Por: Ana Maria Campos (Correio Braziliense)
A deputada Érika Kokay (PT) também fez um relato a Durval Barbosa. Ela contou ter ouvido da própria Eurides Brito (PMDB), numa festa de aniversário do deputado Cristiano Araújo (PTB) que vários distritais recebiam pagamento para aprovar projetos na Câmara Legislativa.
Veja o relato:
Érika - Eu vou lhe dizer uma coisa: teve uma vez, eu estava num jantar, a deputada Eurides Brito estava também, e a gente estava com dificuldade para aprovar um projeto que era caro para os trabalhadores. Era a questão do plano de saúde. O Odilon é, inclusive, o presidente do instituto, não é? É isso. A gente tinha um projeto, os trabalhadores tinham concordado em terceirizar e tal, não sei o quê, enfim. Aí, nessa ocasião, os deputados não queriam aprovar, os governistas não queriam aprovar. Nós queríamos aprovar porque era um pleito dos trabalhadores e tal. E aí ela me disse assim: esse aqui recebe, esse aqui está recebendo propina, esse está recebendo propina, esse está recebendo, e quinta-feira vai votar. E aí quinta-feira realmente votou. E ela apontou o Geraldo Naves que estava nesta reunião - era o aniversário do deputado Cristiano Araújo - apontou o Rogério Ulysses; apontou o... aí não me lembro mais quem. Apontou vários deputados que estavam ali: esse está recebendo, esse está recebendo, esse está recebendo, esse está recebendo para votar quinta-feira. E de fato se votou quinta-feira. Agora os trabalhadores também ocuparam a Câmara e tal. O senhor tem noção de alguma coisa relativa ao INAS, essa... Odilon Aires? Essa... me ocorreu esse processo, mas o senhor não conheceu?
Durval - Não. Isso eu não tenho nenhum conhecimento desse fato...
Érika Kokay - Está bem.
Durval - Mas se ela falou...
Érika - É, só que ela falou, mas não se sustenta...
Durval - Hein?
Érika - Ela falou, mas não sustenta.
Durval - Se ela falou, mas você presenciou. Você é autoridade. Você pode colocar...
Érika - É...
Durval - ... que você presenciou.
Érika - É.
Postado às 23h51
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10 de mai. de 2010
26 de abr. de 2010
Aniversário de Dom Rafael
Transcorre no dia 24 de abril o aniversário natalício de Sua Alteza Real o Príncipe Dom Rafael de Orleans e Bragança, filho do Príncipe Dom Antonio e da Princesa Dona Christine (nascida Princesa de Ligne) e sobrinho do Príncipe Dom Luiz, Herdeiro do Trono do Brasil. Dom Rafael festejará 24 anos de idade. Ocupa ele, desde a morte de seu irmão Dom Pedro Luiz, no trágico acidente de aviação no ano passado, o 4º lugar na linha da sucessão ao Trono do Brasil, esperara-se, portanto, que um dia seja ele o Herdeiro do Trono e Chefe da Família Imperial, eis que seus tios Dom Luiz e Dom Bertrand não terão descendência.
Dom Rafael Antonio Maria José Francisco Miguel Gabriel Gonzaga, Príncipe de Orleans e Bragança, nasceu no Rio de Janeiro a 24 de abril de 1986. Estudou em escolas de Petrópolis (no Instituto Social São José e Colégio Ipiranga). Atualmente reside no Rio, com sua avó Dona Maria e a tia Dona Isabel, e está para concluir o Curso de Engenharia de Produção na Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro. Três anos mais moço que Dom Pedro Luiz, tem ainda uma irmã mais velha, Dona Amélia, 26 anos, arquiteta, trabalhando num grande escritório de arquitetura em Madri, e uma irmã mais moça, Dona Maria Gabriela, que está para completar 21 anos, estudante de Comunicação Social, também na PUC/RJ.
Dom Rafael tem se feito presente, desde menino, em companhia dos pais ou dos tios, de eventos monarquistas. Como futuro herdeiro da Coroa imperial deve agora preparar-se de forma especial para assumir tal responsabilidade, sendo ele o último Orleans e Bragança dinasta.
De fato, não é fácil ser Príncipe na república e no ambiente de grande relaxamento em várias áreas em que se vive hoje. A condição de Príncipe tem certamente algum prestígio social em muitos ambientes, mas na verdade não dá nenhum direito, somente deveres. Os monarquistas brasileiros esperam que Dom Rafael tenha consciência da missão histórica da Família Imperial Brasileira e saiba manter as tradições de seus antepassados. Um ponto particularmente significativo é o do casamento, que no seu caso de Príncipe Herdeiro, não é uma questão particular sua, mas uma questão de interesse de toda a causa monárquica, pode-se dizer mesmo uma questão de Estado (haja vista os planos de Restauração da Monarquia, ideal que o Príncipe busca). Os monarquistas em geral esperam que ele mantenha o costume de um matrimônio com uma princesa. Alguns especulam um enlace com uma aristocrata européia, podendo talvez ser admitida por estes, nos dias atuais, uma aliança matrimonial com uma jovem brasileira descendente de alguma família tradicional, de alguma figura importante da História do Brasil, talvez de algum Titular do Império, além de ser católica praticante e monarquista convicta, podendo assim melhor coadjuvar a atividade do Príncipe. Na realidade, cabe a Dom Rafael, que fará 24 anos, decidir este importante passo de sua vida, desde que mantenha a consciência histórica de seu dever e leve em consideração o que sua condição representa a todos os que defendem a volta da Monarquia como forma de governo.
Destaquemos, a propósito disto tudo que dissemos, o que escreveu Dom Luiz, chefe da Família Imperial, na nota que publicou a 5 de junho do ano passado, por ocasião da morte de Dom Pedro Luiz: “Se o momento é de apreensão e de tristeza, não pode ele ser desprovido de esperança. Esperança que se volta, de modo particular, para D. Rafael - irmão do desaparecido - a quem auguro ânimo e determinação diante do infortúnio, e exorto a que seja, na sua geração, um exemplo de verdadeiro Príncipe, voltado para o bem do Brasil e exemplo de virtudes cristãs.”
No ano em que se celebram 90 anos da morte do Príncipe Imperial Dom Luiz, Herdeiro de Dona Isabel, recordemos também as palavras do seu Manifesto de 1913:
“Quanto a mim, colocado por minha mãe à testa do nosso partido, representante, depois dela, do principio monárquico do Brasil, estarei à disposição de nossa Pátria para desempenhar o papel que, por aclamação do povo, nos foi outrora atribuído. Para cumprir a meu dever, dever que resulta da própria história brasileira, que justificou, justifica e justificará os nossos direitos dinásticos, estou pronto a todos os sacrifícios, inclusive ao da própria vida.” Que estas palavras norteiem a vida do Príncipe, colocando-o como nosso futuro Imperador.
Parabéns a Dom Rafael, muitas felicidades.
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Dom Rafael Antonio Maria José Francisco Miguel Gabriel Gonzaga, Príncipe de Orleans e Bragança, nasceu no Rio de Janeiro a 24 de abril de 1986. Estudou em escolas de Petrópolis (no Instituto Social São José e Colégio Ipiranga). Atualmente reside no Rio, com sua avó Dona Maria e a tia Dona Isabel, e está para concluir o Curso de Engenharia de Produção na Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro. Três anos mais moço que Dom Pedro Luiz, tem ainda uma irmã mais velha, Dona Amélia, 26 anos, arquiteta, trabalhando num grande escritório de arquitetura em Madri, e uma irmã mais moça, Dona Maria Gabriela, que está para completar 21 anos, estudante de Comunicação Social, também na PUC/RJ.
Dom Rafael tem se feito presente, desde menino, em companhia dos pais ou dos tios, de eventos monarquistas. Como futuro herdeiro da Coroa imperial deve agora preparar-se de forma especial para assumir tal responsabilidade, sendo ele o último Orleans e Bragança dinasta.
De fato, não é fácil ser Príncipe na república e no ambiente de grande relaxamento em várias áreas em que se vive hoje. A condição de Príncipe tem certamente algum prestígio social em muitos ambientes, mas na verdade não dá nenhum direito, somente deveres. Os monarquistas brasileiros esperam que Dom Rafael tenha consciência da missão histórica da Família Imperial Brasileira e saiba manter as tradições de seus antepassados. Um ponto particularmente significativo é o do casamento, que no seu caso de Príncipe Herdeiro, não é uma questão particular sua, mas uma questão de interesse de toda a causa monárquica, pode-se dizer mesmo uma questão de Estado (haja vista os planos de Restauração da Monarquia, ideal que o Príncipe busca). Os monarquistas em geral esperam que ele mantenha o costume de um matrimônio com uma princesa. Alguns especulam um enlace com uma aristocrata européia, podendo talvez ser admitida por estes, nos dias atuais, uma aliança matrimonial com uma jovem brasileira descendente de alguma família tradicional, de alguma figura importante da História do Brasil, talvez de algum Titular do Império, além de ser católica praticante e monarquista convicta, podendo assim melhor coadjuvar a atividade do Príncipe. Na realidade, cabe a Dom Rafael, que fará 24 anos, decidir este importante passo de sua vida, desde que mantenha a consciência histórica de seu dever e leve em consideração o que sua condição representa a todos os que defendem a volta da Monarquia como forma de governo.
Destaquemos, a propósito disto tudo que dissemos, o que escreveu Dom Luiz, chefe da Família Imperial, na nota que publicou a 5 de junho do ano passado, por ocasião da morte de Dom Pedro Luiz: “Se o momento é de apreensão e de tristeza, não pode ele ser desprovido de esperança. Esperança que se volta, de modo particular, para D. Rafael - irmão do desaparecido - a quem auguro ânimo e determinação diante do infortúnio, e exorto a que seja, na sua geração, um exemplo de verdadeiro Príncipe, voltado para o bem do Brasil e exemplo de virtudes cristãs.”
No ano em que se celebram 90 anos da morte do Príncipe Imperial Dom Luiz, Herdeiro de Dona Isabel, recordemos também as palavras do seu Manifesto de 1913:
“Quanto a mim, colocado por minha mãe à testa do nosso partido, representante, depois dela, do principio monárquico do Brasil, estarei à disposição de nossa Pátria para desempenhar o papel que, por aclamação do povo, nos foi outrora atribuído. Para cumprir a meu dever, dever que resulta da própria história brasileira, que justificou, justifica e justificará os nossos direitos dinásticos, estou pronto a todos os sacrifícios, inclusive ao da própria vida.” Que estas palavras norteiem a vida do Príncipe, colocando-o como nosso futuro Imperador.
Parabéns a Dom Rafael, muitas felicidades.
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5 de abr. de 2010
Chocolate: cuidado com os exageros
Por: Vila Mulher
Ontem foi domingo de Páscoa e isso quer dizer que todo mundo está cheio de ovo de chocolate em casa. Mas é necessário maneirar no consumo porque comer chocolate demais pode trazer mais problemas do que simplesmente engordar.
Crianças e diabéticos podem ser as maiores vítimas do doce. Isso porque o chocolate apesar de ser um alimento nutritivo e não precisar ser excluído da dieta alimentar, também é rico em gorduras e deve ser consumido com moderação. A nutricionista da Beneficência Portuguesa de São Paulo, Viviane Chaer Borges, explica que não há um consumo mínimo recomendado e que a quantidade de calorias depende do tipo de ovo de Páscoa.
De acordo com a especialista, o campeão em calorias é chocolate branco, além dos ovos ao leite com oleaginosas, nozes ou castanhas: cem gramas têm cerca de 560 calorias. Já o chocolate meio amargo é o que conta com menores índices de caloria, com cerca de 475 calorias por cem gramas.
"Engana-se quem pensa que o ovo diet tem menos calorias. O chocolate diet não contém açúcar, mas tem mais gordura. Em cem gramas pode haver cerca de 557 calorias", alerta a nutricionista. Os valores nutricionais podem variar também se o ovo tiver recheio, frutas e licores, por exemplo.
Com formas, cores e sabores diferentes, os chocolates se tornam uma tentação para as crianças, que muitas vezes querem devorar o ovo de uma vez. Viviane diz que o ideal é que o doce seja consumido em pequenas porções, sempre após as refeições. "O chocolate é uma nutritiva fonte de energia, que pode ser útil na alimentação das crianças, principalmente naquelas que necessitam ganhar peso. Entretanto, os pais não devem substituir as refeições por ovos de Páscoa.
"Nesta época, o chocolate pode ser oferecido em pequenas porções como sobremesa", afirma a nutricionista.
Os problemas mais comuns causados pelo exagero são de desconforto e desarranjo intestinal, podendo ocorrer também alterações transitórias no valor das gorduras e glicemia sanguíneas.
Além disso, é comum associar o consumo de chocolate ao aparecimento de acne. O dermatologista da Beneficência Portuguesa de São Paulo, Leonardo Abrucio Neto, afirma que não há nenhum trabalho científico que faça uma associação direta entre a ingestão do alimente e o problema de pele, mas que ainda assim há explicação para o surgimento de acne após consumo excessivo de chocolate.
"Os chocolates são ricos em gordura e o excesso de gordura pode aumentar a secreção das glândulas sebáceas, estimulando a produção de acne. Por isso, o consumo de chocolate deve ser moderado", diz o dermatologista.
Ontem foi domingo de Páscoa e isso quer dizer que todo mundo está cheio de ovo de chocolate em casa. Mas é necessário maneirar no consumo porque comer chocolate demais pode trazer mais problemas do que simplesmente engordar.
Crianças e diabéticos podem ser as maiores vítimas do doce. Isso porque o chocolate apesar de ser um alimento nutritivo e não precisar ser excluído da dieta alimentar, também é rico em gorduras e deve ser consumido com moderação. A nutricionista da Beneficência Portuguesa de São Paulo, Viviane Chaer Borges, explica que não há um consumo mínimo recomendado e que a quantidade de calorias depende do tipo de ovo de Páscoa.
De acordo com a especialista, o campeão em calorias é chocolate branco, além dos ovos ao leite com oleaginosas, nozes ou castanhas: cem gramas têm cerca de 560 calorias. Já o chocolate meio amargo é o que conta com menores índices de caloria, com cerca de 475 calorias por cem gramas.
"Engana-se quem pensa que o ovo diet tem menos calorias. O chocolate diet não contém açúcar, mas tem mais gordura. Em cem gramas pode haver cerca de 557 calorias", alerta a nutricionista. Os valores nutricionais podem variar também se o ovo tiver recheio, frutas e licores, por exemplo.
Com formas, cores e sabores diferentes, os chocolates se tornam uma tentação para as crianças, que muitas vezes querem devorar o ovo de uma vez. Viviane diz que o ideal é que o doce seja consumido em pequenas porções, sempre após as refeições. "O chocolate é uma nutritiva fonte de energia, que pode ser útil na alimentação das crianças, principalmente naquelas que necessitam ganhar peso. Entretanto, os pais não devem substituir as refeições por ovos de Páscoa.
"Nesta época, o chocolate pode ser oferecido em pequenas porções como sobremesa", afirma a nutricionista.
Os problemas mais comuns causados pelo exagero são de desconforto e desarranjo intestinal, podendo ocorrer também alterações transitórias no valor das gorduras e glicemia sanguíneas.
Além disso, é comum associar o consumo de chocolate ao aparecimento de acne. O dermatologista da Beneficência Portuguesa de São Paulo, Leonardo Abrucio Neto, afirma que não há nenhum trabalho científico que faça uma associação direta entre a ingestão do alimente e o problema de pele, mas que ainda assim há explicação para o surgimento de acne após consumo excessivo de chocolate.
"Os chocolates são ricos em gordura e o excesso de gordura pode aumentar a secreção das glândulas sebáceas, estimulando a produção de acne. Por isso, o consumo de chocolate deve ser moderado", diz o dermatologista.
Chocolate: cuidado com o exagero pós Páscoa
Ontem foi domingo de Páscoa e isso quer dizer que todo mundo está cheio de ovo de chocolate em casa. Mas é necessário maneirar no consumo porque comer chocolate demais pode trazer mais problemas do que simplesmente engordar.
Crianças e diabéticos podem ser as maiores vítimas do doce. Isso porque o chocolate apesar de ser um alimento nutritivo e não precisar ser excluído da dieta alimentar, também é rico em gorduras e deve ser consumido com moderação. A nutricionista da Beneficência Portuguesa de São Paulo, Viviane Chaer Borges, explica que não há um consumo mínimo recomendado e que a quantidade de calorias depende do tipo de ovo de Páscoa.
De acordo com a especialista, o campeão em calorias é chocolate branco, além dos ovos ao leite com oleaginosas, nozes ou castanhas: cem gramas têm cerca de 560 calorias. Já o chocolate meio amargo é o que conta com menores índices de caloria, com cerca de 475 calorias por cem gramas. "Engana-se quem pensa que o ovo diet tem menos calorias. O chocolate diet não contém açúcar, mas tem mais gordura. Em cem gramas pode haver cerca de 557 calorias", alerta a nutricionista. Os valores nutricionais podem variar também se o ovo tiver recheio, frutas e licores, por exemplo.
Com formas, cores e sabores diferentes, os chocolates se tornam uma tentação para as crianças, que muitas vezes querem devorar o ovo de uma vez. Viviane diz que o ideal é que o doce seja consumido em pequenas porções, sempre após as refeições. "O chocolate é uma nutritiva fonte de energia, que pode ser útil na alimentação das crianças, principalmente naquelas que necessitam ganhar peso. Entretanto, os pais não devem substituir as refeições por ovos de Páscoa. "Nesta época, o chocolate pode ser oferecido em pequenas porções como sobremesa", afirma a nutricionista.
Os problemas mais comuns causados pelo exagero são de desconforto e desarranjo intestinal, podendo ocorrer também alterações transitórias no valor das gorduras e glicemia sanguíneas.
Além disso, é comum associar o consumo de chocolate ao aparecimento de acne. O dermatologista da Beneficência Portuguesa de São Paulo, Leonardo Abrucio Neto, afirma que não há nenhum trabalho científico que faça uma associação direta entre a ingestão do alimente e o problema de pele, mas que ainda assim há explicação para o surgimento de acne após consumo excessivo de chocolate.
•Diet, light ou zero?
•Pesquisa traça o consumo de chocolate no Brasil
"Os chocolates são ricos em gordura e o excesso de gordura pode aumentar a secreção das glândulas sebáceas, estimulando a produção de acne. Por isso, o consumo de chocolate deve ser moderado", diz o dermatologista.
Crianças e diabéticos podem ser as maiores vítimas do doce. Isso porque o chocolate apesar de ser um alimento nutritivo e não precisar ser excluído da dieta alimentar, também é rico em gorduras e deve ser consumido com moderação. A nutricionista da Beneficência Portuguesa de São Paulo, Viviane Chaer Borges, explica que não há um consumo mínimo recomendado e que a quantidade de calorias depende do tipo de ovo de Páscoa.
De acordo com a especialista, o campeão em calorias é chocolate branco, além dos ovos ao leite com oleaginosas, nozes ou castanhas: cem gramas têm cerca de 560 calorias. Já o chocolate meio amargo é o que conta com menores índices de caloria, com cerca de 475 calorias por cem gramas. "Engana-se quem pensa que o ovo diet tem menos calorias. O chocolate diet não contém açúcar, mas tem mais gordura. Em cem gramas pode haver cerca de 557 calorias", alerta a nutricionista. Os valores nutricionais podem variar também se o ovo tiver recheio, frutas e licores, por exemplo.
Com formas, cores e sabores diferentes, os chocolates se tornam uma tentação para as crianças, que muitas vezes querem devorar o ovo de uma vez. Viviane diz que o ideal é que o doce seja consumido em pequenas porções, sempre após as refeições. "O chocolate é uma nutritiva fonte de energia, que pode ser útil na alimentação das crianças, principalmente naquelas que necessitam ganhar peso. Entretanto, os pais não devem substituir as refeições por ovos de Páscoa. "Nesta época, o chocolate pode ser oferecido em pequenas porções como sobremesa", afirma a nutricionista.
Os problemas mais comuns causados pelo exagero são de desconforto e desarranjo intestinal, podendo ocorrer também alterações transitórias no valor das gorduras e glicemia sanguíneas.
Além disso, é comum associar o consumo de chocolate ao aparecimento de acne. O dermatologista da Beneficência Portuguesa de São Paulo, Leonardo Abrucio Neto, afirma que não há nenhum trabalho científico que faça uma associação direta entre a ingestão do alimente e o problema de pele, mas que ainda assim há explicação para o surgimento de acne após consumo excessivo de chocolate.
•Diet, light ou zero?
•Pesquisa traça o consumo de chocolate no Brasil
"Os chocolates são ricos em gordura e o excesso de gordura pode aumentar a secreção das glândulas sebáceas, estimulando a produção de acne. Por isso, o consumo de chocolate deve ser moderado", diz o dermatologista.
19 de mar. de 2010
Casa de Parto em São Sebastião será fechada
Encerramento das atividades do tradicional recinto divide opiniões. Preocupadas, mães e representantes da comunidade local preparam manifestação para tentar mudar medida do Ministério Público
Por: Mara Puljiz
Estabelecimento, criado em 2001, é fundamentado no princípio do parto humanizado e existe em outros países
A Casa de Parto de São Sebastião será desativada. A determinação é da Secretaria de Saúde do Distrito Federal, com base em uma recomendação feita pelo Ministério Público e no Conselho Federal de Medicina (CFM). Segundo o subsecretário de Atenção à Saúde, José Carlos Quinaglia, a medida foi acertada durante reunião na última segunda-feira e deverá ocorrer no próximo mês, quando os oito enfermeiros da unidade serão transferidos para o Hospital Regional do Paranoá (HRPA). “O local onde funciona a Casa de Parto não é adequado. Ela deveria ficar acoplada a uma maternidade para que, toda vez que ocorresse uma complicação na hora do parto, a paciente pudesse contar com intervenção obstétrica, mas a unidade vinha funcionando de forma precária e agora os enfermeiros vão trabalhar com obstetras. A ideia é oferecer mais segurança para as gestantes”, disse.
A partir de abril, as gestantes que entrarem em trabalho de parto em casa terão de ligar para o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). Os médicos da ambulância atenderão as parturientes, como normalmente ocorre em todo o DF. A notícia trouxe desconforto para muitas mulheres de São Sebastião, principalmente para aquelas que não dispõem de carro particular e dependem de ônibus para se deslocar.
A dona de casa Ana Paula Marques, 25 anos, mora na zona rural Chapada. Para chegar ao centro de São Sebastião, ela gasta pelo menos meia hora de ônibus. Do Paranoá até lá, é quase uma hora. Onde Ana Paula mora, os ônibus passam três vezes ao dia, mas não existe linha direto para o Paranoá. “Se não fosse a Casa de Parto, eu teria ganhado minha filha (hoje, com cinco anos) na rua. Onde eu moro, teve uma mulher que ganhou neném em casa porque o Samu não chegou a tempo”, contou.
A Casa de Parto foi inaugurada em 2001 e ocupa uma dependência da Unidade Mista de Saúde da cidade. Ela tinha como missão humanizar o atendimento das gestantes e facilitar o acesso das mães. Desde então, cerca de 5 mil bebês nasceram no local. Segundo a coordenadora da instituição, Gerusa Amaral de Medeiros, a média é de 20 partos e 500 atendimentos mensais. Até o ano passado, 11 médicos obstetras acompanhavam o nascimento de crianças na unidade, mas todos eles foram remanejados para o Hospital do Paranoá.
Infraestrutura
Para o subsecretário José Quinaglia, a falta de especialistas e o déficit de aparelhos médicos necessários para procedimentos de urgência impedem a Casa de Parto de continuar as atividades. Na visão do presidente do Conselho Regional de Saúde, Vilson Mesquita, porém, com o fechamento da casa, as gestantes de São Sebastião passam a correr risco dobrado, uma vez que elas terão de se deslocar para o Paranoá quando entrarem em trabalho de parto. “A distância entre São Sebastião e Paranoá é muito grande e quase não tem ônibus de uma cidade para outra. A maioria das pessoas não tem carro e então vai ser um caos para as mães. Na Casa de Parto, tem profissionais excelentes e seria mais fácil enviar médicos em número suficiente para lá do que deixar a cidade 100% descoberta”, defendeu.
Ainda segundo Mesquita, as mulheres grávidas são assistidas na unidade de saúde, fazem o pré-natal e são orientadas durante toda a gestação. Do ano passado até hoje, ele estima que pelo menos 200 crianças nasceram no local. “Cerca de 40% dos partos do Paranoá são de mães de São Sebastião. É a cidade onde mais nascem crianças”, disse. A notícia do fechamento pegou muitas mulheres de surpresa, mas outras admitem ter medo de realizar parto sem a presença de um obstetra. É o caso da dona de casa Nataly Mara da Silva Sales, 21 anos. Ela preferiu ir até o Hospital Regional do Paranoá para ter a pequena Tayla, de seis meses: “Não tive coragem (de procurar um obstetra) porque, caso acontecesse alguma complicação, não tinha nem como bater ecografia, mas não tenho do que reclamar das enfermeiras da Casa de Parto, porque sempre me acolheram muito bem”.
Mobilização
Para sensibilizar a Secretaria de Saúde a manter a Casa de Parto, mães e diversas pessoas da comunidade organizam uma manifestação para a próxima quarta-feira, às 9h30. Com faixas e cartazes, a população promete se juntar para evitar que os enfermeiros deixem a Unidade Mista de Saúde. Segundo o presidente do Conselho Regional de Saúde, Vilson Mesquita, no próximo dia 24, integrantes da Comissão de Saúde da Câmara Legislativa do DF (CLDF) também marcaram de visitar a Casa de Parto.
Mesquita acredita que a instituição não pode deixar de existir. “São poucos os partos na Casa de Parto de São Sebastião, mas uma vida salva já é muita coisa. É melhor ter profissionais para atender as mães do que elas ganharem neném no meio da rua e pegarem alguma infecção. Se sem obstetra é arriscado, sem obstetra e enfermeiro fica muito pior”, acredita. Segundo José Carlos Quinaglia, uma nova conversa deverá ser agendada com enfermeiros de São Sebastião. Ele explica que a maternidade do Hospital do Paranoá está toda equipada para receber os profissionais, mas que eles terão opção de escolher para qual hospital do DF querem ir.
Esta mobilização contará também com a presença de Ivonildo Di Lira e de demais lideranças comunitárias de São Sebastião.
O número
5 mil - Número estimado de crianças que nasceram na Casa de Parto desde sua fundação, em 2001
Para saber mais
Operação humanizada
Os chamados Centros de Parto Normal foram criados por meio da Portaria de Nº 985/611 do Ministério da Saúde, publicada em agosto de 1999 no Diário Oficial. Pelo documento, não há a obrigação dessas casas de partos serem vinculadas a hospitais, assim como não há a exigência de um médico. Atualmente, existem 14 unidades desse tipo no Brasil. O parto humanizado é muito valorizado em países como Japão, França e Países Baixos. No Brasil, a proposta ainda enfrenta muitas críticas e é alvo de discussões entre enfermeiros e médicos. A ideia é diminuir as cesarianas, as medicações e as intervenções desnecessárias, assim como permitir que as parturientes decidam sobre seu próprio corpo.
Fonte: Correio Braziliense
6 de mar. de 2010
MP denunciou esquema semelhante ao de Arruda no governo Roriz, diz Globo News
Uma denúncia do Ministério Público Federal (MPF) apresentada à Justiça em 2003 indica que um esquema muito semelhante ao do recente escândalo de corrupção no Distrito Federal, que envolve o governador afastado José Roberto Arruda, já acontecia no governo anterior, de Joaquim Roriz. É o que afirma reportagem exibida pela Globo News.
De acordo com a emissora, além de Roriz, entre os denunciados aparece Durval Barbosa, ex-secretário de Relações Institucionais e pivô do escândalo do DF. A diferença, diz a Globo News, é que os processos envolvendo Roriz não foram para frente e estão parados na Justiça até hoje.
A denúncia do Ministério Público sustenta que o ex-governador Joaquim Roriz usava de forma “reiterada, sistemática e permanente” recursos públicos na campanha eleitoral. E aponta indícios de que ele teria desviado R$ 13 milhões. Segundo o MPF, governo Roriz contratava empresas e repassava recursos para o pagamento de serviços que nunca seriam feitos.
Para justificar o pagamento, as empresas emitiam notas fiscais frias. Depois, essas empresas assumiam os gastos do comitê de campanha do então governador, que concorria à reeleição na época. Ainda de acordo com a reportagem da Globo News, o dinheiro pagou a construção de um estúdio de TV onde foram gravados os programas da campanha de Roriz.
Duas empresas suspeitas de participação nos crimes investigados pela operação Caixa de Pandora são mencionadas no processo contra o governo anterior: a Adler e a Linknet. Na ocasião, a Câmara Legislativa não deu autorização para a Justiça processar Joaquim Roriz. A emissora afirma que o assessor de Roriz, Paulo Fona, disse que não houve uso de recursos públicos na campanha eleitoral, tanto que processo semelhante foi arquivado no TSE.
Fonte: Uol Notícias
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1 de mar. de 2010
Projeto Social Tênis na Praça está de volta
O Projeto Social Tênis na Praça teve início em março de 2008 e tem como objetivo o desenvolvimento e a integração de jovens e adolescentes em idade escolar.
Em bréve o "Projeto Social Tênis na Praça" também será desenvolvido na Vila Olímpica de São Sebastião com o apoio do Projeto Lira Cultural. Os jovens de São Sebastião interessados na aprendisagem desse tipo de esporte na cidade deverão fazer uma pré-inscrição através do site: http://www.lira.org.br/ ou através do celular: (061) 92428154.
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25 de fev. de 2010
Duplicação da DF 463 - São Sebastião - DF (29/06/2007)
Na abertura do Governo nas Cidades desta sexta-feira (29), em São Sebastião, o governador José Roberto Arruda assinou ordem de serviço autorizando o início das obras de restauração da DF-001. O valor da obra é de R$ 3 milhões e o prazo para a conclusão é de 90 dias.
O trecho que será revitalizado tem 10,5 quilômetros de extensão – vai da Escola de Administração Fazendária (Esaf) até a DF-140, rodovia que liga Brasília a Unaí. A restauração deve começar na próxima semana e está sob responsabilidade do DER. De acordo com Josias Cavalcante, superintendente de Engenharia do Departamento de Estradas de Rodagem (DER), os trechos da pista que estiverem em pior condição devem passar por uma operação tapa-buracos e depois será feito o recapeamento de toda a rodovia.
Além da reforma da DF-001, um trecho de 5km, na entrada da DF-463, via de acesso a São Sebastião, será duplicado até o entroncamento da DF-140. O edital de licitação será publicado em julho e o valor da obra está estimado em R$ 6 milhões.
Para o padeiro Eldino Batista de Souza, morador há 14 anos em São Sebastião, a notícia é boa. “Essa duplicação vai oferecer mais segurança para motoristas, pedestres e principalmente aos ciclistas, que utilizam muito essa via”, disse.
Arruda também autorizou o plantio de mudas no canteiro central, que vai do balão de São Sebastião até o balão da Ponte JK. Serão plantadas ainda palmeiras e ipês roxos e amarelos. O governador anunciou a construção do estacionamento da área comercial do Jardim Botânico, no valor de R$ 276,7 mil.
Isaac Marra e Andressa Lanzellotti - Agência de Comunicação
Voltar para o site: http://www.lira.org.br/
2 de fev. de 2010
Administração do Lago Sul constrói estacionamento no Comércio da QI 13 para facilitar o acesso de moradores e freqüentadores do local
A Administração do Lago Sul está construindo estacionamento e calçadas em frente ao Bloco E da QI 13 do Lago Sul com vagas para 34 carros, aproximadamente. De acordo com o Administrador do Lago Sul, Paulo Zuba, as obras estão sendo executadas pela empresa Conceito Engenharia e custaram aos cofres públicos cerca de oitenta mil reais. Segundo ele, as obras são mais do que necessárias porque vão facilitar o acesso de lojistas e freqüentadores do comércio local, que sofrem com a poeira, no período de estiagem, e com a lama, no período das chuvas.Para a vendedora de loja Vera Martins, que trabalha em uma das lojas do Bloco E da QI 13, a construção do estacionamento veio em boa hora. “Os clientes paravam os carros em outro local e vinham a pé, até a loja, para fazerem as suas compras. Mas, na maioria das vezes, eles escolhiam outros estabelecimentos por causa da infra-estrutura”, afirmou. Quem também ficou satisfeita com as obras foi Michelle Pereira, funcionária de uma escola de balé que fica bem em frente ao novo estacionamento. Ela afirmou que o momento mais crítico era no período das chuvas, quando se formava uma grande poça de lama, dificultando o acesso de alunos e professores. “Toda a área em frente do bloco era só barro. Agora está ótimo!”, disse.
Vitória Ribeiro, moradora e freqüentadora do comércio local da QI 13, está satisfeita com as obras porque, a partir de agora, vai poder estacionar com mais facilidade o seu carro em frente ao bloco E, e conseqüentemente, freqüentar as lojas que ficam nesta parte da quadra. “Eu sempre quis fazer compras nas lojas do bloco E, mas devido ao difícil acesso, acabava desistindo. Isso aqui era terrível. Agora, ficou bem melhor”, desabafou.
Paulo Zuba informa, também, que esta era uma antiga reivindicação dos próprios comerciantes e moradores da região. Segundo informou, a revitalização do comércio local da QI 13 teve início com a construção da Praça e da reforma da quadra de tênis que, desde a sua inauguração, tem atraído mais e mais freqüentadores graças ao conforto e a segurança do lugar.
Ivonildo Di lira
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A Família Imperial Brasileira
Muitos brasileiros ficam espantados com o simples fato de saber que no Brasil existe uma família imperial, os poucos que conhecem conheceram a face desta família, que fora construida sobre o imaginário republicano. Depois de 114 Anos de República, e tendo nossa Pátria resistido os mandos e desmandos de infelizes mandatários que se estendem até os dias de hoje. A Família Imperial Brasileira ainda é tida como a reserva moral da nação.
Nossos príncipes remontam a época da Indepêndencia do Brasil, e poucos sabem que na realidade remontam a Hugo Capeto (940-996) que fora Rei da França em 987. Isto a precisamente a 1017 Anos!
Tendo na sua árvore genealogica, obviamente a Princesa Isabel, Dom Pedro II, Dom Pedro I e Dom João VI. Os príncipes do Brasil tem em linha varonil direta, São Luiz (Luiz IX) Rei Cruzado da França (1214-1270) pela parte Orleans. Pela parte Bragança remonta a Dom Afonso, Primeiro Duque de Bragança, que se casou com a filha de Dom Nun'Alvares Pereira, Condestável de Portugal.
E também pela parte Wittelsbach remontando a Oto de Wittelsbach (Conde Palatino da Baviera em 1156). Vemos bem que a nossa família imperial remonta a muito mais tempo do que imaginamos !
É sendo assim que com orgulho divulgamos a nossa Causa, que é pela Restauração da Monarquia no Brasil, interrompida por uma quartelada que não chegava a representar 1% do Exército na aquela época. Erram, e erram feio aqueles que pensam que a República fora um regime que trouxe a democracia ! Vejam quantas vezes esta "democracia" fora interrompida por golpes, mandos e desmandos ! E lembrai-vos que aqueles que quiseram a República eram aqueles que queriam a continuação do Regime Escravocrata. Sendo assim vamos libertar o Brasil de um jugo que ha 114 Anos o entorpece em seu crescimento e sua soberania como nação.
A Questão Dinástica (Se é que ela existe !)
A questão dinástica (que alguns supõem que existe na Casa imperial do Brasil) remonta o ano de 1908, quando o então Príncipe Dom Pedro de Alcantara, herdeiro dinástico da Princesa Isabel renunciou os seus direitos dinásticos ao Trono do Brasil, por si e seus descendentes.
Com a renúncia, a sucessão pasaria para seu irmão o Príncipe Dom Luis de Orleans e Bragança (Principe Perfeito), e dai por diante, para seu filho Dom Pedro Henrique , e seu primogênito, Príncipe Dom Luiz de Orleans e Bragança - Atual chefe da Casa Imperial.Quanto a renúncia, se deve ao fato do Príncipe Dom Pedro de Alcantara casar-se coma Condessa Maria Elizabeth Dobrzensky von Dobrzenicz,uma família antiga e aristocrata da Bohêmia, porém sem laços com qualquer dinastia da Europa.
Como mãe, a Princesa Isabel nada tinha a opor às intenções matrimonias de seu filho mais velho, mas, como de jure Imperatriz e Chefe da Casa Imperial Brasileira, era contrária a esse casamento por motivos dinásticos e talvez até políticos. Ela desejava que seu herdeiro dinástico contraísse um casamento dinástico, ou seja, que o Príncipe D. Pedro de Alcântara se casasse com uma Princesa de uma das casas dinásticas da Europa. Caso contrário, deveria renunciar aos seus direitos de sucessão. E ela exigiu isto de seu filho.Para D. Pedro de Alcântara havia, entretanto, quatro alternativas: efetuar um casamento Dinástico, mantendo-se a tradição secular da Dinastia e o desejo de sua mãe; efetuar um casamento não-Dinástico, renunciando aos seus direitos Dinásticos, como mandava a tradição; efetuar um casamento morganático, com a perda de qualquer direito Dinástico para seus eventuais herdeiros, estabelecendo assim um clima constrangedor para a Dinastia, e que certamente não seria aceito por sua mãe; manter-se solteiro, o que não seria salutar para um herdeiro. Até a sua morte em 29 de janeiro de 1940, em Petrópolis, onde residia no Palácio Grão-Pará, D. Pedro de Alcântara sempre honrou essa renúncia. Quando qualquer monarquista se dirigia a ele sobre questões monárquicas brasileiras, após a morte da Princesa Isabel em 14 de novembro de 1921, ele sempre encaminhava seu interlocutor ao seu sobrinho D. Pedro Henrique, que sucedeu a Princesa Isabel (já que seu pai, D. Luís, havia falecido em 23 de março de 1920, portanto um ano e oito mêses antes de sua mãe), e que continuava a morar na França, até 1945.
Após a morte de seu pai, o Príncipe Dom Pedro Gastão (19.2.1913), seu herdeiro, começou a questionar a validade da renúncia. Entretanto, ao perceber que a maioria dos monarquistas não o consideravam como herdeiro dinástico, D. Pedro Gastão não levou essa questão muito adiante. O assunto só voltou a ser centro das atenções, particularmente da mídia, por ocasião da campanha plebiscitária de 1993, quando muitos questionavam, inclusive monarquistas, se o Príncipe D. Luiz de Orléans e Bragança, o então herdeiro dinástico, estava apto para assumir o posto de Imperador, caso a monarquia vencesse no plebiscito.
INSTRUMENTO DE RENÚNCIA
Príncipe Dom Pedro de Alcântara de Orléans e Bragança
Eu o Principe Dom Pedro de Alcantara Luiz Philippe Maria Gastão Miguel Gabriel Raphael Gonzaga de Orleans e Bragança, tendo maduramente reflectido, resolvi renunciar ao direito que pela Constituição do Imperio do Brazil promulgada a 25 de Março de 1824 me compete à Corôa do mesmo Paiz. Declaro pois que por minha muito livre e espontanea vontade d’elle desisto pela presente e renuncio, não só por mim, como por todos e cada um dos meus descendentes, a todo e qualquer direito que a dita Constituição nos confere á Corôa e Throno Brazileiros, o qual passará ás linhas que se seguirem á minha conforme a ordem de successão estabelecida pelo Art. 117. Perante Deus prometto por mim e meus descendentes manter a presente declaração.
Cannes 30 de Outubro de 1908
Assinado: Pedro de Alcantara de Orleans e Bragança
Nota:
a) Esse ato de renúncia foi emitido em três vias e assinado na presença da Princesa Da. Isabel de Orléans e Bragança, de jure Imperatriz do Brasil, e membros da Família Imperial.
b) Em 9 de novembro de 1908, a Princesa Isabel enviou uma das três vias ao Diretório Monárquico do Brasil, no Rio de Janeiro.
A Legitimidade Monárquica no Brasil" por Armando Alexandre dos Santos, Artpress, São Paulo, 1988. (O autor é genealogista).
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