6 de mai. de 2014

CAIXA DE PANDORA: O POVO É FEITO DE BÔBO MAIS UMA VEZ!




Voltar à estaca zero não significa, necessáriamente, que o processo da Caixa de Pandora não seja julgado novamente e os culpados condenados, a exemplo do que aconteceu na 1ª e 2ª instâncias. Isso significa, também, que a novela deverá se estender para depois das eleições. Quem, da Caixa de Pandora, for candidato e ganhar, poderá perder o mandato em seguida. Então, pergunto: terá valido apena votar em candidaturas duvidosas como, por exemplo, as de ex deputados distritais ou a de ex governadores? Nada que R$ 9 bilhões de reais não possa resolver! O mais estranho nisso tudo é o boato que circulou na rádio pião há três meses atrás de que todos os envolvidos nesses escândalos seriam absolvidos, inclusive Roriz, Arruda e Companhia. Por acaso não é isso que está acontecendo? É muito estranho a anulação desse processo da uma hora para a outra! Pelo o visto, o povo é feito de bôbo mais uma vez e não se dar conta disso! Acorda Brasil!

LIRA

Caixa de Pandora: delação premiada pode não valer mais nada

Se pedido de arguição de suspeição dos promotores for aceito, Durval Barbosa deve perder benefício
Suzano Almeida

suzano.almeida@jornaldebrasilia.com.br



O pedido de arguição de suspeição dos promotores responsáveis pela denúncia da Operação Caixa de Pandora pode levar o acordo de delação premiada firmado entre o Ministério Público do Distrito Federal (MPDF) e Durval Barbosa à nulidade e ainda devolver à estaca zero todo o processo.

Os advogados de defesa, entre eles, os do ex-governadores José Roberto Arruda (PR) e do Joaquim Roriz (PRTB), argumentam que os depoimentos de Durval foram utilizados como prova incontestável, porém, na mesma audiência ao Ministério Público Federal (MPF), dada em São Paulo em 2009, as acusações contra os promotores do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco, na época NCOC) do MPDF, de que estariam recebendo dinheiro de esquema na colta de lixo, não teriam sido investigadas com a mesma convicção.

Caso a arguição seja aceita pela 7ª Vara, o primeiro a perder os benefícios seria o próprio Durval Barbosa, já que o acordo foi firmado por ele com os promotores que apresentam agora as denúncias contra Arruda.

Questão de ordem

No depoimento dado em setembro de 2009, e transcrito nos autos da defesa, Durval afirmou que “Deborah Guerner é categórica em afirmar que o pessoal do NCOC também recebe dinheiro do esquema do lixo, com exceção do promotor Eduardo Gazzinelli”. O debate sobre o assunto foi levantado antes do início do depoimento de Durval Barbosa à 2ª Vara de Fazenda do DF, na sexta-feira, e gerou discussão entre os defensores e os promotores na oitiva. Os advogados reiteraram o pedido de que os promotores fossem afastados do caso e que o processo fosse considerado nulo, até que um novo grupo de promotores seja formado e analise o processo.

O advogado do ex-vice-governador Paulo Octávio (PP), Cezar Bitencourt, lembra que se aceita a arguição para que os membros do MPDF sejam afastados, Durval perderá os privilégios que acordou. Desta forma ele passaria de testemunha a réu no caso.

O período em que o acordo foi firmado entre as partes também foi questionado. Segundo o advogado de Arruda, Edson Smaniotto, Durval já teria descumprido acertos firmados com o MP ao apresentar posteriormente outras fitas de políticos recebendo dinheiro. Em parte do acordo, lido pelo defensor em plenário, Durval se comprometia a entregar todos os vídeos. Smaniotto questionou ainda a destruição de provas, mas, segundo Barbosa as mídias eram apenas cópias das cópias e foram destruídas antes do acordo.

O termo de ajustamento de conduta

1 O A citação de Durval que provoca a arguição de suspeição do MPDF tem como base o contrato emergencial, referente ao Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) homologado em novembro de 2007, pelo juiz Álvaro Ciarlini, para que a coleta de lixo não fosse interrompida.

2 As negociações para que o TAC fosse aceito teve a participação do procurador-geral do DF, à época, Leonardo Bandarra e da promotora Déborah Guener.

3 No documento, o TAC foi fixado em 12 meses, para que fosse colocado em prática o Plano Distrital de Resíduos Sólidos.

4 Junto com o TAC foi firmado um contrato total de cinco anos, com valor de R$ 1,16 bilhão.

5 Em 2011, seis promotores de Defesa do Patrimônio Público foram afastados da analise dos contratos, por estarem em conflito com os autores dos pedidos de intervenção feito pelo Conselho Nacional do Ministério Público.

Seria “dois pesos, duas medidas”

No pedido de suspeição, os advogados dos réus do Mensalão do DEM não acusam diretamente o Ministério Público, mas pedem que, assim como o depoimento de Durval serviu para que os acusados fossem investigados, sirva também para verificar as acusações contra os promotores. A decisão da 7ª Vara Criminal ainda não foi divulgada, mas caso seja negada, o pedido de arguição poderá ser remetido a outras instâncias, chegando até ao Supremo Tribunal Federal, o que tecnicamente dá fôlego, principalmente aos que disputarão as eleições deste ano.

O Ministério Público do Distrito Federal (MPDF) divulgou em nota que repudia as ilações sobre a conduta de seus promotores, antes e durante as investigações, e afirma que “todas as provas da Caixa de Pandora estão baseadas em escuta ambiental, áudios, vídeos, documentos apreendidos e laudos periciais”. Diz ainda que “a ação dos advogados seria apenas um expediente utilizado para criar obstáculos no processamento das ações penais”.

Fonte: Da redação do Jornal de Brasília


1 de mai. de 2014

Menina russa de 13 anos inventa nave intergalática

Postado por: Ton Müller 
30 de abril de 2014

Uma jovem inventora russa, de 13 anos de idade, apresentou seu projeto de uma nave intergaláctica que poderia alcançar outros sistemas solares em somente 42 anos.


O projeto da jovem Ekaterina Trúsheva, se chama nave galáctica Terra.  A ideia de criar uma nave intergaláctica nasceu quando a jovem descobriu que algum dia o Sol irá tragar o nosso planeta; e foi então que ela decidiu buscar uma maneira de salvar a humanidade.  O objetivo da nave será as expedições científicas em busca de vida.

A nave será construída na órbita terrestre e não levará ao cosmos nenhuma fonte de energia para assim reduzir sua massa e aumentar sua velocidade.  Em troca utilizará como combustível o meio ambiente estelar, do qual 70% é consistido de hidrogênio.  O hidrogênio seria ‘capturado’ por um funil magnético, sendo comprimido e aquecido por uma reação termonuclear.  Posteriormente o hidrogênio aceleraria e se lançaria de volta ao espaço interestelar, proporcionando desta maneira a velocidade necessária.

Na procura de uma tecnologia segura, econômica e fácil, a autora do projeto escolheu um propulsor de termonuclear de fluxo unificado e um propulsor fotônico de fluxo unificado, como motores para sua nave.  Estes propulsores permitirão a aceleração da nave à uma velocidade suficiente para alcançar a estrela mais próximo do nosso sistema solar, Alfa Centauri, em somente 42 anos.  As naves espaciais existentes levariam 50.000 anos para fazê-lo.

No total, 500 pessoas iriam a bordo da nave Terra, principalmente famílias.  Todos os alimentos seriam sintetizados ou cultivados a bordo da nave através do método de hidroponia, que não requer solo agrícola.  Os gastos para construir a nave galáctica seriam mínimos e se rentabilizariam por completo pelos turistas que desejassem viajar, crê a jovem inovadora.  A autora do projeto espera ser algum dia a capitã de sua nave espacial.


O diretor do Instituto Internacional de Educação Espacial da Alemanha, Ralf Heckel, soube do projeto e escolheu Ekaterina Trúsheva para participar com sua equipe da competição de construção de veículos para a exploração espacial da NASA.




27 de abr. de 2014

Erros nas redes sociais que podem afetar sua carreira




Sabe quando você quer comprar um produto, mas antes de tomar uma decisão entre um ou outro, reserva alguns minutos para pesquisar na internet? Procura avaliações no Google, comentários de outras pessoas que já o compraram, lê fóruns e etc? Então. Quando uma empresa está avaliando qual funcionário contratar, ela faz a mesma coisa. A diferença é que o foco da pesquisa é totalmente nas redes sociais. Afinal, as coisas que você posta podem dizer muito a seu respeito. E são exatamente o tipo de informações que não vem escritas em um currículo.

Se você não acha que tem um “comportamento de risco” para sua carreira, vale a pena ler os itens a seguir até o final. Não pense que está em segurança só porque não posta fotos de bebedeiras ou coisas assim. Existem alguns outros erros, um pouco mais sutis, que cometemos nas redes sociais sem perceber, e que podem facilmente acabar com a sua carreira.

Erro 1: Não manter o profissional e o pessoal separados

A linha entre a vida pessoal e profissional é cada vez mais tênue. E nas redes sociais essa dificuldade em delimitar os ambientes fica ainda mais evidente. Contudo, é essencial manter toda a interação pública no campo profissional, independente de qual seja a mídia digital em que você estiver. Para Chris Duchesne, vice-presidente do site care.com, essa “é uma regra de ouro para nunca postar qualquer coisa que você não gostaria que um chefe ou empregador visse”. E ele completa alertando: não importa quão rigorosas sejam as suas configurações de privacidade, as empresas sempre darão um jeito de ver seus posts. Isso porque, como falamos no começo, as companhias fazem uma extensa pesquisa sobre as pessoas nas redes sociais antes de contratá-las.

Justamente pensando neste problema, o Google Plus, a rede social do Google, permite que seus usuários separem suas conexões em diferentes “círculos”. E na hora de postar alguma coisa, também temos a possibilidade de escolher com quais círculos iremos compartilhar um determinado conteúdo. Mas ainda assim, todo cuidado é pouco. É de fundamental importância ter atenção para não se confundir com os círculos.

Erro 2: Não considerar seu público ou contexto

Muitas vezes, você não está nem postando conteúdos ofensivos ou impróprios para outros usuários, mas seus amigos, familiares e outras conexões podem, sem querer, acabar prejudicando a sua reputação online.

Como explica Jean Dobey, CEO do site Hibe.com, imagine que você está em um restaurante almoçando com um colega de trabalho. Você está usando um belo terno e conversando sobre assuntos profissionais. Se um amigo de faculdade entra e vê você, ele é capaz de entender, pelo seu comportamento e aparência, que você está em um contexto profissional e, por isso, deve se aproximar com o mínimo de formalidade. Fácil, não? O problema é que no ambiente digital, pode ser um pouco mais difícil de interpretar essas pistas contextuais.

“Isso pode levar a alguns dos principais mal-entendidos e gafe sociais”, diz Dobey. “Se você postar o conteúdo em um contexto profissional, mas seu amigo de faculdade não perceber isso, ele pode responder com comentários que são completamente inadequados – e isso é uma ruim para sua imagem”, diz ele. “Você precisa realmente entender quem é seu público quando você está postando conteúdo online. Quando esse público é uma mistura entre sua vida pessoal e profissional, você vai acabar encarando alguns mal-entendidos. A melhor maneira de evitar isso é mantê-los completamente separados um do outro”, completa Dobey.

Erro 3: Cuidado com o conteúdo zumbi

Uma das coisas mais importantes para se lembrar sobre o conteúdo online em geral é a sua permanência, diz Brandon Metcalf, CEO e co-fundador do software de recrutamento TalentRover. Sabe aquela sua foto comprometedora do verão passado? Está por aí, em algum lugar. E pode voltar para assombrá-lo. Precisamos ter consciência de como o meio digital é permanente. Uma vez que um determinado conteúdo é publicado, ele estará para sempre lá. Nunca vai morrer. Como um zumbi (que pode aparecer para puxar o seu tapete bem quando você estiver disputando por uma vaga de emprego).

Uma boa medida para saber se você deve ou não postar alguma coisa é se perguntar se você gostaria ou não que sua mãe visse aquilo.

E sobre esse assunto, Metcalf tem um caso interessante para contar. Certa vez, ele estava recrutando pessoas para trabalharem em uma grande empresa de ações e tinha encontrado o candidato, aparentemente, perfeito. A pessoa tinha as habilidades que a empresa procurava, experiência, formação e localização ideais para a vaga. Mas aí ele foi conferir o perfil do candidato no Facebook – o que era um procedimento padrão do recrutamento. A foto que estava no seu perfil era dele com uma boneca inflável. Metcalf, então, enviou uma advertência para o rapaz, que trocou imediatamente a foto para algo mais formal, para que continuasse na disputa pelo emprego.

Metcalf também dá uma dica: ao procurar um emprego, tente focar o seu conteúdo e suas mensagens sobre a indústria ou área que você está querendo construir carreira. “Se você está focado em conseguir um trabalho, por exemplo, em um banco, procure compartilhar informações e comentários sobre os acontecimentos do setor. Dessa forma, quando um recrutador for analisar o seu perfil, você terá instantaneamente mais credibilidade do que os outros candidatos. Você estará se colocando como um líder de pensamento”, diz ele.

Erro 4: Conteúdo desequilibrado

Se as conexões de redes sociais são uma mistura de pessoal e profissional, você precisa ter certeza de que não é percebido mais como “festeiro” do que profissional, diz com toda razão o CEO e co-fundador da Strikingly.com, David Chen. A empresa de Chen oferece uma solução de um clique para que os usuários criem páginas pessoais que podem servir como currículos online ou portfólios digitais, e também oferece uma integração com o LinkedIn para que os talentos tenham uma vitrine mais completa dos empregos que procuram. Por isso, ele tem propriedade para falar que “você não é julgado apelas pelo conteúdo pessoal vs. profissional, mas também pela quantidade de conteúdos não relacionados ao trabalho que aparecem no seu feed”.

Se muitas mensagens “pessoais” estão aparecendo, você pode ser considerado como alguém que não é dedicado o suficiente ou sério sobre seu trabalho e responsabilidades profissionais, diz Chen.

“Uma boa regra a seguir é essa: ter um terço posts ‘informativos’, um terço posts ‘promocionais’ e um terço de posts de ‘conteúdo interessante’”, diz ele.

Erro 5: Atividade em horário comercial

De acordo com Chen, outro erro bastante comum está no momento da atividade em redes sociais. Fazer posts durante o horário comercial pode depor contra você, de forma que tanto seu atual empregador quanto um futuro podem entender que você está negligenciando suas tarefas para ficar conectado às redes sociais. Dependendo das políticas da empresa, você pode acabar até sendo demitido.

Erro 6: Deixar uma primeira impressão online ruim



O ditado “a primeira impressão é a que fica” também vale para o ambiente digital. Segundo Chen, as primeiras impressões que empregadores ou potenciais empregadores têm de você vem do Google e das redes sociais. Se os primeiros resultados de pesquisa para o seu nome não forem dos mais lisonjeiros, é essencial que você que crie um novo conteúdo – como um site pessoal – para substituir esses resultados, aconselha o CEO. E, atenção: “controlar sua impressão online profissional também significa verificar o que o Google Imagens diz sobre você. Muitas vezes, essa é a ferramenta mais incriminadora para potenciais e atuais funcionários”, porque é a primeira coisa que as empresas costumam abrir.

A grande moral dessa história é que tudo é uma questão de bom senso. Não existe uma fórmula mágica, muito menos um caminho correto a percorrer. Mas se você prestar atenção nos detalhes de que falamos, pode usar o poder das redes sociais a seu favor, saindo na frente de muitos candidatos e se destacando aos olhos do mercado de trabalho.

Fonte: HypeScience

26 de abr. de 2014

Homem de visão!




No ano de 1998 afirmei, em uma de minhas reuniões do MISS, que São Sebastião iria se transformar em um grande canteiro de obras por causa da construção de novos bairros na região e, ao mesmo tempo, gerar milhares de empregos na comunidade e impulsionar o desenvolvimento da nossa cidade. Muitas pessoas me chamaram de visionário, sonhador, enganador etc.. e simplesmente se afastaram de mim. O tempo passou e consegui provar que eu estava certo. 

O bairro Dom Pedro II, idealizado por mim como uma das opções do Movimento dos Inquilinos, saiu do papel com o nome de Jardins Mangueiral, e os bairros Crixá e Nacional já foram licitados e homologados e as suas obras poderão começar a qualquer momento. 

O Tororó também já é uma realidade e, em breve, uma outra grande cidade será erguida às margens da DF 001, sentido Marinha, com cerca de 900 mil habitantes. E agora pergunto. Quem estava com a razão? Quantos milhares de empregos já foram gerados na cidade e quantos mais ainda vão ser gerados? Essa é a importância de se ter visão de futuro e compromisso com a comunidade.

LIRA

21 de abr. de 2014

Parabéns Brasília, pelos seus 54 anos de existência!




Quando eu era um adolescente, no interior do Rio Grande do Norte, sonhava em morar em Brasília. O sonho se tornou realidade no ano de 1979 quando, finalmente, pude me mudar para a capital federal apenas com a roupa do corpo. O tempo passou e, além de me envolver com os problemas locais, participei de passeatas na Esplanada dos Ministérios contra a corrupção e a favor das diretas já para presidente da república.

Sou eternamente grato a você, Brasília, não só pelas lutas e conquistas mas também pela linda família que consegui. Por isso me sinto na obrigação e no dever cívico de retribuir tudo que me destes até agora através das minhas ideias e projetos que a tornará uma cidade ainda melhor. Porque Brasília não é Brasília sem a sua metrópole, formada por diversas outras cidades como São Sebastião, Paranoá, Sobradinho, Taquatinga, Ceilândia, etc.., etc.. cada qual com as suas diversidades culturais e ambientais.

Como bem disse o Padre Dom Bosco, você é a terra que jorra leite e mel em pleno Planalto Central. Você se orgulha de mim, e, eu, te ti! Assim como você cuida e me acalenta, eu também quero cuidar e acalentar você!

Feliz Aniversário e tudo de bom para todo o sempre!

Lira I

18 de abr. de 2014

Ser Rei

Jesus Cristo - Rei e Senhor do universo

"Se fores Rei de um grande reino, serás sempre Rei, mesmo que vivas no mato. Se fores Rei de um pequeno reino, poderás levar o teu povo a alcançar valor e honra e juntos conquistarão tudo. E se não fores Rei, mesmo que te sentas no trono real e te adornes com luxuosos mantos de seda e veludo, continuarás sem ser Rei e nunca o serás." C. JoyBell C., poetisa e autora americana 

17 de abr. de 2014

Carta alusiva ao 21º aniversário de São Sebastião

Ivonildo Di Lira

Caros moradores (as):

No dia 25 de junho, deste ano, a cidade de São Sebastião completará, oficialmente, 21 anos de existência, com uma população cada vez mais jovem e exigente. A maioria dos moradores não tem, provavelmente, conhecimento de fatos históricos e recentes da região, mas que agora chegou o momento de adquirir esse conhecimento.

Agradeço a todos os companheiros que se juntaram a mim no passado para tornar a então Agrovila independente do Paranoá. Foi uma briga de vários anos, mas que, ao final, foi vitoriosa com a conquista da Administração (RA XIV).  O tempo provou que eu estava certo quando, em 1986, criei a Comissão Pró Independência para lutar pelo fim do descaso governamental da época. Eu sabia que depois de criada a Região Administrativa de São Sebastião todas as benfeitorias como água potável, luz, telefone, bancos e asfalto viriam naturalmente. Entre a cidade que temos e a cidade que queremos (a cidade ideal), ainda existe um longo caminho a ser percorrido.  Mas quem sabe, no futuro próximo, isso não venha acontecer? O futuro da nossa comunidade está nas mãos dos seus próprios eleitores. São eles que vão determinar, através das urnas, quem irá representá-los junto à Câmara Legislativa nos próximos anos. Se a escolha for errada, os problemas que nos afligem, atualmente, tende a piorar ainda mais!

Agora que São Sebastião atingiu a maioridade não pode mais permitir que o seu nome seja jogado na lama outra vez, como fora no passado recente, por causa de escândalos como os da caixa de pandora e hantavirose.

O GDF precisa registrar São Sebastião em cartório e entregar as escrituras dos imóveis urbanos e rurais, para que a cidade possa existir de fato e de direito. O mesmo deve ocorrer em relação à construção do hospital, creches, Centro Cultural e escolas públicas.

São Sebastião foi o local que escolhi para viver juntamente com a minha família. Tenho um grande orgulho dela e de fazer parte da sua história!  Ela deixou de ser o Arraial de São Bartolomeu para ser, simplesmente, São Sebastião, cidade maravilhosa em pleno planalto central, lugar sonhado por Dom Bosco como sendo a terra que jorra leite e mel!

Parabéns São Sebastião pelos seus 21 anos de independência! Foi ótimo estar com você durante todos esses anos. Obrigado, também, por tudo que você me deu e por tudo que ainda há de me dar!

São Sebastião, DF, 12 de abril de 2014.

Ivonildo Di Lira
Líder Comunitário que presidiu a Comissão Pró Independência de São Sebastião de 1986 a 1993 e que viabilizou a criação da Região Administrativa de São Sebastião (RA- XIV).

25 de mar. de 2014

ENERGIA ELÉTRICA COM TRANSFORMADORES DE QUALIDADE ESTÃO ENTRE AS MINHAS REIVINDICAÇÕES PARA O MORRO DA CRUZ



No dia 29 de outubro de 2013 protocolei no Palácio do Buriti ofício solicitanto várias benfeitorias para o Morro da Cruz, dentre elas, a colocação de energia elétrica e a instalação de transformadores potentes (ver item 2 do ofício) para solucionar de uma vez por todas com o problema dos apagões. Dias depois recebi uma ligação da ouvidoria da CEB onde, segundo ela, já existe estudos nesse sentido mas que, para executar as obras, precisava do aval da Administração de São Sebastião e de recursos. Inconformado com a resposta, resolvi ir pessoalmente na sede da empresa, no SIA e, mais uma vez, obtive o mesmo posicionamento.

Na manifestação ocorrida hoje em frente do Santa Felicidade, sugeri para o comandante da PM e para alguns moradores do Morro da Cruz, que fosse criada uma comissão de dez pessoas para conversarem com o presidente da CEB, nesta quarta-feira, com o intuito de resolver o problema da falta de energia. Algumas pessoas entenderam a minha posição, outras não. Mas eu fiz a minha parte como cidadão e também como morador, já que também sofro com afalta de energia.

LIRA

24 de mar. de 2014

Recordar é preciso



Em 1994 a Administração de São Sebastião mandou demolir todos os barracos das áreas de riscos da cidade que compreendia as antigas quadras 01, 05, 07 e 09, com direito à cavalaria e tropa de choque da PM. Os moradores de revoltaram (muitos foram presos ou detidos pela polícia) e as crianças (foto), indgnadas, também se revoltaram e enfrentaram a polícia com paus, pedras e cocô. Em meio à confusão dava para se ouvir tiros, choro e muita correria. O clima era, na verdade, de guerra e, qualquer momento, poderia acontecer uma tragédia. O meu papel, na ocasião, foi o de apasiguar e de servir de intermediário entre a comunidade e as autoridades. A operação foi suspensa, abri um canal de comunicação com o governo para que fosse feito um cadastramento dos moradores. A coisa deu certo e, algum tempo depois,   muitas das famílias que se encontravam nessas áreas, foram transferidas para o que é hoje o bairro Residencial Oeste, o maior bairro de São Sebastião.

Sinto orgulho de ter feito e continuar fazendo parte da história de São Sebastião.

L I R A