governante. Os corredores de ônibus foram construídos? As escolas estão funcionando? E assim por diante. Por trás da ferramenta, está a convicção de Zuckerman de que o papel do cidadão não é apenas reclamar do administrador de plantão, mas também fiscalizar os poderosos, medir sua performance e eventualmente colaborar. "A esperança é que a confiança nos governos seja recuperada e que os governos se tornem mais dignos de confiança", diz. Na entrevista a seguir, ele fala sobre os testes do Promise Tracker e comenta os protestos ocorridos em junho, fruto de uma crise de "desconfiança pública", na visão dele.
Qual é a ideia por trás do Promise Tracker? Um professor da Universidade Columbia chamado Michael Schudson escreveu um livro há 15 anos em que afirmava que a maneira como pensamos a democracia está errada. Achamos que nossa tarefa é ler jornais e assistir a telejornais diariamente para saber o que os governantes estão fazendo e, a cada quatros anos, usar as informações que obtivemos para escolher nossos representantes. Isso estaria errado por duas razões. Primeiro, porque em geral não estamos tão bem informados sobre a vida pública. Em segundo, porque é inconcebível que as eleições sejam a única oportunidade em que damos nossa participação à vida pública. Qual seria o sistema mais participativo? Aquele em que a tarefa mais importante do cidadão é monitorar as tarefas do governo. É um trabalho habitual dos jornalistas, mas que poderia de certa forma ser executada também pelo cidadão. Monitorar governos é uma forma vital de exercermos poder. Os movimentos de transparência pública já trabalham nesse sentido, mas se concentram no acompanhamento das despesas governamentais. É só uma parte do trabalho. Com o Promise Tracker, pretendemos monitorar tudo: um prédio cuja construção foi prometida está de fato sendo erguido? O trabalho está bem feito? Está no lugar certo? E assim por diante.
O que é possível monitorar? A melhor maneira de fazer isso é monitorar a situação da infraestrutura pública. Qual a condição das estradas? Elas estão melhorando com o passar do tempo? Quantas escolas foram construídas? Quantas vagas elas oferecem? Em São Paulo, há um movimento em favor do uso das bicicletas para o deslocamento, embora pedalar seja uma atividade reconhecidamente perigosa na cidade. Seria possível mapear, por exemplo, os locais onde houve mais acidentes ou onde há mais obstáculos aos ciclistas. Essas são coisas concretas e podem ser monitoradas.
Como está sendo feito o teste em São Paulo? Em São Paulo, o prefeito é obrigado a publicar suas promessas. A atual gestão apresentou 123 objetivos de governo. Vamos alimentar o Promise Tracker com essas informações, iniciar o monitoramento e averiguar se as promessas estão sendo cumpridas ou não. Dezenove conselheiros municipais e cerca de dez pessoas da ONG Nossa São Paulo participaram do workshop do Promise Tracker, além de cerca de quarenta pessoas em Belo Horizonte. Seremos então responsáveis por atualizar o programa, localizar os dados recolhidos pelos usuários e colocá-los no mapa. Nosso trabalho é prover a ferramenta. O uso que será dado a ela depende de seus usuários. A Nossa São Paulo, por exemplo, planeja criar um site para que os usuários acrescentem mapas e dados relativos ao monitoramento de um objetivo. São tarefas nas quais os cidadãos podem ajudar o governo. A corrupção muitas vezes não se dá quando o governante coloca dinheiro no bolso, mas quando a administração pública faz o pagamento para que alguém realize um trabalho e a tarefa não é feita.
De que forma esse monitoramento pode pressionar o governo a melhorar sua atuação? Durante nossa passagem por Belo Horizonte, os participantes do workshop foram incentivados a fotografar pontos em que lixo se acumulava na favela Santa Luzia. A partir daí, vemos três formas possíveis de ação. A comunidade pode fazer um mapa mostrando os pontos de acúmulo de lixo, procurar o governo e dizer: "Vejam, mapeamos a situação. Agora, vocês precisam nos apresentar um calendário de coleta." No segundo cenário, os moradores procuram a imprensa, que pode amplificar a queixa. Finalmente, com os dados em mãos, a própria comunidade pode tentar resolver o problema. São três caminhos válidos. Eu espero que o primeiro seja bem-sucedido, pois acredito que os governos são de fato importantes. A falta de confiança nos governos que testemunhamos é consequência do fato de que o governo não percebe que é responsável pelas pessoas e essas pessoas, por sua vez, não sabem como influenciar seus governos.
O senhor acompanhou os protestos ocorridos no Brasil em junho do ano passado? Qual é sua impressão? Eu almocei com o prefeito Fernando Haddad durante minha visita a São Paulo. Ele leva a sério a ideia de transparência. E está muito frustrado porque queria mais dinheiro proveniente de impostos sobre a propriedade (IPTU) e das tarifas de ônibus para realizar projetos para a cidade. Porém, toda vez que ele tenta fazer isso as pessoas dizem: "Não acreditamos que o governo nos dará alguma coisa em troca." Ele sabe, portanto, que é uma questão de confiança. Deixe-me construir um paralelo com o que aconteceu na Nigéria. O movimento Ocupe Nigéria, que tomou as ruas do país africano, começou por causa de uma mudança na taxação da gasolina. O país mantinha um subsídio ao combustível, o que favorecia as classes mais abastadas, porque lá os veículos ainda são privilégio dos ricos. Quando o governo cortou o subsídio, e os preços do combustível subiram, as pessoas foram às ruas queimar pneus, inclusive as pobres. Por quê? Quando os subsídios foram cortados, os preços da água, do transporte, entre outros itens, também subiram. Tentando contornar a crise, o governo disse que usaria o dinheiro economizado com o corte de subsídios para construir escolas e hospitais, mas o povo respondeu: "Não acreditamos em você. Não acreditamos que o governo possa resolver nossos problemas. Vocês retiraram a única coisa que tínhamos: combustível barato."
É o que, na sua opinião, acontece no Brasil? De certa forma, sim. O prefeito prometeu fazer muitas coisas pela cidade, mas precisava de mais dinheiro. As pessoas responderam: "Nós não acreditamos em você." É uma questão de desconfiança pública. O desafio é: como reconstruir essa confiança. Uma das razões que me levou a construir o Promise Tracker é a possibilidade de fazer com que as pessoas gostem mais dos governos. O monitoramento do cidadão não é contra o governo. Ele pretende ajudar as pessoas a perceber que o trabalho do cidadão não é apenas reclamar, mas também reunir dados que revelem quais queixas são justificadas e quais são efeito da falta de confiança no governo. A esperança é que a confiança seja recuperada e que o governo se torne mais confiável. Precisamos encontrar um caminho em que faça sentido confiar no governo. Ainda estamos no começo desse processo, é claro. Estamos falando de mudança, da transição de um modelo em que você pede a um político que ele resolva seus problemas para outro em que você estuda o problema, reúne dados, analisa informações e trabalha com os políticos para resolver o problema.

Fonte: Revista Veja

27 de jan. de 2014

AS BARBAS DO IMPERADOR VERSÃO 2014 - RESGATE DO CARNAVAL DE RUA DE SÃO SEBASTIÃO



O Bloco de Embalo "As Barbas do Imperador", que deu início ao primeiro carnaval de rua de São Sebastião em 2003, estará de volta, agora, nos dias 22 e 23 de fevereiro de 2014, a partir das 19h, na Praça La Bodeguita, do bairro Vila Nova, São Sebastião, DF. Será, na verdade, o resgate da nossa cultura popular tradicional. 

Todos os brincantes estão convidados a participar desse novo projeto cultural.

Entrada Franca

LIRA

20 de jan. de 2014

PRAZO PARA TRANSFERÊNCIA OU ATUALIZAÇÃO DE TÍTULOS ELEITORAIS É SÓ ATÉ O DIA 31 DE MARÇO



Não deixe para a última hora para tirar, transferir ou atualizar o seu título de eleitor. Compartilhe essa informação com os seus amigos e familiares. Jovens que vão completar 16 anos antes do dia 05 de outubro também podem tirar os seus títulos de eleitores. É importante ir às urnas e votar em candidatos da nossa cidade e que sejam ficha limpa.

Desde já muito obrigado pela atenção de todos vocês!

Lira

19 de jan. de 2014

Eleição direta para administradores regionais implicará, inevitavelmente, na criação de Câmaras de Vereadores em todas as cidades do DF



Desde o ano de 1984 que ouço falar das tais eleições diretas para administradores regionais no Distrito Federal. Vários deputados distritais protocolaram na CLDF projetos de lei nesse sentido mas, por serem inconstitucionais, não foram aprovados.

O Senador Rodrigo Rollemberg  também comprou essa briga ao apresentar projeto de lei alterando a Constituição Federal para possibilitar a eleição dos Administradores Regionais. Ele conseguiu aprová-lo em uma das comissões mais, pelo o que se sabe, até agora, não será aprovado em plenário e muito menos sancionado pela presidenta Dilma porque, segundo os mais entendidos no assunto, implicará, sim, na divisão territorial e de mais gasto aos cofres públicos.

Por último, o deputado federal Luíz Pitimam entra em cena para impedir que o governador do DF continue indicando os administradores regionais e conseguiu, através da justiça, obrigar o GDF a regulamentar a Lei Orgânica do DF que trata do tema o mais urgente possível.

Quanto a esse assunto informo que sou a favor da eleição direta para administrador regional mais, no entanto, existe uma pergunta que não quer calar! Se os administradores regionais forem mesmo eleitos pelo voto direto e universal, de quatro em quatro anos,  por acaso não será necessário a criação de Câmara de Vereadores em cada uma das cidades satélites? Se os novos gestores públicos serão independentes em relação ao poder executivo e legislativo como ficarão o controle de receitas x despesas das Administrações regionais? Porque, no meu entender, para fazer juz a democracia e à transparência, uma vez que aja eleição direta para administradores regionais deverá ter, também, a figura das  Câmaras de Vereadores Regionais. Por mais que se criem os Conselhos Comunitários, não será a mesma coisa.

De acordo com a decisão judicial o GDF terá um prazo de 18 meses para regulamentar a lei orgânica do DF e, nesse período, seria ótimo que as autoridades levassem isso em consideração.

Estarei, dentro de alguns dias, levando esse debate à todas as cidades do DF para que, governo e comunidade, possam chegar a um denominador comum.


Ivonildo Di Lira

Líder Comunitário de São Sebastião