28 de jul. de 2013

QUERMESSE DA PARÓQUIA SANTO AFONSO


Foto divulgação extraida da internet sem valor comercial


Ontem à noite eu estive na Quermesse da Paróquia Santo Afonso, no bairro São José, São Sebastião, DF, onde pude saborear aquela canjica e aquele caldo de galinha preparados pelos fiéis. 

De acordo com o Padre Benedito o evento religioso vai até o dia 3 de agosto e, até lá, as barraquinhas com comidas típicas e de artigos religiosos estarâo à disçposição de todas as pessoas que quiserem prestigiar Santo Afonso.

Na quinta-feira, dia 1º de agosto, haverá uma missão campal com a presença do arcebispo de Brasília, Dom Sergio da Rocha e, no sábado, dia 03, haverá leilão de alguns bezerros e leitoas, onde todo o dinheiro arrecadado será doado para a manutenção da própria paróquia.  

LIRA

25 de jul. de 2013

Carta dos Moradores de São Sebastião para o GDF

Fonte: Foto divulgação extraída da internet; Texto: Blog do Morro Azul 

No Distrito Federal direitos básicos garantidos pela Constituição e por promessas eleitoreiras há muito deixaram de ser respeitados


Moradores do Morro da Cruz e Vila do Boa em São Sebastião, ainda nutrem a esperança de que o “novo caminho” passe por lá e solucione os problemas daquela comunidade.

Como esperança tem morte lenta, diz o povo que é a última que morre, os moradores enviaram uma carta ao Sr. Governador, e diante da impossibilidade de serem recebidos pessoalmente, como nos bons tempos de campanha, encaminharam a missiva em (23/07) via Ouvidoria do Governo do Distrito Federal e Câmara Legislativa.

Desejamos que o Sr. Governador a receba e dê pelo menos uma satisfação a estes eleitores. ...

São Sebastião, Brasília-DF, 18 de julho de 2013.

Ao Excelentíssimo Senhor AGNELO DOS SANTOS QUEIROZ Governador do Distrito Federal Senhor Governador, escrevemos esta carta movidos pela esperança de que o seu governo ainda pode fazer a diferença e “chegar junto” pra valer onde mais deve e precisa, isto é, nas áreas onde o Poder Público é omisso e ausente. Mas também escrevemos impulsionados pelos anseios e angústias de milhares de cidadãos e cidadãs de São Sebastião-DF que há muito tempo se tornaram reféns de um conjunto de problemas que trazem impactos profundos na qualidade de vida de cada um.

Os problemas são muitos, mas aqui vamos nos deter inicialmente àquele que constitui uma grande violação a um direito humano básico. Trata-se da corriqueira falta de água para nós, moradores do Setor Habitacional Morro da Cruz e do bairro Vila do Boa – um problema que vem atingindo mais de 10 mil famílias e que é quase tão antigo quanto à fundação desta cidade e para o qual as possíveis soluções apresentadas até agora pelos órgãos competentes (leia-se Caesb, Sedhab, Administração Regional, Topocart, etc.) apenas seguiram incontáveis trâmites burocráticos e, para gerar ainda mais descrédito nessas instituições, não apresentaram alternativas concretas para o impasse.

Senhor Governador, temos plena consciência e até compreendemos que um governo não administra e muito menos encontra soluções concretas para os diversos problemas de uma cidade sem que possa contar inteiramente com o auxílio, a cooperação e, sobretudo, a boa vontade política e institucional de sua própria equipe gestora, seu secretariado, o seu primeiro escalão. Todavia, sabemos que V. Exa. é a autoridade máxima constituída no âmbito do Distrito Federal e que todas as decisões importantes passam necessariamente pelo vosso crivo, pelas vossas mãos. Por isso, o que esperamos e desejamos é que o Sr. faça valer a autoridade que lhe outorgamos, de modo a desburocratizar toda e qualquer ação necessária para resolver a questão.

É justamente nesse sentido que vimos fazer um apelo para que o Sr. dê um pouco mais de atenção para as comunidades carentes e traga soluções para os problemas que violam uma série de direitos sociais, como é o caso do Morro da Cruz e da Vila do Boa, principalmente porque sofremos diariamente com a FALTA DE ÁGUA, DE REDE DE ESGOTO, ASFALTO, CALÇADAS, CRECHE E ESCOLAS PARA NOSSOS FILHOS E FILHAS. Não podemos continuar assim. É indigno viver desse jeito quando muitos afirmam em alto e bom som que estamos num governo democrático e popular, apesar de reinar em muitas periferias da capital uma série de velhos e conhecidos problemas.
Nós, moradores do Morro da Cruz e do bairro Vila do Boa aguardamos desde 2010 a regularização dessas áreas, promessa, aliás, feita por V. Exa. quando esteve em visita à nossa cidade naquele mesmo ano eleitoral. Na verdade, São Sebastião inteira aguarda ser regularizada. De uma coisa tenha certeza: se nos somamos aos milhares de cidadãos para elegê-lo governador do DF – o nosso representante maior, certamente foi porque naquele momento nos agarramos com todas as forças e total confiança no seu projeto político de trazer para Brasília um “novo caminho”.

Um novo caminho capaz de realizar profundas mudanças em nossas vidas, mas principalmente no modo de enfrentar e romper com as velhas práticas da corrupção, roubalheira, do descaso político, e os problemas sociais que assolam e oprimem os mais humildes e desprovidos, historicamente negligenciados e ignorados pelos governos anteriores.

Por isso, Sr. Governador, pedimos encarecidamente que olhe por nós e nossas famílias, que já não suportam mais as promessas dos órgãos competentes para resolver a questão da água e as tantas outras dificuldades que enfrentamos na labuta diária. Estamos cansados de tanto esperar! Quem está sem água ou sem energia elétrica tem pressa e urgência! Quem come poeira por falta de asfalto ou espera longas horas na parada por falta de condução para ir trabalhar, também tem pressa. Não pode esperar! Esperar até quando? É questão de vida ou morte! Talvez este seja o mais duro golpe que se possa perpetrar contra uma comunidade, contra uma população: matar pelo cansaço, fingir que o problema não existe e que o próximo governante ou administrador, a seu bel-prazer, tome a responsabilidade e iniciativa de resolver futuramente uma situação que é real e que existe no agora.

Não nos decepcione, Sr. Governador. Não delegue para o futuro uma solução que o Sr. pode apresentar hoje, agora. O problema existe e o que esperamos é que cumpra com a vossa palavra dada. Não se esqueça que os mandatos e governos passam, mas o eco das ruas, dos bairros e comunidades, jamais. Estes ficam. Afinal, problemas sempre existirão, porém o diferencial é a vontade e a disposição que se tem para fazer o enfrentamento, ainda que sejam graves e de difícil resolução. Temos certeza que coragem e capacidade o Sr. tem de sobra!

Certos de que esta mensagem chegará ao vosso conhecimento e que, com toda a sabedoria que possui, se sensibilizará com a nossa situação, temos plena certeza que V. Exa. saberá retribuir o voto de confiança que lhe demos. E por isso mesmo, contamos desde já com o vosso empenho para que lance mão de todos os meios e recursos necessários para buscar soluções imediatas para a situação aqui apresentada. Aproveitamos o momento para encaminhar a relação de demandas mais prementes da comunidade para as quais também solicitamos que dispense igual atenção.

Em face do exposto, rogamos que continue empenhando esforços para fazer do Distrito Federal um lugar cada vez melhor e digno para todos e que V. Exa. jamais abandone os ideais do projeto político que o alçou ao poder, cujo objetivo central era o de trazer para a nossa querida capital um “novo caminho” de conquistas e avanços nas mais diversas áreas (saúde, educação, segurança, habitação, transporte, cultura, etc.) a partir do trabalho integrado e comprometido de cada secretaria que está sob o vosso comando.

Respeitosamente,

Os cidadãos e cidadãs moradores dos bairros Morro da Cruz e Vila do Boa, São Sebastião-DF

DEMANDAS DO SETOR HABITACIONAL MORRO DA CRUZ:
 I) Implantar o sistema de rede de água e esgoto;
II) Implantar rede de energia elétrica;
III) Proceder a regularização da área;
IV) Construir creches e escolas de ensino fundamental e médio;
 V) Criar linhas de ônibus com itinerário circular e com destino ao Plano Piloto;
VI) Construir um balão/rotatória na pista (DF-463) de acesso aos bairros Morro da Cruz, Vila Nova e São José;
VII) Construir calçadas para garantir a acessibilidade da população;
VIII) Construir um posto de Saúde; e
IX) Construir quadras poliesportivas.
DEMANDAS DO BAIRRO VILA DO BOA:
I) Implantar o sistema de rede de água e esgoto;
II) Implantar rede de energia elétrica;
III) Proceder a regularização da área;
IV) Construir creches e escolas de ensino fundamental e médio;
V) Criar linhas de ônibus com itinerário circular e com destino ao Plano Piloto; e
VI) Reformar urgentemente o posto da Saúde da Família.

O que você faria com milhares de vagalumes?



Eu os colocaria na mente dos nossos governantes para ver se eles enxergam o que realmente está acontecendo com o Brasil. 

Grande parte dos nossos recursos naturais está se desperdiçando e o dinheiro dos brasileiros está indo pelo ralo por causa da inflação e da corrupção. Sem contar com as nossas forças armadas cujas armas e munições estão sucateadas mas, na visão deles, tudo está mil maravilhas.

E você, o que faria?

Acorda Brasil, acorda!

22 de jul. de 2013

ATO PÚBLICO PACÍFICO NO BALÃO DA ESAF DÁ PONTA-PÉ-INICIAL NA LUTA PELA CONSTRUÇÃO DE VIADUTO E DE GALERIAS SUBTERRÂNEAS QUE LIGARÃO O JARDIM BOTÂNICO AO LAGO SUL



Foi realizado nesta segunda-feira (22) ato público no balão da ESAF a favor da construção de um viaduto e de duas galerias subterrâneas que ligarão o Jardim Botânico ao Lago Sul e, consequentemente, acabar com o transtorno no trânsito, principalmente nos horários de pico, que vai das 17h às 20h30.

O convite para a manifestação foi feito apenas por meio do facebook e, pela primeira vez, de acordo com o Lira, por uma causa comum a todos os moradores do Jardim Botânico, São Sebastião, Mangueiral e Tororó que, diariamente, sofrem por causa dos congestionamentos naquele local.

Apesar de ter comparecido pouquíssimas pessoas, o evento em si foi um sucesso porque atingiu o seu objetivo, que foi o de chamar a atenção da população e das autoridades para a necessidade de se construir um viaduto onde hoje é o balão da ESAF. "Esse foi o ponta-pé-inicial. Haverá muitas outras manifestações até que o problema seja resolvido", afirmou Ivonildo Di lira.

Lira diz, ainda, que um documento será entregue para o governo, juntamente com um abaixo-assinado da população, reivindicando a construção do viaduto e de duas galerias subterrâneas, como a da galeria dos Estados, no Setor Comercial Sul, onde pequenas lojas de serviços possam se instalar, gerando emprego e renda para a população. "Esse será um local que poderá ter desde chaveiro a eletricista e engraxate" diz. 

Embora tenha pessoas que defende a duplicação da pista, ao invés do viaduto, a construção dessas obras se faz necessário por causa dos novos bairros que estão surgindo na região e, se o problema não for corrigido agora, como quer Ivonildo Di Lira, daqui há pouco ninguém conseguirá passar por lá. Se hoje está difícil, imagine daqui cinco ou dez anos como não vai ficar. Por isso é que obras paliativas não servem. Mas para acabar de vez com a polêmica, Lira vai encomendar um estudo de viabilidade técnica e ambiental, bem como, a elaboração de um croqui, e apresentar ao governo, como sugestão.

Quanto às críticas e ironias por parte de algumas pessoas, que o viram praticamente sozinho no Balão da ESAF, ele tem a resposta na ponta da lingua. "Fiz o papel do beija-flor que, sozinho, tentou apagar um incêndio monstruoso. As atitudes falam mais alto do que as palavras soltas ao vento. Estou com a minha consciência tranquila porque fiz a minha parte como cidadão", desabafou Lira.

19 de jun. de 2013

A REVOLUÇÃO QUE O BRASIL PRECISA TER



Não adianta fazer manifestações contra o governo ou até mesmo promover uma revolução no Brasil se quem está à frente dos movimentos sociais usa de estratégias equivocadas e a maioria dos eleitores continuar votando em candidatos descompromissados com a própria comunidade.

Se o Elefante tivesse consciência da força que tem, seria ele o rei da selva e não o Leão. O mesmo pode se dizer em relação ao povo que, muitas das vezes, desconhece o seu poder de mobilização.  Segundo a Constituição Federal, é a partir dele que todo o poder é constituído. E como isso é possível? Através do voto depositado nas urnas e da união das pessoas entorno de objetivos comuns a todos os membros da sociedade.

A pessoa que vota em candidatos do tipo "roubou mais fez" não pode depois reclamar do aumento de nada porque ela, de certa forma, foi ou está sendo conivente com a própria corrupção. Quem, de sã consciência, deixa que um ladrão entre duas vezes em sua casa para roubar? Acredito que ninguém! Mas, infelizmente, isso acontece quando se elege pessoas de caráter duvidoso para nos representar nas esferas dos poderes legislativos e executivos.

Mas como saber quais dos candidatos está falando a verdade ou inspira confiança? Acompanhando o trabalho, pesquisando e analisando a vida pregressa de cada um deles. Mas se a pessoa detesta política e, além do mais, não tem tempo de ir atrás destas informações? Então, neste caso, a coisa se complica porque chegará o dia da eleição sem que ela saiba em quem votar e, por não ter um candidato, acaba votando em qualquer um! É aí onde mora o perigo!  É nessa hora, também, onde políticos inescrupulosos costumam se eleger graças aos votos dos indecisos.

Para evitar que esse tipo de gente chegue ao poder com o seu aval procure, juntamente com os seus familiares, se manter informado a respeito de tudo que acontece em sua volta e quais são os protagonistas de tais informações. A pessoa que deixa de votar em um líder comunitário da sua cidade para votar em políticos de fora e, ainda por cima, desconhecidos, está, simplesmente, contribuindo para que as outras pessoas tenham representantes na Câmara Legislativa e ela não.

Para a elite dominante quanto mais faminto e desinformado for o povo melhor! Mas, com o surgimento da internet e das redes sociais, a massa que antes dormia desperta, agora, para uma nova realidade, onde ela mesma processa e divulga as suas próprias informações em questão de segundos, para o desespero das autoridades.

As pessoas que hoje estão nas ruas protestando pacificamente contra muitas coisas ao mesmo tempo precisam definir melhor os seus objetivos e alvos para não serem usadas como massa de manobra por parte de alguns integrantes que só querem ver o circo pegar fogo ou por quem esteja com segundas intenções. Se o objetivo principal é a revolução, então, neste caso, deve-se haver, também, uma causa específica dela existir. Do contrário, é perca de tempo falar de algo que nunca vai acontecer.

Por outro lado, tem aqueles que defendem a revolução bolivariana como forma de unir os povos da América Latina. Mas a quem interessa essa revolução no Brasil? Quem está por trás dela? O que, de fato, o país vai ganhar com ela? Alguém, por acaso, já pensou nas consequências de uma guerra civil? Apesar da corrupção que toma conta do país, é justificável pegar em armas nesse momento para defender conceitos chavistas? Porque não existe conflito armado sem derramamento de sangue inocente! Será que o povo está preparado para isso? Lutar contra o quê e a favor de quem? Há influências externas? E os líderes dessa revolução, quem são? Todos os detalhes precisam ser levados em consideração e todos os porquês também precisam ser respondidos antes de partir para o uso da força. Lutar, por exemplo, pelo fim do sistema republicano de governo no Brasil pode ser sim, uma justificativa plausível, porque a república já deu o que tinha que dar, mas pelo bolivariano não! O Brasil precisa de um braço forte para governa-lo e que, ao mesmo tempo, seja um exemplo para a nação em termos de civilidade e de respeito. Coisa impossível na atual república.


A revolução que os brasileiros precisam promover nesse momento é a da educação, dos valores morais e da ética, colocando-se no poder pessoas que tenham como foco a qualidade de vida da população!  Fala-se muito mal dos políticos mais, talvez, o problema não esteja apenas neles, mas na república que, na opinião de muitos estudiosos no assunto, está afundando o país em um mar de lama de corrupção e, junto com ela, quer levar todos os cidadãos brasileiros.

Ivonildo Di Lira

14 de jun. de 2013

LIRA COBRA DA ADMINISTRAÇÃO DE SÃO SEBASTIÃO A AMPLIAÇÃO DA OPERAÇÃO TAPA-BURACOS PARA AS RUAS SEGUNDÁRIAS DA CIDADE


Moradores dos bairros Residencial do Bosque, São Francisco e Residencial Oeste tem se reunido com o Lira para falar dos buracos no asfalto. É que, na visão destes moradores, a operação tapa-buracos só tem se preocupado em tapar apenas os buracos das vias principais, esquecendo-se, pois, das vias segundárias, tanto das que ficam na entrada quanto das que ficam na parte interna das quadras.

Como não podia ser diferente, Lira levou essa demanda da comunidade para o Administrador Jucélio que, na manhã desta sexta-feira (14), prometeu recorrer ao governador Agnello, já que a Administração não tem recursos próprios e que, neste caso, trabalha em parceria com a NOVACAP.

Lira, assim como o Administrador, ficaram de unir forças, juntamente com o deputado distrital Agaciel Maia, para conseguir mais recursos para a nossa cidade.

7 de jun. de 2013

Carta aberta à cidade de São Sebastião, DF.

Vista aérea de São Sebastião, cidade satélite de Brasiília, DF.

Agradeço a todos os companheiros que se juntaram a mim no passado para tornar a então Agrovila Sebastião independente do Paranoá. Foi uma luta árdua, de vários anos, mas que, ao final, foi vitoriosa com a conquista da Administração (RA-XIV).  O tempo provou que eu estava certo quando, em 1986, criei a Comissão Pró Independência para por fim ao descaso governamental da época. Eu sabia que depois de criada a Região Administrativa de São Sebastião todas as benfeitorias como esgoto, água potável, luz, telefone, bancos e asfalto viriam naturalmente. Se hoje não temos tudo que gostaríamos, pelo menos temos tudo que nos foi possível ter até agora.

Entre a cidade que temos e a cidade que queremos (a cidade ideal), ainda existe um longo caminho a ser percorrido. Mas quem sabe, em um futuro próximo, isso não venha acontecer? Diria, pois, que o futuro de São Sebastião está nas mãos dos próprios moradores. São eles que vão determinar qual o caminho seguir e quem irá representá-los junto aos poderes executivo e legislativo. Se a escolha for errada, os problemas que nos afligem, atualmente, tende a piorar!

Não podemos mais permitir que o nome da nossa cidade seja jogado na lama outra vez, como foi no passado recente, por causa dos escândalos de corrupção (caixa de pandora) e hantavirose que a todo o momento eram estampados nos jornais.

Apesar das dificuldades, temos que ver que nem tudo está perdido. Existem várias outras coisas que precisam ser valorizadas e divulgadas como, por exemplo, os nossos atletas e artistas. Eles projetam o nome da cidade de maneira positiva até internacionalmente. Assim deverá ser também o perfil dos políticos que pretendemos eleger.

Enquanto vida eu tiver, estarei sempre do seu lado para lutar por mais melhorias e por mais qualidade de vida da população. Tenho me empenhado para conseguir a implantação dos bairros Crixá e Nacional, as escrituras dos nossos imóveis, creches e a construção do hospital de São Sebastião. São desafios como esses que me motivam e que me fazem acreditar em dias melhores para todos os seus habitantes.

Em fim, São Sebastião, você foi o local que escolhi para viver juntamente com a minha família. Tenho um grande orgulho de ti e de fazer parte da sua história!  Deixaste de ser o Arraial de São Bartolomeu para ser, simplesmente, São Sebastião, cidade maravilhosa em pelo planalto central, lugar sonhado por Dom Bosco como sendo a terra que jorra leite e mel!

Parabéns São Sebastião pelos seus 20 anos de existência! Foi ótimo estar com você durante todos esses anos. Obrigado, também, por tudo que você me deu e por tudo que ainda há de me dar!




Lira é líder comunitário e ex-presidente da Comissão Pró Independência de São Sebastião, DF.

31 de mai. de 2013

Novo escândalo de dólares na cueca vai chacoalhar Brasília

Reportagem de VEJA desta semana mostra porque a apreensão de meio milhão de dólares pela PF em aeroporto é apenas o início de terremoto político

É MEU - Aos policiais que apreenderam os 465 000 reais, o operador Dudu limitou-se a dizer que carregar dinheiro em espécie não é crime (Marcia Kalume)


É MEU - Aos policiais que apreenderam os 465 000 reais, o operador Dudu limitou-se a dizer que carregar dinheiro em espécie não é crime (Marcia Kalume)

Um passageiro flagrado no portão de embarque de um aeroporto com muito dinheiro vivo em seu poder não chega a ser uma novidade no Brasil. Tampouco causa grande surpresa se o tal passageiro tiver escolhido, como local para acondicionar as notas, suas roupas íntimas. Tudo isso já se viu - e tudo isso se repetiu na manhã do último dia 16 no Aeroporto Juscelino Kubitschek, em Brasília. Nesse dia, uma quinta-feira, a Polícia Federal flagrou dois homens que tentavam embarcar para o Rio de Janeiro com 465 000 reais escondidos em suas meias e cuecas. A dupla foi detida para esclarecimentos e o dinheiro, apreendido.
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Horas depois, um terceiro homem se apresentou à polícia dizendo ser o dono da bolada. Identificou-se como Eduardo Lemos, disse que os homens eram seus funcionários e que a quantia se destinava a comprar um imóvel no Rio. Indagado sobre os motivos de ter recorrido ao método (ainda) pouco usual para transporte de dinheiro, respondeu apenas que carregar valores em espécie não é crime. E ainda esnobou os policiais: para ele, o quase meio milhão de reais apreendidos nem era “tanto dinheiro assim”. Para comprovar o que dizia, fez questão de exibir o relógio de 120 000 reais que carregava no pulso e de informar que havia chegado ao prédio da polícia a bordo de um Porsche.
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O homem declarou ainda não ter nenhuma relação com políticos e disse que o dinheiro que seus empregados carregavam não provinha dos cofres públicos. A realidade é bem diferente, conforme apurou a reportagem de VEJA. Eduardo Lemos, na verdade, é Carlos Eduardo Carneiro Lemos, um operador de mercado conhecido por fazer negócios com fundos de pensão de empresas estatais, e o flagrante em que ele acaba de se envolver é o princípio de um grande escândalo.
Para ler a continuação dessa reportagem compre a edição desta semana de VEJA no IBA, no tablet ou nas bancas


Fonte: Revista Veja desta semana


26 de mai. de 2013

A CARIDADE É O PURO AMOR DE CRISTO





Eu e o Padre Resende, diretor do Instituto Dom Orione, Lago Sul. Tive a grata satisfação de conhecer de perto o trabalho social desenvolvido por ele com pessoas que sofrem de problemas mentais e com crianças carentes, principalmente de São Sebastião e Paranoá. 

Além de um ensino de qualidade,  O Instituto Dom Orione oferece a seus alunos e pacientes lanche e muito amor fraternal.

Todos os funcionários e professores são pessoas qualificadas e quem têm Deus no coração! 

Com esta visita que fiz ao Padre Resende, em dezembro de 2007, aprendi mais uma vez que a caridade é o puro amor de Cristo e que ela nunca falha, quando se tem Deus no coração.   Lira

22 de mai. de 2013

LIRA FOI A SÃO JOSÉ DO RIO PRETO, SP, PARA CONHECER NOVOS MODELOS DE GESTÃO PÚBLICA QUE POSSAM SER APLICADOS EM SÃO SEBASTIÃO





São Sebastião, cidade satélite de Brasília, irá completar no dia 25 de junho, próximo, 20 anos de fundação e, pelo visto, os investimentos em infraestrutura e saneamento básico não acompanharam o crescimento da população que, a cada dia, está cada vez mais exigente.

Os jovens têm recorrido às redes sociais para reivindicar os seus direitos junto ao poder público no que diz respeito a asfalto, esgoto a céu aberto e segurança. É uma informação a cada click. O governo, por sua vez, tem tido dificuldades em acompanhar as demandas da comunidade por causa da velocidade com que essas informações chegam até ele.  Se de um lado os problemas existem, do outro, deve haver, também, a solução para os mesmos.

Essa tem sido a preocupação constante do líder comunitário Ivonildo Di Lira, que se deslocou de São Sebastião, DF, até a cidade de São José do Rio Preto, SP, com recursos próprios, para conhecer de perto novos modelos de gestão pública que sejam viáveis do ponto de vista político, econômico e social. Segundo ele, a falta de autonomia política e administrativa das cidades satélites faz com que a máquina fique emperrada, dificultando ainda mais a vida da população. "Brasília é uma cidade Estado onde o governador é, também, o grande prefeito, que às vezes não consegue ser nem uma coisa, nem outra, e os administradores regionais, meros colaboradores desse mesmo Estado", diz Lira, com conhecimento de causa.

Ivonildo Di Lira foi o presidente da Comissão Pró Independência que em 1993 lutou para conseguir a criação da Administração Regional de São Sebastião. Ele sabia que, depois de criada a RA, todas as benfeitorias como água potável, esgoto, asfalto e iluminação pública viriam naturalmente para a cidade. Mas ele, certamente, não contava com a burocracia e nem com falta de compromisso por parte de alguns governantes.  

Ao chegar em São José do Rio Preto, Lira, como é mais conhecido, ficou admirado com a limpeza do lugar e com a qualidade de vida da população. As ruas são todas asfaltadas, sem buracos, e com uma sinalização impecável. "Quando será que São Sebastião também vai ficar assim, tão linda e maravilhosa? Se São José do Rio Preto tem, atualmente, cerca de 600 mil habitantes e consegue investir em obras e, São Sebastião, com apenas 90 mil, não consegue, é porque tem alguma coisa errada", questionou, ele, ao fazer comparações entre as duas cidades.

As experiências adquiridas em São José do Rio Preto deu a Ivonildo Di Lira uma visão exata do que é hoje o Distrito Federal e, em especial, do que é São Sebastião que, com certeza, mudou o seu modo de pensar e de ver as coisas sobre a própria cidade. Ele também propõe a elaboração de um projeto que tenha como foco o desenvolvimento da região a partir da realidade atual. Se isso acontecer, diz ele, São Sebastião terá dado um passo adiante em relação às demais cidades satélites do Distrito Federal.