6 de out. de 2013

Ideia de Jerico!





Tem político (Cara Pálida) sugerindo medidas paliativas para acabar com os congestionamentos em frente do balão da ESAF. A tal mão única nos horários de pico (a exemplo da estrutural) não vai funcionar por aqui porque, se de um lado resolve o problema, do outro, irá causar transtornos ainda maiores. 

Todos os motoristas que trafegam obrigatoriamente pelo o Lago Sul, sentido Ponte Costa e Silva e Ponte das Garças, nesses horários, vão sentir na pele o verdadeiro significado da palavra "engavetamento". Isso é o que chamo de ideia de gerico! É a mesma coisa, também, de cobrir um santo, para descobrir o outro!. 

O problema, afirmo, não está na Ponte JK, mas quando o motorista chega no Jardim Botânico e tenta entrar para dentro dos condomínios e não consegue por causa dos outros motoristas que vão para São Sebastião, Jardins Mangueiral, Jardim ABC, Gama, etc... É aí onde o bicho pega! Por isso a nossa luta em prol da construção de viadutos naquela localidade continua. L I R A

5 de out. de 2013

NOTA DE ESCLARECIMENTO POLÍTICO



Informo a todos os meus amigos e correligionários que depois de analizar a situação dos partidos políticos que decidi permanecer no PHS - Partido Humanista da Solidariedade ( o mesmo que concorri para deputado distrital em 2010) e que, através dele, irei concorrer novamente as eleições de 2014. Fui assediado por quase todos os partidos políticos mas que, ao final, optei em permanecer no PHS por ele ter uma ótima nominata e também para não correr o risco de fazer parte de um jogo de cartas marcadas! Uma decisão difícil, mas que eu tinha que tomar até o dia 05 deste mês. O que também reforçou a minha decisão de continuar no PHS foi a coerência política, no sentido de não trocar de partido assim como se troca de camisa. Fiz isso, também, em respeito, aos meus eleitores.

Quero aqui agradecer o Vice Governador do Distrito Federal, Tadeu Filippelli (PMDB), o Diretor do DFTrans Jornalista Antonio Campanella (PPL), a deputada Eliana Pedrosa (PPS), Deputado Distrital Evandro Garla (PRB), Dep Policarpo (PT), Dep Olair Francisco (PTdoB), Senador Gim (PTB), Senador Rodrigo Rollemberg (PSB), Ex governador do Distrito Federal Rogério Rosso (PSD), Célio Do Aquário (PDT), Dep Luiz Pitiman (PSDB) e, por último, ao deputado Agaciel Maia (PTC) que, direta ou indiretamente, me convidaram para eu ingressar em suas legendas. A todos o meu muito obrigado pela consideração e respeito que tiveram para comigo!

Estou com a minha consciência tranquila porque acredito ter feito a coisa certa! A maioria aqui deve saber que eu não sou rico e, mesmo precisando de muito dinheiro para a próxima campanha, não me vendi e nem me deixei levar por pressões políticas de quem quer que seja!

É melhor ter um pouco com Deus, do que ter o muito sem ele! Se for da vontade dele que eu saia candidato em 2014, Ele, com certeza, irá providenciar todos os meios possíveis para que isso possa acontecer e dar certo! Sei, também, que as janelas dos Céus irão se abrir e derramar muitas bençãos sobre mim e sobre a cidade de São Sebastião. Como também sei que será uma guerra entre Davi e Golias, mas que, ao final, Davi será o grande vencedor!

Cordialmente,

Lira

2 de out. de 2013

A decadência política de Marina Silva



BRASÍLIA - Independentemente do desfecho da novela de criação da Rede, Marina Silva só perdeu com o episódio. Além de poder ficar sem sua legenda, ela viu expostas contradições originadas na formação de sua imagem pública.

Marina tenta capitalizar desde 2010 a fama de uma "outsider" dada a gerenciar de forma horizontalizada, seja lá o que for isso, o sonho dos milhões que a apoiaram.
Só que esta hagiografia, calcada na narrativa da superação da miséria e no peculiar cruzamento entre ideologia "povo da floresta" e populismo evangélico, escamoteia o fato de que Marina é política de carteirinha.

A dinastia petista do Acre, de onde vem, é tão viciada quanto qualquer outra. A forma envergonhada com a qual lida com empresários revela mais sobre a tradicional simbiose público-privado da política do que possam fazer crer mil palavras de ordem.

Por fim, ensaia o papel de salvadora da pátria, "deus ex machina" da política. É personagem recorrente no Brasil, como Jânio e Collor não nos deixam esquecer.

O processo de criação da Rede explicita a dificuldade de convivência entre a verdadeira Marina e a musa idealizada dos sonháticos. As regras são ridículas? São, mas é o que temos hoje; cláusula de barreira é o nome da melhoria possível.

A Rede achou que seria possível montar um partido a partir de 500 mil curtidas no Facebook, e que o direito divino estaria a seu lado --a soberba de Marina em suas declarações é reveladora disso. Nesse sentido, o parecer negativo do Ministério Público vai ao ponto quando questiona a criação da sigla com fim exclusivo de eleger uma candidata.
Se a lei for levada ao pé da letra pelo TSE, o fracasso empurrará Marina ou ao exílio orgulhoso ou à lambança de fazer tudo o que prometia não fazer. Se for rasgada, a vitória a manchará com a pecha de que apelou ao jeitinho como todo mundo. Sonhar é fácil. Despertar, nem tanto.


IGOR GIELOW é diretor da Sucursal da Folha em Brasília

28 de set. de 2013

5ª Conferência das Cidades



PROPOSTAS GERAIS PARA O DISTRITO FEDERAL

Defendi, hoje, na Conferência das Cidades, os seguintes tópicos voltados para habitação:

1) Reabertura das inscrições do Programa Morar Bem;
2) Destinação de novas áreas habitacionais;
3) Que os programas habitacionais de interesse social priorizem moradias veticais;
4) Participação da sociedade civil na fiscalização , tanto nas obras em andamento, como nos empreendimentos entregues, em torno de quem efetivamente ocupa a habitação. 

Amanhã, dia 29|09, eles serão submetidos à plenária para aprovação final.

Estou participando dessa conferência na condição de delegado eleito em São Sebastião.

Estou fazendo a minha parte como morador.


Ivonildo Di Lira

25 de set. de 2013

Israel pode substituir todo dinheiro do país por transações com chip

 
Duas semanas atrás, o governo de Israel anunciou a criação de uma comissão que irá estudar formas de eliminar o dinheiro circulando no país. Segundo foi anunciado, seria a melhor maneira de impedir os cidadãos de sonegar impostos. O comitê será presidido por Harel Locker, diretor do Escritório do Primeiro-Ministro.
 
O dinheiro de papel seria substituído por transações eletrônicas, feitas com cartões de chip. Com as novas tecnologias, os bancos podem controlar quanto as pessoas tem em suas contas e quanto podem retirar. As empresas de cartão atuais registram quanto as pessoas gastam mas o governo não tem controle.
Os membros do grupo de estudo incluem a Polícia Federal de Israel, a Autoridade Tributária, a  Autoridade Governamental de Lavagem de Dinheiro e Terror, o Banco Federal de Israel e funcionários da Procuradoria do Estado, entre outros.
O consenso é que o dinheiro como é atualmente usado permite que as pessoas usem subterfúgios para fugir dos impostos. Não há como rastrear muitas das transações feitas em cash e utilizando “laranjas”. Em uma economia sem dinheiro, todos os registros são eletrônicos, e os impostos seriam cobrados em tempo real. Para a economia do país é uma questão muito mais confiável, já que taxas administrativas sobre as transações eletrônicas são comuns em Israel.
Funcionários no gabinete do primeiro-ministro justificam: “em todo o mundo, sabe-se que o dinheiro é um elemento-chave da economia ilegal e da lavagem de dinheiro. Ele permite a existência de uma grande diferença entre os rendimentos relatados e real… Ao eliminar o dinheiro vivo, será possível ampliar a base de tributação e prevenir a lavagem de dinheiro”.
O comitê não estabeleceu um prazo para a decisão final, mas o tamanho do país pode colaborar para que seja rapidamente implantado. Cédulas e moedas representam menos de 10% da economia dos países da zona do Euro e de 7% nos EUA, segundo o Banco de Compensações Internacionais, organização que reúne os bancos centrais do mundo.
Ano passado, a Suécia anunciou que estava criando um sistema de economia totalmente digital, baseado em chips especiais para smartphones. Eles seriam acessados pelas impressões digitais, como o que já está presente na nova geração de iPhones.
Oscar Swartz, fundador do maior provedor de Internet da Suécia, diz que um dos problemas é justamente deixar um “rastro” das transações.  “A pessoa deve ser capaz de gastar seu dinheiro sem ser rastreado o tempo todo”, diz ele, levantando a questão da privacidade.
Mas esse exatamente é um dos argumentos dos governos para abdicar do papel-moeda, a capacidade de identificar de onde o dinheiro está saindo e para onde vai.
A Inglaterra já tem um sistema em fase de testes, que funciona tanto em lojas quanto para pagamento de ônibus.  Na Ásia, o sistema “payWave” já é popular e acabou com o tempo de espera para pagamento em lanchonetes, postos de gasolina e cinemas, por exemplo. Basta passar com seu cartão com chip perto do caixa eletrônico e clicar um botão concordando com o desconto do valor em sua conta.
A dificuldade, por enquanto, é unificar pagamentos via internet, cartões de crédito e dinheiro vivo. Uma unificação do sistema parece ser o único caminho, mas a questão central é quem controlará a emissão desse dinheiro virtual, elemento básico da economia de um país.
Os especialistas em profecias há muito indicam que o cumprimento de Apocalipse 13:16 viria pela substituição do dinheiro por algum sistema eletrônico e biométrico, entendido assim: “A todos, os pequenos e os grandes e os ricos e os pobres, os livres e os escravos, faz que lhes seja dada certa marca sobre a mão direita ou sobre a fronte (testa), para que ninguém possa comprar ou vender, se não aquele que tem a marca, o nome da besta ou o número do seu nome”. Com informações Israel National News, Inquirer e Independent.
Fonte: Coisas Judaicas

20 de set. de 2013

Em entrevista ao Jornal Daqui, Lira fala, de maneira direta, das suas preocupações com a cidade de São Sebastião


O entrevistado do Jornal Daqui desse mês é Ivonildo Di Lira ou simplesmente Lira, como é mais conhecido, de origem humilde, nasceu há 12 de abril de 1962, em São Rafael (RN) e, desde o ano de 1986, mora em São Sebastião - DF.

 Jornal Daqui: Desde quando você mora em São Sebastião e, do ponto de vista histórico, quais foram os principais acontecimentos da cidade?

LIRA:  Desde o ano de 1986, quando São Sebastião ainda era chamada de Agrovila e totalmente dependente do Paranoá. Vivíamos de pires na mão. Se quiséssemos um caminhão de cascalho ou qualquer outro benefício tínhamos que nos humilhar para o administrador de lá. Os ônibus da TCB só circulavam duas vezes ao dia, um no período da manhã e, o outro, no período da tarde. Era uma vida de muito sofrimento. Sem contar, também, que a população não dormia direito por causa da pretensão do GDF de construir a barragem do rio São Bartolomeu que, caso tivesse ido adiante com o seu projeto, teríamos saído daqui sem direito a nada, já que, para o governo, éramos todos invasores. Foi aí que tomei a iniciativa de criar a Comissão Pró Independência para lutar por uma administração própria e também para impedir a construção da barragem. Foram anos de luta, até que, em junho de 1993, por causa da pressão popular, o governo sancionou a Lei de nº 167/93, criando a Região Administrativa de São Sebastião – RAXIV, para alívio de todos os moradores.

Jornal Daqui: Depois de criada a RA-XIV, quais foram os principais problemas enfrentados pela população e o que foi feito para solucioná-los?

LIRA: Muitos! A começar pela falta de infraestrura, saneamento básico e moradia. Lembro-me, por exemplo, que tivemos que nos organizar em forma de associações de bairros para cobrar do governo as benfeitorias. Toda vez que o governador se fazia presente na cidade, lá estávamos nós, as lideranças comunitárias, com as nossas faixas e cartazes cobrando água potável, asfalto, iluminação pública e segurança. Problemas estes que até hoje não foram solucionados por completo por causa do crescimento desordenado da cidade. Fundei e ajudei a fundar diversas associações na comunidade, dentre elas, a Associação de Moradores do Bairro Vila Nova (AMVNO), Associação de Moradores do bairro Bela Vista e a Prefeitura Comunitária do Bosque, que serviram de instrumentos de pressão junto ao governo. Grande parte das nossas reivindicações foi atendida graças à união das lideranças comunitárias e, sendo assim, sinto orgulho de ter sido uma delas. O mote daquela época era: “um por todos e, todos por um”! Assim, dessa forma, conseguimos muitas coisas para a nossa cidade.

Jornal Daqui: Quais são as suas principais preocupações com a cidade de São Sebastião atualmente?

LIRA: São com as invasões e com os parcelamentos irregulares de terras públicas que fazem com que a cidade cresça de maneira desordenada e sem espaço para a instalação de equipamentos públicos como creches, escolas e hospital. Também tem o problema da falta de infraestrutura, saneamento básico e urbanização em bairros como o Morro da Cruz, São Gabriel, Bela Vista, Capão Cumprido, Vila do Bôa, Condomínio Itaipú e Residencial Vitória. A área rural é outro exemplo de preocupação, onde as estradas estão péssimas e, a exemplo da área urbana, também sofre com a falta de transporte. Os problemas, na verdade, sempre existiram e vão continuar existindo, independentemente de quem esteja à frente do governo. Mas se eles existem, deve haver, também, a solução dos mesmos e, para isso, se faz necessário que o governo invista consideravelmente em obras de pequeno e grande porte por toda a cidade. Os engarrafamentos em frente do balão da ESAF tende a aumentar cada vez mais, principalmente com o surgimento de novos bairros. A solução, neste caso, é a construção de viadutos e de galerias subterrâneas ligando o Lago Sul ao bairro Jardim Botânico.

Jornal Daqui: A sua luta pela moradia continua? E o que foi feito dos bairros Crixá e Nacional?

LIRA: A cobrança por moradia popular é muito grande e o governo, por sua vez, não tem acompanhado a demanda da população como deveria. Há 12 anos atrás eu tive a ideia de criar os bairros Crixá, Nacional e Dom Pedro II, voltados para os inquilinos de São Sebastião e para as polícias civil e militar mas, infelizmente, sofri todo tipo de perseguição por defende-los. E o governo anterior, ao invés de abraçar a ideia, fez foi doar as áreas destinadas aos bairros para chacareiros de Samambaia e para a Olaria Icena, de forma ilegal. Entrei na justiça contra o GDF com base na Lei de nº 401\2001. O atual governo publicou edital para contratar, por meio de licitação, a empresa que vai construir os prédios, através do programa Minha Casa, Minha Vida. As novas unidades habitacionais serão destinadas às famílias que ganham entre zero e três salários mínimos. Eu sempre deixei claro, nas minhas reuniões, que elas seriam entregues através da lista da CODHAB e não por meio de cooperativas. Estou com a minha consciência tranquila quanto a isso porque fiz e continuo fazendo a minha parte. Já o bairro Dom Pedro II foi implantado com o nome de Jardins Mangueiral, através do Programa Morar Bem, mas voltado para a classe média. Mas como as pessoas mais humildes precisam de um lugar para morar, se sentiram obrigadas a invadir área pública ou comprar lotes de grileiros, por falta de opção. E o governo, por sua vez, fez vista grossa e, agora, não lhe resta outra alternativa a não ser regularizar a situação dessas famílias. Eu sou a favor do direito à moradia, mesmo que essa moradia tenha sido adquirida de maneira irregular como, por exemplo, as que foram adquiridas no Morro da Cruz e Capão Cumprido. Por isso sou totalmente contra a derrubada de casas nessas localidades e, no que depender de mim, irei fazer de tudo para proteger os moradores.

Jornal Daqui: Você acredita que São Sebastião tem potencial para eleger um deputado distrital¿

LIRA: Sim, com certeza! Da mesma forma que os sindicatos, igrejas e empresários se organizam para eleger os seus representantes, a população de São Sebastião também deve se organizar para eleger o seu deputado distrital e federal, para ter voz tanto na Câmara Legislativa quanto no Congresso Nacional. Mas para isso precisa focar em um único candidato da cidade e esquecer os de fora porque, do contrário, vai ficar mais quatro anos desamparada. Apesar da necessidade que temos de eleger um deputado, não significa, necessariamente, que temos que apoiar o primeiro que aparecer só porque é morador da cidade. Tem que ser alguém com chances reais de chegar lá e que tenha, além da ficha limpa, projetos e visão de futuro. Outra coisa que poderá nos atrapalhar em 2014 é a pulverização dos votos. Um ano antes das eleições os partidos políticos saem à caça de líderes comunitários com aspiração política para concorrem por suas legendas, mesmo sabendo que a maioria deles não tem a mínima chance de se eleger. Mas os votos deles servirão para eleger quem realmente o partido quer que seja eleito, no caso, o empresário ou o líder religioso que injetou grande quantidade de dinheiro na sigla. É o pequeno enchendo o balaio do grande. Se esse artifício é ótimo para os partidos, é péssimo para a cidade porque não consegue eleger ninguém! Os eleitores não devem votar numa pessoa que se candidatou por vaidade pessoal ou porque esteja fazendo o jogo dos partidos políticos, que precisam atingir o coeficiente eleitoral a qualquer custo. Por isso é importante que São Sebastião despeje os seus 55 mil votos em um único candidato da cidade para garantir, de fato, a eleição de seu representante.

Jornal Daqui: Você foi o candidato de São Sebastião mais bem votado nas eleições de 2010 e, em relação a 2014, pretende se candidatar novamente¿

LIRA: Envolvi-me com a política porque, como líder comunitário, os meus poderes eram limitados e não tinha como fazer mais pela comunidade. Vi que, como deputado distrital, poderia fazer muito mais. Por isso é que entrei para o mundo da política. Eu não me candidatei nas eleições de 2010 por vaidade pessoal ou para fazer o jogo de partido político, mas por necessidade da própria cidade de ter um representante na Câmara Legislativa. Em relação a 2014, diria que a tendência natural é me candidatar novamente, até porque não tem nada que me impeça de ser candidato. Se a comunidade achar que devo disputar mais uma vez a vaga de deputado, farei isso com o maior prazer. Me sinto muito mais preparado agora do que em 2010.

Jornal Daqui: Quais foram as benfeitorias que vieram para São Sebastião a partir das suas reivindicações¿

LIRA: Na condição de líder comunitário lutei para conseguir vários benefícios para a cidade de São Sebastião como, por exemplo, a criação da Administração Regional - RA-XIV; CAIC Unesco; Parque de Exposições Agropecuárias; Área de Desenvolvimento Econômico - ADE/PRÓ-DF; Transferência dos moradores da Área de Risco para o bairro Residencial Oeste; Criação dos bairros Crixá, Nacional e Dom Pedro II (Jardins Mangueiral); 30ª Delegacia de Polícia; Complexo Vivencial e Esportivo de São Sebastião (Vila Olímpica); Inclusão dos bairros Bela Vista, Residencial Vitória e São Gabriel no PDOT, dentre outros benefícios. O desenvolvimento de São Sebastião tem ocorrido gradativamente, ano após ano e desde quando ela foi transformada em cidade, em junho de 1993, e não no curto período de 2007|2010, como erroneamente quer nos fazer acreditar o ex deputado da cidade.

Jornal Daqui: Qual é a sua opinião a respeito das manifestações divulgadas por meio das redes sociais¿

LIRA: A princípio, justa, e as autoridades precisam ouvir a vós que vem das ruas. Mas precisa ter foco! E não adianta fazer manifestações contra o governo ou até mesmo promover uma revolução no Brasil se quem está à frente usar de estratégias equivocadas e a maioria dos eleitores continuar votando em candidatos descompromissados com a própria comunidade. Para a elite dominante quanto mais faminto e desinformado for o povo melhor! Mas, com o surgimento da internet e das redes sociais, a massa que antes dormia desperta, agora, para uma nova realidade, onde ela mesma processa e divulga as suas próprias informações em questão de segundos, para o desespero de quem está à frente do governo.

Jornal Daqui: Quais são as suas considerações finais¿

LIRA: Sou uma pessoa simples, temente a Deus e, acima de tudo, respeitador.  Dediquei grande parte da minha juventude à própria comunidade de São Sebastião. Essa foi uma das missões que Deus me concedeu aqui na terra para ajudar o próximo. Me julgo um homem de visão e que, muitas vezes, me antecipei no tempo para debater questões humanitárias e ambientais como, por exemplo, o fim das armas atômicas, preservação de nascentes, rios e matas ciliares. Sou grato a todas as pessoas que, direta ou indiretamente, me apoiam nessa cidade. Tenho muitas ideias e projetos que, caso eu consiga colocar em prática, toda a cidade será beneficiada. Mas, para isso, irei precisar do apoio da população. Em outras palavras, São Sebastião precisa recuperar o seu nome e de alguém que, de fato, possa olhar para ela com carinho e dedicação.

17 de set. de 2013

Al-Qaeda, a cadelinha de sorte!

A todo o momento se ouve falar de pessoas que praticam crimes contra mendigos por pura diversão. Foi assim na madrugada de 20 de abril de 1997, quando cinco jovens de classe média-alta de Brasília atearam fogo no índio Galdino Jesus dos Santos enquanto este dormia numa parada de ônibus na Asa Sul. Galdino morreu horas depois em consequência das queimaduras. O crime causou protestos em todo o país. Se jovens rebeldes sem causa são capazes de cometer esse tipo de barbaridade com outros humanos, o que dizer, então, do que eles não são capazes de fazer com os animais?

Ato de crueldade praticado por pessoas insanas contra animais indefesos também parece não ter fim. Dias atrás, quando voltava da faculdade, presenciei mais um desses acidentes idiota causado por alguém sem noção. Só que desta vez o acidentado não era outro ser humano, mas uma cadelinha que tentava atravessar a pista em frente à ponte das Garças, no Lago Sul. O atropelador que, provavelmente, estava alcoolizado, evadiu-se do local sem prestar socorro, como se a vida que deixou para trás não valesse de nada.

A cadelinha, que atente pelo nome de Al-Qaeda e que não tem nada a ver com o terrorismo, pertence a um lavador de carro e apesar de estar bastante machucada, não teve como ser medicada naquele momento por um veterinário por causa do horário. Mas ela foi valente e resistiu como ninguém até o dia seguinte quando, finalmente, foi atendida por uma veterinária de bom coração, dona de um pet shop do Lago Sul. Ela sobreviveu ao tratamento e se recupera, atualmente, na companhia do seu dono.

Al-Qaeda, a cadelinha, tirou a sorte grande quando venceu á própria morte e, também, quando encontrou em seu caminho um ser humano interessado em salvar vidas, mesmo sendo a vida de um cão vira lata como ela.

Muitas vezes não nos damos conta das coisas que acontecem em nossa volta e dos pequenos gestos que podem mudar para sempre a vida de alguém. O mesmo pode-se dizer da amizade de um cão com o seu dono. Amizade verdadeira e amor sincero que nós, os seres racionais, deveríamos tomar como exemplo.

Todos nós, de alguma forma, também podemos tirar a sorte grande quando nos deparamos com pessoas evoluídas do ponto de vista espiritual e quando temos a capacidade de mudar a maneira de agir e de ser. Podemos, no entanto, nos tornarmos pessoas tão evoluídas quanto foram no passado os grandes mestres.

Se os jovens que mataram o índio Galdino Jesus dos Santos tivessem no coração pelo menos uma pequena fração de amor da cadelinha Al-Qaeda, o crime, muito provavelmente, não teria acontecido e o índio Galdino estaria vivo até hoje ao lado da sua família. Apesar das inúmeras maldades praticadas pela raça humana contra si mesma e contra as outras espécies, ainda assim, sou capaz de acreditar que o amanhã poderá ser melhor, a partir da mudança de hábitos da própria humanidade.

Ivonildo Di Lira

9 de set. de 2013

HOMENAGEM DO DIA

Mahatma Gandhi - Foto ilustrativa retirada da internet sem valor comercial


A minha homenagem desta segunda-feira (09\09\2013) vai para este Senhor franzino e humilde conhecido mundialmente como Mahatma Gandhi.

Mahatma Gandhi foi político e pensador indiano, praticante da "não violência". Depois de estudar direito em Londres, voltou para a Índia e levou seu país à independência após décadas de revolução pacífica. Foi assassinado em 30 de janeiro de 1948 por um fanático hinduísta, enquanto rezava em Delhi, e suas cinzas foram lançadas no rio Ganges. Ele conquistou a independência de seu país, Índia, do domínio inglês, sem o uso da violência e sem disparar um só tiro.

Estas são algumas das frases que resumem sua filosofia.

- "Nossa recompensa está no esforço e não no resultado. Um esforço total é a vitória completa."

- "Se querem mudar o mundo, mudar a si mesmo."

- "Cuidado com seus pensamentos, pois eles se tornam suas palavras. Cuidado com suas palavras, pois elas se tornam suas ações. Assista suas ações, porque tornam-se seus hábitos. Assista seus hábitos, pois eles se tornam o seu destino. "

- "Viva como se você fosse morrer amanhã e aprenda como se o mundo fosse durar para sempre."

Que esta mensagem do dia possa nos fazer refletir a respeito de um novo mundo cheio de paz, amor e prosperidade e que, ao mesmo tempo, possamos seguir o exemplo de Mahatma Gandhi no que diz respeito ao uso da não violência.

Seu amigo Lira

8 de set. de 2013

Principais problemas mundiais apontados por Kofi Annan

Kofi Annan  - Foto ilustrativa retirada da internet e sem valor comercial


Como o senhor hierarquiza os principais problemas mundiais da atualidade?
Kofi Annan, o secretário-geral das Nações Unidas, responde:

A meu ver, a pobreza e a desigualdade ocupam o primeiro lugar.

A degradação do meio ambiente e a exploração não sustentada dos nossos recursos naturais vêm logo depois.

Colocaria em terceiro os conflitos, em geral guerras civis em que morrem mais crianças e mulheres do que soldados.

Em quarto lugar, o terrorismo e a proliferação de armas de destruição em massa.

Finalmente, a desconfiança entre pessoas de diferentes religiões, o que torna nosso mundo mais complicado e intolerante.

Entrevista: Kofi Annan - Eduardo Salgado - 16 de junho de 2004.

4 de set. de 2013

Forças aliadas aos USA se preparam para atacar a Síria. Mas, segundo a Rússia, a intervenção militar poderá ser catastrófica


A Rússia disse nesta quarta-feira que um ataque militar contra a Síria poderia ter efeitos catastróficos se um míssil atingir um pequeno reator perto de Damasco que contém urânio radiativo.

O Ministério das Relações Exteriores russo pediu à agência nuclear da ONU para avaliar o risco com urgência, à medida que os Estados Unidos consideram realizar uma ação militar para punir o governo da Síria por um suposto ataque com gás."Se uma ogiva, por planejamento ou por acidente, atingir o reator MNSR perto de Damasco, as consequências podem ser catastróficas", disse um comunicado do ministério.

A chancelaria disse ainda que as áreas próximas podem ser contaminadas por urânio altamente enriquecido e que seria impossível contabilizar o material nuclear após um eventual ataque, o que sugere que poderia cair nas mãos de pessoas que poderiam usá-lo como uma arma.

A Rússia pediu ao secretariado da Agência Internacional de Energia Atômica para "reagir rapidamente" e solicitou aos atuais membros da AIEA "uma análise dos riscos associados a possíveis ataques americanos ao MNSR e a outras instalações na Síria".

Fonte: Inteligência Brasileira