21 de mar. de 2011

PELA EXTINÇÃO DA ORGANIZAÇÃO DAS NAÇÕES UNIDAS (ONU)

Cada um no seu quadrado. Essa é a minha opinião a respeito da intervenção internacional na Líbia. O cinismo toma conta do grupo formado pela maioria dos países com poder de veto nas Nações Unidas, que age de acordo com o que lhe convêm, tanto do ponto de vista político quanto do ponto de vista financeiro. A história oficial não confirma mais todos nós estamos carecas de saber que o Coronel Muamar Kadhafi derrubou o antigo regime (monárquico) com o apoio dos Estados Unidos, por uma questão de estratégia no Oriente Médio e, também, porque, a época, era conveniente aos norte-americanos. Como hoje a parceria entre eles não é mais interessante, dane-se o Kadhafi e, bomba nele! Os problemas internos da Líbia devem ser resolvidos pelo próprio povo líbio e não pela "ONU". Países como Estados Unidos, França, Itália, Inglaterra e Alemanha manipulam este organismo internacional para invadir países indefesos como a Líbia, Iraque, Afeganistão, dentre outros, sempre com o discurso de que estão protegendo gente inocente quando, na realidade, estão de olho em suas riquezas naturais.


Mas o que mais me deixa triste é que esses mesmos países não só apoiaram ditadores ao arredor do mundo como não respeitaram os direitos humanos, no entanto, se colocam acima do bem e do mal. Eles cometeram todo tipo de atrocidades mais nem por isso foram punidos pelo desgastado Conselho de Segurança das Nações Unidas. Quantas vidas foram ceifadas pelos Estados Unidos no Iraque e no Afeganistão sem que o sanguinário George W. Bush tenha sido julgado e condenado. Ou seja. Esse órgão só age com imparcialidade quando o assunto em questão é do agrado destes países. Por esse motivo prego a extinção da ONU e, no lugar dela, a criação de outra entidade, muito mais democrática e com outro modelo de gestão, formada por todas as nações da terra e que tenha como sede um lugar neutro, de preferência em uma ilha qualquer, cujo território seja também internacional, a exemplo da Antártica.

Outro ponto importante e que as pessoas talvez não tenham reparado é que, quando surge um conflito qualquer, são exatamente esses mesmos países que primeiro enviam tropas para os campos de batalha do país inimigo e, em nome dos direitos humanos e da paz mundial, matam, sem piedade, como se os erros justificassem os meios. Depois de atingirem os seus objetivos, vem a reconstrução do país que acabaram de destruir, por eles mesmos e pelas empresas que fazem parte do esquema bilionário e que sobrevivem graças a esses conflitos armados. Ganha os fabricantes de armas, os donos de construtoras e daí por diante. O país que teve o seu território invadido herda uma dívida externa impagável e para sempre fica dependente destas nações que detêm o poder de veto nas Nações Unidas.

A França e os Estados unidos estão tentando empurrar de goela abaixo caças de combate ao governo brasileiro e esta invasão ao território líbio, a meu ver, é uma forma de promoverem seus produtos, mesmo à custa de vidas humanas. Mesmo com toda tecnologia que dispõem eles acabam acertando em civis que não têm nada a ver com os conflitos, mas quando são questionados pela comunidade internacional, negam até o fim. Já que eles gostam de se meter em tudo quanto é lugar, por que, então, não se metem com a China, Rússia, Coréia do Norte e o Irã? O Tibete, pelo que eu sei, não pertence a China, mas esta agregou este pequeno país ao seu território. Quanto a isso a ONU não se manifesta e finge que nada está acontecendo. Ou seja. Este manipulado órgão internacional emprega um peso e duas medidas em suas resoluções e, por isso mesmo, não é confiável e precisa ser extinto! Que cada um viva no seu quadrado, respeitando, pois, o quadrado do outro. Ivonildo Di Lira (Brasília-DF).

3 de fev. de 2011

Comunicado oficial de Dom Luiz sobre as enchentes no Rio de Janeiro

Ainda estão gravadas na memória de todos nós as imagens de devastação e pavor causadas pelos deslizamentos, enxurradas e enchentes que flagelaram particularmente a região serrana do Rio de Janeiro.


A dor e a desolação de nossos irmãos, que assim perderam seus entes mais queridos, suas residências e seus bens, suscitaram em nossas almas esse sentimento tão brasileiro de comiseração, de piedade e de ajuda. De todo o Brasil, começaram a afluir para a região sinistrada auxílios dos mais diversos.

Nos primeiros momentos desta tragédia, o anseio veemente de meu coração pesaroso era poder de alguma forma levar a todos esses atingidos o consolo material e sobretudo espiritual de que mais necessitavam naqueles instantes, mitigando de alguma forma a dor que em diversos modos e graus os atingia. Motivo pelo qual, antes de mais, devotei minhas preces a Deus Nosso Senhor a rogar pelo eterno descanso dos falecidos e pelo conforto de todas as vítimas desta catástrofe natural, potencializada infelizmente por certo descaso humano. Seguindo o exemplo de meus maiores – e recordo aqui com afável emoção a figura determinada e bondosa de minha bisavó a Princesa Isabel – era também meu desejo poder fazer chegar a esses brasileiros uma ajuda material que de alguma forma lhes servisse de amparo e lhes proporcionasse ânimo para um reerguimento.

Ao comunicar estes meus anseios aos que comigo convivem mais de perto, foi possível, graças à diligência e operosidade de devotados monarquistas, organizar a coleta de alimentos, roupas e bens de primeira necessidade. Desde já, um caminhão com três toneladas destes bens, fruto da generosidade desprendida de tantos, partirá do interior do Estado de São Paulo, no próximo dia 31 de janeiro, rumo à região atingida. Meu irmão, o Príncipe Dom Antonio – diante da impossibilidade de eu o fazer pessoalmente – se encarregará, em nome da Família Imperial, de liderar o grupo de voluntários que fará a entrega desses bens. Nesta hora, a Família Imperial sente-se especialmente unida no sofrimento, mas também no cristão sentimento de esperança, a todos aqueles física ou moralmente feridos por tão calamitosos eventos.

Rogo, pois, a Nossa Senhora Aparecida, Rainha e Padroeira de nossa Nação, que vele por todos maternalmente e faça o Brasil reerguer-se do impacto destes flagelos naturais que o atingiram, bem como dos flagelos morais que vão dilacerando nossa sofrida sociedade.

Dom Luiz  de Orleans e Bragança - Chefe da Casa Imperial Brasileira

Como elaborar um plano de negócio

CONSUMIDORES CONSCIENTES GANHAM DESCONTO NA CONTA DE ÁGUA

Práticas ambientalmente sustentáveis, como economia de água, geram lucro para a população do DF. Atendendo a Lei Distrital nº 4.341, de 22 de junho de 2009, do deputado Reguffe e a Resolução nº 06, de 5 de julho de 2010, da Adasa, a Caesb passará a bonificar, a partir de março, os usuários dos serviços de água que reduzirem seu consumo.
O bônus-desconto de 20% sobre a economia realizada será concedido àqueles que reduzirem o consumo em comparação ao mesmo período do ano anterior. Todos os clientes da Caesb vão receber na fatura deste mês informações referentes à concessão do bônus-desconto de incentivo à redução do consumo de água.

O primeiro período de apuração do bônus-desconto iniciou no mês de julho de 2009 e encerrou em 31 de dezembro de 2010. Os períodos de apuração seguintes ocorrerão entre janeiro e dezembro de cada ano. Os usuários vão receber a bonificação em no máximo 12 parcelas mensais.

Desde setembro de 2009, a Caesb encaminhou no verso da fatura, informações sobre a legislação, que dispõe sobre o incentivo à redução do consumo de água no DF. A Caesb irá devolver um montante de R$ 8,3 milhões aos clientes no ano de 2011.

Cálculo

Neste mês, a Caesb vai encaminhar ao titular da conta, que reduziu seu consumo, um demonstrativo contendo:

• volume economizado em metros cúbicos no período de apuração;

• volume básico de cálculo do bônus-desconto em metros cúbicos;

• tarifa inicial da categoria, em reais por metro cúbico vigente na data;

• valor do bônus-desconto em reais e a forma de concessão do bônus.

O valor será calculado multiplicando a tarifa inicial da categoria em que o usuário está enquadrado, por 20% do somatório dos volumes mensais economizados no período de 12 meses de apuração.

Como calcular

O cliente B, de tarifa residencial normal, consumiu em dezembro de 2009 81m³. Em dezembro de 2010, o consumo foi de 52m³. No caso, a economia realizada foi de 29m³. O bônus-desconto prevê 20% desta economia realizada, sendo portanto, 5,8m³. Para obter o valor em reais do bônus, deve-se multiplicar o 5,8m³ pelo valor da tarifa, que é de R$1,59. O bônus a ser concedido será de R$9,22.


CLIENTE A TARIFA RESIDENCIAL POPULAR


CONSUMO(m3) ECONOMIA

(m3) 20% TARIFA(R$) BÔNUS (R$)

12/10 12/09

16 49 33 6,6 1,19 7,85


CLIENTE B TARIFA RESIDENCIAL NORMAL

CONSUMO(m3) ECONOMIA

(m3) 20% TARIFA(R$) BÔNUS (R$)

12/10 12/09

52 81 29 5,8 1,59 9,22

CLIENTE C TARIFA COMERCIAL

CONSUMO(m3) ECONOMIA

(m3) 20% TARIFA(R$) BÔNUS (R$)

11/10 11/09

8702 11174 2472 494 4,02 1.987,49




8 de jan. de 2011

Lira concede entrevista à Folha de São Sebastião


FOLHA – 7.204 votos... Muitos davam como certo que, com este cacife eleitoral, seu nome já estava definido como administrador de São Sebastião. O que na realidade não aconteceu. Ou melhor, em sua opinião, o que aconteceu?
                            
LIRA – Eu fui a pessoa que no passado lutou pela criação da Administração Regional de São Sebastião – RA/XIV e, administrar a cidade, sempre foi o meu sonho. Sonho esse que nunca pude realizar pelo simples fato de não existir no Distrito Federal eleição direta para administradores regionais. Como as nomeações desses administradores ficam por conta do governador, dificilmente um líder comunitário como eu é empossado no cargo sem o apoio de um deputado. No que diz respeito à composição do novo governo as negociações aconteceram entre o governador Agnelo Queiroz e a presidência dos partidos políticos. O PHS, por exemplo, sustentou até o último minuto o meu nome para a Administração de São Sebastião, mas acabou perdendo força para os partidos com representação na Câmara Legislativa. Como o governo precisava do voto do deputado Agaciel Maia (PTC) para o deputado Cabo Patrício se eleger presidente da Câmara Legislativa, não foi difícil para ele colocar na mesa de negociação a Administração de São Sebastião, já que as lideranças políticas da cidade estavam em pé de guerra. Da parte do PT tinha o Albertino que não abria mão para o Chicão que por sua vez também não abria para o Albertino. O PSB defendeu o nome do Waldir Cordeiro e o Fórum das Entidades o nome da Socorro e do Gilberto. E todos eles não abriram mão de seus nomes para que eu pudesse ser o Administrador, mesmo sabendo que fui o mais bem votado da cidade para deputado distrital. Acredito que esse foi um dos principais motivos que levou o governador a optar por um nome de fora.
                                          
FOLHA-- Então, seu futuro político, como se define neste momento?

LIRA – Ainda estamos em negociação, a nível partidário, como todos os partidos estão negociando. É certo que terei o meu espaço, assim como a minha equipe que trabalhou – e muito – para dar a vitória ao governador Agnelo nestas eleições de 2010. Mas independentemente do resultado vou continuar lutando pelo desenvolvimento de São Sebastião.
                                                                                                                          
FOLHA – Como você viu e encarou as manifestações surgidas contra a indicação da nova administradora Janine Barbosa?

LIRA – Vivemos em um estado democrático e, dentro dos limites, todos têm direito de externar suas opiniões – favoráveis ou não – com relação aos atos dos nossos governantes. Pessoalmente, não me envolvi pelo simples motivo de não querer passar a idéia de que estava revoltado por não ter sido contemplado com o cargo. Porque uma coisa é você defender os interesses da cidade e outra coisa é você defender os seus próprios interesses. Com relação à manifestação em si, o que pude perceber foi pessoas brigando em causa própria, e esse tipo de coisa eu não faço! Por quê os líderes dessa manifestação não se uniram em defesa de São Sebastião antes? Com exceção do Waldir e da Tiana, todos eles apoiaram, nas últimas eleições, candidatos de fora. Se não fosse isso São Sebastião teria elegido o seu deputado distrital.

FOLHA – E com relação à nova administração, qual a sua posição?

LIRA – Como frisei, gostaria de administrar São Sebastião, até porque fui um dos que lutou para que chegássemos ao patamar que estamos hoje, com a criação da RA-XIV e tudo o mais. Tenho certeza que também outros nomes poderiam ter sido escolhidos... Mas, em nome da governabilidade, me sinto no dever cívico de ajudá-la no que for possível. Pois desejo a ela, Janine, tudo de bom e que realize um ótimo trabalho à frente da Administração da nossa cidade. Penso primeiro no bem-estar dos moradores de São Sebastião e deixo para segundo plano as minhas posições e pretensões político-pessoais de modo que a população não venha ser prejudicada.

Folha - Você acredita que entre os manifestantes existiam aqueles que não foram sinceros?
 
Exatamente!. Eu acredito que entre os manifestantes existiam pessoas com boas intenções e que, de fato, estavam pensando na cidade. Mas era uma minoria que só participaram da manifestação por desconhecimento da verdade. Elas foram usadas por aqueles que tinham interesse pessoal de assumir o cargo de administrador no lugar da Janine e de se projetar politicamente. Acreditem ou não mais já tinha pessoas dizendo que seria candidato em 2014 só porque tiveram os seus 15 segundos de fama na televisão. Se a manifestação em si fosse de cunho social e comunitário em prol de São Sebastião, como deram a entender, eu teria sido o primeiro a defende-la.. Acredito que depois de 25 anos nesta cidade eu tenha aprendido alguma coisa para saber diferenciar o certo do errado e não agir somente pela emoção. Quanto as pessoas que fazem parte da chamada “Frente Política de Defesa de São Sebastião” deveriam ter visto isso antes, e se elas realmente se importam com a cidade, como afirmam, não deveriam ter apoiado candidatos de fora para deputado distrital. Não fosse isso São Sebastião teria, hoje, o seu representante na Câmara Legislativa. Errar é humano, mas permanecer no erro, é burrice! Eu nunca disse que sou a favor da indicação de Agaciel Maia. Muito pelo o contrário. O fato de eu não ter sido indicado administrador não significa que eu tenha que sair por aí protestando e dando porrada em mundo como um revoltado. Política não é isso!

Folha - E com relação ao café da manhã promovido pela Janine na Administração?
Me posicionei contra a manifestação em si porque, a meu ver, foi oportunista e fora de hora. Tanto eu estava certo que a maioria das pessoas que estavam na manifestação voltaram à atrás e se calaram. Prova disso foi no café da manhã que a administradora Janine promoveu na última sexta-feira na Administração. Estavam lá, pasmem, o Chicão, Albertino, Waldir Cordeiro e diversos outros manifestantes que até poucos dias atrás estavam  revoltosos com a indicação de Agaciel Maia e, ao invés de criticar a nova Administradora, fizeram foi elogiá-la!. Daí eu pergunto: adiantou fazer tanto barulho?. As mesmas pessoas que estavam contra a indicação da Janine foram as mesmas que tomaram do café, do suco e comeram do bolo dela. Se eu estivesse no lugar delas eu não teria feito isso porque ficou feio! É aí quando falo que fazer política responsável não é sair por aí julgando e nem brigando com ninguém. É preciso diferenciar política da politicagem. Quanto ao fato de alguns cabos eleitorais meus terem participado da manifestação informo o seguinte: não sou didator. Essas pessoas são livres para opinar sobre qualquer assunto. Quem do meu grupo participou da manifestação participou por conta e risco porque não tiveram o meu apoio. Depois de saberem da minha posição, a maioria recuaram. As poucas que decidiram continuar na manifestação foi porque não faziam mais parte do meu grupo político.

24 de dez. de 2010

Mensagem natalina do Chefe da Casa Imperial Brasileira

Se o Brasil deve a D. João VI as sábias decisões que tornaram possível nossa soberania, e a D. Pedro I sua resoluta concretização, a D. Pedro II deve sobretudo a fixação dos padrões da monarquia brasileira, que nortearam o Segundo Reinado e permaneceram vivos na memória nacional.

Padrões – hauridos da tradição cristã do Ocidente – todos feito de honra, de respeitabilidade, de venerabilidade, que dimanavam do Imperador pairante sobre as contingências da esfera política e marcavam profundamente a vida da Nação.

Nessa obra foi fundamental a parte da minha trisavó, a Imperatriz D. Teresa Cristina. A essa Princesa da Casa de Bourbon-Duas Sicílias nascida em Nápoles a 14 de marco de 1822, filha do Rei Francisco I e da Rainha D. Maria Isabel, tocou a sorte que pelo casamento tão freqüentemente cabe a Princesas: ir para terras distantes, para um país desconhecido que deve adotar como próprio e com o qual se identificará.

Seu matrimônio não obedeceu os ditames românticos tão ao gosto do século XIX. Mas os fatos mostram que aquela foi uma aliança acertada para o Brasil. Por suas qualidades de alma e temperamento D. Teresa Cristina conquistou o Imperador e os brasileiros: inteligente, sensível, com primorosa formação clássica e artística, era consorte bem à altura do erudito esposo; afável, benevolente, religiosa, com discreta nota de dama sofredora, compunha com D. Pedro II o par régio que verdadeiramente inspirava a vida nacional, tanto publica quando familiar.

Acompanhou sempre o Imperador em suas muitas viagens e tornou-se em extremo querida pela população, ficando conhecida como "a Mães dos brasileiros".

Toda mãe sofre ao ser apartada dos filhos e da casa. Assim notadamente com D. Teresa Cristina após 46 anos de doação à terra que adotara. Abalada a fundo com a derrubada do Trono e a inclemência do desterro, sua saúde declinou rapidamente durante a viagem para o exílio, vindo a falecera 28 de dezembro de 1889 em modesto hotel na cidade do Porto. À Baronesa de Japurá confiou suas últimas palavras: "Não morro de moléstia, morro de dor e de desgosto... Brasil, terra abençoada que nunca mais verei..."

* * *
A todos os brasileiros, e em particular aos amigos da Família Imperial, desejo largamente, pela mediação da Virgem Santíssima e de São José, a renovação das certezas e das esperanças que brotam dessa fonte sagrada e sempre fresca que é o Santo Natal de Nosso Senhor Jesus Cristo, a verdadeira felicidade no Ano Novo.

5 de dez. de 2010

Planejamento diário das suas atividades do escritório ou de casa em quatro etapas

Fonte: www.organizesuavida.com.br
Muitas vezes me perguntam se o processo de administração de tempo (ou vida), não deixa a vida muito monótona e chata, com a necessidade constante de planejar, organizar e priorizar. Aonde fica a espontaneidade do ser humano nesse processo?

A resposta para essa pergunta é: você já faz isso desde que nasceu! Você vem equipado de fábrica com o melhor e mais rápido computador que a humanidade já viu: seu cérebro. E ele é responsável por planejar as coisas pra você. Por exemplo, quando você vai sair à noite, você pensa na roupa que vai usar, no lugar que vai ir, nas pessoas que vai levar, no horário que pretende chegar. Isso é um planejamento natural e quantos outros exemplos acontecem e você nem percebe que está planejando, priorizando e organizando as coisas de uma forma natural.

Se isso é natural para algumas coisas por que não transformar o seu planejamento diário em algo natural para você também?

O segredo está em tornar o planejamento diário em um hábito agradável e automático e o primeiro passo para isso é acreditar que é possível e excluir da sua mente qualquer tipo de crença negativa a esse conceito.

Depois que você passar dessa fase de aceitação tem que seguir para a ação. Estudos na área de neurociência afirmam que se você executa uma atividade de forma consecutiva e nos mesmos padrões pelo período de 21 dias, essa atividade se transforma em um hábito. Sugiro que você se discipline para executar seu planejamento diário por 21 dias, sem furos, no mesmos padrões e horários.

O planejamento diário é o processo de alinhamento das tarefas importantes criadas durante o planejamento semanal com as atividades que aparecem no dia a dia. Caso você seja e trabalhe em uma empresa Zen Budista de origem tibetana dificilmente você se preocupará em tarefas que aparecem do “além por alguém pra ontem”, mas se você for como a maioria dos Brasileiros, deve ter muitas tarefas que aparecem no dia a dia e precisam ser priorizadas.

Sugiro que você faça seu planejamento diário logo que chegar no escritório, antes de abrir seus emails ou fazer qualquer outra coisa. São necessários apenas 5 minutos para isso, se preciso chegue mais cedo na empresa para fazer isso.

O processo de planejamento diário deve seguir alguns passos:

1. Abra um sorriso. Relaxe!!! O dia só está começando!
2. Revisar o dia anterior na agenda e verificar o que ficou pendente para ser priorizado hoje, delegado ou agendado para outra data.
3. Revise seus lembretes, anotações ou qualquer coisa que você fez para lembrar de algo para ser feito hoje.
4. Calcule o tempo de cada tarefa, isso evita que você trabalhe mais que o previsto. Seja realista com cada tarefa e reserva um tempo para o seu amigo e conhecido Lira.
5. Priorize as tarefas. Sugiro que você liste as tarefas por ordem que devem ser feitas e siga essa ordem.

Cuidado com excessos: Não adianta programar mil tarefas e conseguir executar apenas metade, você irá se sentir frustrado com isso. Lembre-se: Seu tempo é sua vida, procure usá-lo de forma inteligente e a seu favor!
Christian Barbosa - Empresário, escritor e palestrante especializado em produtividade pessoal. Autor do livro A Tríade do Tempo, a Evolução da Produtividade pessoal - Editora Campus.

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13 de nov. de 2010

Não se pode generalizar na política

Estamos no século XXI e, pelo visto, muitas pessoas ainda não evoluiram o suficiente para saber que a realidade atual é bem diferente de antigamente, de quando os políticos só enxervagam o próprio humbio. Eu estou tentando fazer a minha parte, como pessoa que está interessada em defender o bem público, que é de todos nós! Aconselho a essas pessoas para também somar comigo na defeza de um novo modo de fazer política, a partir dos princípios éticos e morais. Generezar a política, como se todos fossem ladrões e corruptos não é legal, porque esse tipo de pensamento faz com a pessoa perca a esperança de dias melhores. Neste mundo cruel temos que acreditar em alguém que esteja disposto a trilhar o caminho da verdade e, embora seja difícil, é possivel.

1 de nov. de 2010

Enfim uma mulher pode voltar a governar o Brasil *

Bruno de Cerqueira **

Está feito. A maioria do eleitorado votante do Brasil elegeu Dilma Rousseff
como Chefe de Estado e Chefe de Governo a ser empossada em 1º de janeiro de
2011, em Brasília.

Sua Excelência a Senhora Dilma Vana da Silva Rousseff, antiga Ministra de
Estado Chefe da Casa Civil e das Minas e Energia, nascida em Belo Horizonte
aos 14 de dezembro de 1947, é filha do imigrante búlgaro Petar Rusev,
advogado e poeta, e da Senhora (nascida Dilma Jane da Silva).

A Professora Dilma Jane Silva Rousseff, mãe da Presidente eleita, nasceu em
Nova Friburgo (RJ) e parece ter alguma ascendência mineira. Infelizmente
ainda não possuo nenhuma informação pormenorizada sobre as ascendências
búlgara e brasileira de Dilma Rousseff, mas certamente meus amigos do
Colégio Brasileiro de Genealogia (CBG) logo providenciarão...

Neste segundo turno do pleito presidencial brasileiro recebi um sem-número
de mensagens eletrônicas de familiares, parentes, amigos, conhecidos e
desconhecidos. Tinham por objetivo demonizar Dilma Rousseff ou demonizar
José Serra. Entendendo que isso configura um pecado grave, deletava todos.
Sou membro do Partido Verde (PV) e fiz campanha para Marina Silva no
primeiro turno. Agradeci a Deus Todo-Poderoso porque minha candidata, aquela
por quem nutro viva simpatia e reverência desde pequenino, e meu partido,
abraçaram a neutralidade programática no segundo turno.

Apesar de ponderar mil motivos para votar em José Serra e mil motivos para
votar em Dilma Rousseff e, também, mil motivos para não votar em nenhum dos
dois, recuso-me completamente a ver meu amado País cindido em dois, rasgado
pelos ódios, preconceitos, rixas, vilezas em geral. Tal como faz a
hierarquia católica e enquanto seguidor dessa religião, sempre admoesto meus
amigos, sejam partidários do PT, do PSDB, do PV ou de qualquer agremiação
político-partidária, a se lembrarem que o BRASIL é maior do que todos e deve
estar acima de tudo, como defendiam D. Pedro II e D. Isabel I.

Agora me dirijo a todos os estimados compatriotas para exaltar o simbolismo
da eleição de Dilma Rousseff. Após 122 anos do último governo feminino de
nossa História — a terceira e última regência da Redentora (1887-1888) —,
seremos novamente governados por uma mulher.

Foi uma mulher que nos governou em agosto-setembro de 1822, presidindo o
Conselho de Estado do Reino do Brasil que enviou as missivas ao
Príncipe-Regente D. Pedro de Alcantara fazendo-o ver que a Independência era
o clamor dos que aqui viviam. Com efeito, D. Maria Leopoldina (1798-1826) é
a primeira governante do Brasil: uma princesa austríaca, membro da mais
importante e gloriosa dinastia católica do mundo — a Casa de Habsburgo. Em
1º de dezembro de 1822 ela foi coroada e sagrada imperatriz-consorte do
Brasil com seu marido, na antiga Sé-Catedral Imperial do Rio de Janeiro,
recentemente restaurada em sua magnificência, graças à visão superior do
antigo Prefeito Cesar Maia.

A rigor, até mesmo a Rainha Senhora D. Maria I (1734-1816), conhecida
historiograficamente como “a Louca”, mas que antes desse cognome era
conhecida popularmente por “a Piedosa”, pode ser considerada primeira
mandatária do Brasil, visto que a Regência de seu filho D. João reinava em
seu nome. Contudo, a partir de 1799, ela era oficialmente incapaz por doença
mental, o que a fazia apenas rainha nominal. O Príncipe Regente D. João só
foi aclamado D. João VI quando a idosa e enferma rainha morreu, em plagas
cariocas, a 20 de março de 1816.

Portanto, a Imperatriz Senhora D. Maria Leopoldina e sua neta D. Isabel
Christina Leopoldina Augusta, são as duas grandes governantes de nossa
História. Que suas biografias sejam conhecidas e ilustradas e que sua
exemplaridade sirva à recém-eleita Presidente (ou Presidenta) do Brasil.

Certa vez, fiquei impressionadíssimo com o fato de estar escrevendo a parte
final do livro de nosso Instituto (D. Isabel I a Redentora: textos e
documentos sobre a Imperatriz exilada do Brasil em seus 160 anos de
nascimento. Rio de Janeiro: IDII, 2006) e entrar em uma livraria-sebo do
Centro do Rio Antigo e me deparar com um livro do grande pensador mineiro
Prof. João Camillo de Oliveira Torres. Trata-se da obra Interpretação da
Realidade Brasileira: introdução à história das ideias políticas no Brasil.
À página 308, ele diz:

O Brasil é algo que se prolonga, com Casa-Grande e Senzala, Sobrados e
Mocambos, Apartamentos e Favelas. Talvez, um dia, uma D. Isabel rediviva
saiba conseguir um Brasil em que o Poder Moderador (cuja importância soube
tão bem compreender), e que é a hipóstese do Estado, como o brasileiro o
sente, paternal e benevolente, dê casas parecidas a todos... Brancos e
pretos. E termine a contradição.

Estou plenamente ciente de que a presidência do sociólogo Fernando Henrique
Cardoso e a presidência do operário Luiz Ignácio Lula da Silva iniciaram
este processo. Trabalhei para que a historiadora Marina Silva representasse
essa “D. Isabel rediviva”. Contudo, interpreto os resultados das urnas como
parte do grandioso processo de evolução sócio-histórica de meu País e quero
formular, desejar e rezar para que a economista Dilma Rousseff possa
adiantar muito do que se tem de fazer, mormente promovendo aquilo que o
Senador Christovam Buarque chama de “revolução pela educação” e que nosso
instituto denomina “neoabolicionismo”.

Agora, como cidadão que me considero “do Bem”, coloco minhas preces e meu
labor — ORA ET LABORA não é o lema de perfectibilidade dos beneditinos (?) —
a favor do País e estimo que nossa Presidenta eleita possa administrar com
tenacidade e destreza esse imenso e portentoso Brasil. Que suas qualidades
pessoais e o Cristianismo que professa sejam verdadeiramente o fio condutor
da gradual extinção dos escândalos de corrupção governamental que clamam aos
Céus por justiça e que sua condição feminina seja luz para os desamparados
filhos da Virgem da Conceição Aparecida.

Viva o Brasil.