20 de jan. de 2014

PRAZO PARA TRANSFERÊNCIA OU ATUALIZAÇÃO DE TÍTULOS ELEITORAIS É SÓ ATÉ O DIA 31 DE MARÇO



Não deixe para a última hora para tirar, transferir ou atualizar o seu título de eleitor. Compartilhe essa informação com os seus amigos e familiares. Jovens que vão completar 16 anos antes do dia 05 de outubro também podem tirar os seus títulos de eleitores. É importante ir às urnas e votar em candidatos da nossa cidade e que sejam ficha limpa.

Desde já muito obrigado pela atenção de todos vocês!

Lira

19 de jan. de 2014

Eleição direta para administradores regionais implicará, inevitavelmente, na criação de Câmaras de Vereadores em todas as cidades do DF



Desde o ano de 1984 que ouço falar das tais eleições diretas para administradores regionais no Distrito Federal. Vários deputados distritais protocolaram na CLDF projetos de lei nesse sentido mas, por serem inconstitucionais, não foram aprovados.

O Senador Rodrigo Rollemberg  também comprou essa briga ao apresentar projeto de lei alterando a Constituição Federal para possibilitar a eleição dos Administradores Regionais. Ele conseguiu aprová-lo em uma das comissões mais, pelo o que se sabe, até agora, não será aprovado em plenário e muito menos sancionado pela presidenta Dilma porque, segundo os mais entendidos no assunto, implicará, sim, na divisão territorial e de mais gasto aos cofres públicos.

Por último, o deputado federal Luíz Pitimam entra em cena para impedir que o governador do DF continue indicando os administradores regionais e conseguiu, através da justiça, obrigar o GDF a regulamentar a Lei Orgânica do DF que trata do tema o mais urgente possível.

Quanto a esse assunto informo que sou a favor da eleição direta para administrador regional mais, no entanto, existe uma pergunta que não quer calar! Se os administradores regionais forem mesmo eleitos pelo voto direto e universal, de quatro em quatro anos,  por acaso não será necessário a criação de Câmara de Vereadores em cada uma das cidades satélites? Se os novos gestores públicos serão independentes em relação ao poder executivo e legislativo como ficarão o controle de receitas x despesas das Administrações regionais? Porque, no meu entender, para fazer juz a democracia e à transparência, uma vez que aja eleição direta para administradores regionais deverá ter, também, a figura das  Câmaras de Vereadores Regionais. Por mais que se criem os Conselhos Comunitários, não será a mesma coisa.

De acordo com a decisão judicial o GDF terá um prazo de 18 meses para regulamentar a lei orgânica do DF e, nesse período, seria ótimo que as autoridades levassem isso em consideração.

Estarei, dentro de alguns dias, levando esse debate à todas as cidades do DF para que, governo e comunidade, possam chegar a um denominador comum.


Ivonildo Di Lira

Líder Comunitário de São Sebastião

9 de jan. de 2014

Professora faz protesto e toma banho em buraco de estrada

A professora britânica Rosie Morrison, que mora em Mpumalanga (África do Sul), decidiu fazer um protesto inusitado para chamar atenção das autoridades para o péssimo estado da rodovia R36, entre as cidades de Machadodorp e Mashishing. Rosie pôs o biquíni e tomou banho em um buraco cheio de lama na estrada. A professora levou livro, vinho, touca de banho, sabonete líquido e xampu.
 
 
 
 
 
 
Fotos: Barcroft Media/Other Images
Fonte: O Globo
 

6 de jan. de 2014

O BRASIL ADOTOU A INEPTOCRACIA? COMO SE LIVRAR DESSA COISA MALDITA?




 
Ouço muitas pessoas dizerem que odeiam falar de política e dos políticos por serem, segundo elas, todos corruptos. Mesmo não concordando com esse tipo generalização, sempre respeitei a opinião de quem pensa assim, por entender que o erro não está na política e nem nos políticos em si, mas no sistema de governo adotado pelo o Brasil. E por mais boa vontade que eu tenha em esclarecer isso, não conseguirei, com as minhas próprias palavras, explicar, de maneira clara, o obvio.  Mesmo assim procurei entender o que se passou na cabeça de milhões de brasileiros que foram para as ruas protestar, no mês de junho de 2013, contra a corrupção e todo tipo de falcatruas praticadas por pessoas inescrupulosas. Apesar das manifestações populares, o problema continua. Mas por quê? Afinal de contas, qual é o sistema de governo adotado atualmente no Brasil que favorece esse tipo de coisas?  Por acaso vocês já ouviram falar de Ineptocracia? Se não ouviram, esse é o momento ideal para entender, pelo menos em parte, o significado da corrupção no Brasil e a natureza do pibinho, criticado pelos economistas.
 
Ineptocracia: um sistema de governo onde os menos capazes de liderar são eleitos pelos menos capazes de produzir, e onde os membros da sociedade com menos chance de se sustentar ou ser bem-sucedidos são recompensados com bens e serviços pagos pela riqueza confiscada de um número cada vez menor de produtores.
 
Essa definição nos remete automaticamente à descrição feita pela filósofa russa Ayn Rand:
 
Quando você perceber que, para produzir, precisa obter a autorização de quem não produz nada; quando comprovar que o dinheiro flui para quem negocia não com bens, mas com favores; quando perceber que muitos ficam ricos pelo suborno e por influência, mais que pelo trabalho, e que as leis não nos protegem deles, mas, pelo contrário, são eles que estão protegidos de você; quando perceber que a corrupção é recompensada, e a honestidade se converte em auto-sacrifício; então poderá afirmar, sem temor de errar, que sua sociedade está condenada.
 
Que todos possam refletir sobre isso e tirarem as suas próprias conclusões!
 
Ivonido Di Lira

2 de jan. de 2014

Não existe um recomeço na política com corruptos no poder!

Foto: extraida da internet sem valor comercial


Em junho do ano passado o povo foi às ruas protestar contra uma série de coisas que eram prejudiciais aos interesses da população e, principalmente, contra a corrupção. Passado alguns meses, apenas, o tema “MANIFESTAÇÕES POPULARES” volta à tona novamente, mas só que, desta vez, o foco principal é a Copa do Mundo. E em relação à política, como é que fica¿ Será que o povo, que lutou tão bravamente em junho de 2013, se calou diante da “CORRUPÇÃO” ¿ E no que diz respeito á nossa cidade, São Sebastião, será que a população também se calou em relação a isso¿.

Nas eleições de 2014 os eleitores de São Sebastião terão que escolher entre candidatos Ficha Limpa e candidatos Ficha Suja. Tudo bem que essa é uma decisão pessoal de cada um mais, pensando bem, entre a dúvida e razão, é melhor ficarmos com a segunda opção. Ou seja. Quem já foi testado nas urnas e fez coisa errada, mesmo que, indiretamente, não foi enquadrada na Lei da Ficha Limpa, essa pessoa não deverá ter, jamais, uma segunda chance! Em países como a China, por exemplo, ao invés dela ficar desfilando nas ruas como se nada tivesse acontecido teria, com certeza, sido presa ou fuzilada, mas como é no Brasil, onde a maioria das leis é aprovada para proteger bandidos do colarinho branco, fica o dito pelo o não dito!

Apesar da nossa cidade não ter, atualmente, um representante na Câmara Legislativa, não significa, necessariamente, que a população deva reconduzir ao poder alguém com estas características para, novamente, ter o seu nome estampado nas páginas policiais. Por isso é importante não se deixar ser enganado pelo marketing violento de políticos inescrupulosos e corruptos! Porque São Sebastião terá, sim, outras opções para deputado distrital, com pessoas capacitadas, experientes e que, com certeza, farão a diferença na política. Por isso é importante pesquisar a vida dos candidatos da cidade para não ter dúvida na hora de votar.

Por outro lado, quem almeja mudar o cenário político local e nacional, daqui em diante, tem que olhar para frente e esquecer o ditado que diz: “roubou, mais fez”, para justificar o injustificável. Esse tipo de coisa não pode mais acontecer nas eleições de 2014. Será, pois, dessa forma, que os moradores de São Sebastião e do Brasil irão proporcionar a verdadeira revolução cultural e política tão sonhada. Porque não existe um recomeço na política com corruptos no poder!

Ivonildo Di Lira
Líder Comunitário de São Sebastião

31 de dez. de 2013

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Prefeito de NY investiu, do próprio bolso, cerca R$ 1,52 bilhão na prefeitura e dispensou, ainda, salário R$ 44 mil. E se fosse aqui no Brasil?


O bilionário Michael Bloomberg deixará amanhã a Prefeitura de Nova York, após 12 anos de mandato, tendo gasto US$ 650 milhões (R$ 1,52 bilhão) do próprio bolso no período.


ISABEL FLECK
DE NOVA YORK


O valor, divulgado pelo "New York Times", foi usado pelo prefeito na promoção de suas políticas e em programas sociais e de assistência.

Uma outra grande parcela, no entanto, serviu para pagar bônus generosos a assessores e garantir que não só ele, mas sua equipe, sempre se hospedasse em bons hotéis e viajasse –mesmo para fora do país– em aviões particulares. Só em deslocamentos, ele gastou US$ 6 milhões.

Para as despesas de uma única viagem à China com assessores, Bloomberg tirou do próprio bolso US$ 500 mil.

Quando em Nova York, os funcionários também recebiam um agrado patrocinado pelo chefe: um café da manhã na prefeitura (com café, bagels e iogurte) e um almoço (com salada de atum, sanduíche de pasta de amendoim com geleia e salada de frutas). Valor total das refeições? Cerca de US$ 890 mil.

Os milhões do empresário ainda foram usados para atender a "caprichos", como a instalação e manutenção de dois aquários gigantes de peixes tropicais na prefeitura. O custo para manter os tanques limpos toda semana por 12 anos ultrapassou US$ 62 mil.

E Bloomberg não pode sequer ser criticado por usar em suas extravagâncias o salário de prefeito. Assim que assumiu o mandato, ele recusou receber os US$ 18.750 (cerca de R$ 44 mil) mensais do cargo –aceitando apenas US$ 1 dólar por ano.

Entretanto, não só com "extravagâncias" Bloomberg gastou seu dinheiro nos últimos 12 anos. Outros US$ 263 milhões foram doados a grupos culturais, organizações civis e artistas.

A "filantropia" do bilionário fez com que ele fosse apelidado pelo democrata Mark Green –que perdeu para ele a disputa pela prefeitura em 2001– de "Medici moderno", em referência à família italiana de mecenas do século 15.

Com US$ 5 milhões de sua conta, também foi renovada a residência oficial do prefeito, a Gracie Mansion, na qual ele escolheu não viver.



Quem irá usufruir da reforma é Bill De Blasio, seu sucessor.

Fonte: A Folha

2 de dez. de 2013

Nota de esclarecimento sobre a construção de albergue em São Sebastião




Tenho acompanhado atentamente todos os comentários contra e a favor da construção de albergue em São Sebastião e, apesar de também ter postado alguma coisa nesse sentido, venho, por meio desta Nota, esclarecer o seguinte:

A discussão em torno da construção desse albergue deveria ter acontecido antes da licitação das obras, através de reuniões com a comunidade e não através das redes sociais, depois do fato já consumado;

A Administração de São Sebastião é o órgão que representa, oficialmente, o GDF na cidade e, sendo assim, deve ter sido ela quem deu a autorização para que o mesmo fosse erguido naquele local;

Não estou contra os moradores de rua e nem contra a construção do albergue em si, mas contra o local indicado e como as coisas foram conduzidas porque, a meu ver, faltou diálago com a população, até mesmo para respaldar o governo no que diz respeito aos programas sociais;

 É justo que cada cidade cuide de seus moradores de rua e que dê a eles, além do amor fraterno, condições dignas de acolhimento e de sobrevivência. O que não pode é jogar a responsabilidade para outras cidades satélites com o intuito de se livrar do problema, seja por preconceito, seja por exclusão social. Como São Sebastião não tem moradores de rua, não é justo, agora, ter que arcar com um problema que não é seu. É por causa disso que grande parte das pessoas está contra o albergue; 

Eu, enquanto cidadão e morador desta cidade gostaria de saber, por exemplo, qual o perfil dos moradores de rua que virão para cá e quais são as políticas públicas de inclusão social do governo voltadas para eles;

O Estado precisa, sim, acolher os seus filhos que estão em situação de abandono mais, para isso, precisa se fazer entender pela sociedade em geral;

Não creio que a construção de um albergue na cidade vá desvalorizar os nossos imóveis, como também não creio que vá valorizá-los de alguma forma;

Reconheço que o GDF está desenvolvendo um excelente trabalho na área social, só que, até agora, essa informação não chegou ao conhecimento da maioria da população;

Apesar de ser contra a construção do albergue naquela localidade, condeno o uso político, o oportunismo e a promoção pessoal de alguns pré-candidatos em torno dela por entender que atrapalha mais do que ajuda e, de certo modo, poderá levar ao insucesso. Querer se promover politicamente às custas disso é, para mim, o mesmo que dar um tiro no próprio pé!;

As divergências pessoais e políticas não podem ser maiores do que os interesses da própria comunidade;

São Sebastião, DF, 02 de dezembro de 2013



Ivonildo Di Lira

28 de nov. de 2013

Morador de rua brasileiro é homem, alfabetizado e tem parentes que moram na mesma cidade, revela pesquisa


Uma pesquisa encomendada pelo Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) e divulgada nesta terça-feira (29), em Brasília, revela o perfil dos moradores de rua brasileiros. Os pesquisadores escolheram cidades com mais de 300 mil habitantes e saíram a campo entrevistando moradores de rua com mais de 18 anos de idade. A principal conclusão do estudo é que as pessoas em situação de mendicância são em sua maioria homens alfabetizados e jovens, que abandonaram suas casas por problemas com álcool ou drogas ou por terem perdido o emprego.

Uma equipe formada por 1.479 pesquisadores e assistentes sociais saiu a campo para entrevistar pessoas que habitam calçadas, praças, rodovias, parques, viadutos, postos de gasolina, praias, barcos, túneis, depósitos e prédios abandonados, becos, lixões, ferro-velho ou que pernoitam em instituições como albergues e abrigos. No total, foram ouvidos 31.922 pessoas, espalhadas por cidades médias e por quase todas as capitais brasileiras, com exceção de São Paulo, Belo Horizonte, Recife e Porto Alegre.


Folha Imagem
Mendigo dorme no Largo São Francisco, no centro de São Paulo


Cada entrevistado respondeu a um questionário com cerca de 20 perguntas. A análise dos dados recolhidos revela que 82% da população de rua é formada por homens. Mais da metade (52%), têm entre 25 e 44 anos de idade. Quanto à raça, 39,1% se declararam pardos, 29,5% se disseram brancos e 27,9% se identificaram como negros. 


Do total de indivíduos pesquisados, 48,4% estão fora de casa há mais de dois anos. Dois em cada três (69,6%) dormem na rua, enquanto 22% costumam dormir em albergues ou outras instituições. Outros 8,3% costumam alternar, ora dormindo na rua, ora dormindo em albergues.


Surpreendentemente, as pessoas em situação de mendicância se revelaram escolarizadas. Do total, 74% sabiam ler e escrever e quase a metade (48,4%) disseram ter completado o ensino fundamental. 


Os principais motivos pelos quais essas pessoas passaram a viver e morar na rua se referem aos problemas de alcoolismo e/ou drogas (35,5%); desemprego (29,8%) e desavenças com familiares (29,1%).


A pesquisa põe em xeque a noção de que moradores de rua são pessoas que abandonaram suas cidades de origem e não mantêm nenhum vínculo familiar. Uma parte considerável (58%) se disse originária da mesma cidade em que se encontra ou de locais próximos. E mais: 51,9% dos entrevistados afiramaram possuir algum parente que residindo no mesmo município onde se encontram.


Entre os que já moraram em outras cidades, 45,3% se deslocaram em busca de novas oportunidades de trabalho. O segundo principal motivo foram as desavenças familiares (18,4%).


Questionados sobre o que fazem para sobreviver, 70,9% dos entrevistados disseram exercer alguma atividade remunerada. Apenas 15,7% revelaram que a sua principal fonte de renda são as esmolas. 


A pesquisa revelou que os moradores de rua em geral são pessoas saudáveis. Apenas um terço deles afirmou ter algum problema de saúde. A doença mais freqüente é hipertensão (10,1%), seguida por problemas psiquiátricos (6,1%) e HIV/aids (5,1%). 


Questionados sobre que tipo de discriminação sofrem por viver em situação de rua, os entrevistados disseram que freqüentemente são impedidos de entrar em certos locais, tais como lojas, shopping centers e meios de transporte coletivo.


Com base nos dados levantados nessa pesquisa, o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome diz que pretende elaborar políticas públicas para lidar com o problema da mendicância. A idéia é estabelecer um plano nacional para ajudar as cidades médias e grandes a combaterem o problema, e quem sabe reintegrar essas pessoas à sociedade. Em cada uma das 71 cidades pesquisadas, o total de pessoas em situação de rua gira em torno de 0,061% da população local.

Fonte: UOL Notícias

29/04/2008 - 10h10