19 de jan. de 2012

Três ônibus quebram e passageiros fecham principal via de São Sebastião

 


Uma manifestação na manhã desta quinta-feira (19/1) fechou a principal via de São Sebastião, região administrativa localizada a 26 km de Brasília. A população reclama sobre o serviço de transporte público.

Segundo informações da Polícia Civil, da 30ª Delegacia de Polícia, três ônibus que transportavam os passageiros para o trabalho quebraram, um em seguida do outro, o que deixou muita gente revoltada. Eles protestaram contra a espera nos pontos e as más condições que os veículos se encontram.

A manifestação começou por volta de 8h e a Polícia Militar foi ao local para garantir a segurança dos manifestantes, que interditaram a pista e impediram a passagem dos ônibus que seguiam pela Avenida São Sebastião.
Fonte: Blog do Morro Azul / São Sebastião - DF.

17 de jan. de 2012

Distrito Federal regularizado e legalizado

No programa Conversa com o Governador desta semana, Agnelo Queiroz destacou as ações realizadas em sua gestão para regularizar imóveis e terrenos e combater invasões no Distrito Federal

  • Fonte: Secretaria de Comunicação do GDF

    Foi ao ar na manhã desta terça-feira (17) mais uma edição do programa de rádio Conversa com o Governador. Agnelo Queiroz destacou o trabalho que vem sendo realizado em sua gestão para regularizar imóveis e terrenos – sejam de condomínios, cidades, zona rural ou áreas ocupadas por templos e entidades sociais – e combater invasões no Distrito Federal.

    O governador Agnelo Queiroz destacou que o DF tem sérios problemas de ocupação territorial, mas que a atual gestão atua de forma determinada para regularizar as áreas e garantir às pessoas segurança jurídica e a posse definitiva dos imóveis, com a escritura. “Chega de tantas promessas do passado, de entregar papéis que não valiam nada. Estamos trabalhando junto com o Tribunal de Justiça e com a Anoreg (Associação dos Notários e Registradores do Brasil) para legalizar a nossa cidade. Uma das metas do meu governo é transformar o Distrito Federal em um local totalmente regularizado e legalizado”, assegurou.

    Uma das ferramentas no trabalho de regularização é o site Regularizou, é seu (www.regularizar.df.gov.br). Lançado pela Secretaria de Habitação, Regularização e Desenvolvimento Urbano (Sedhab), o portal traz dados sobre a regularização de imóveis e terrenos, sejam de condomínios, cidades, zona rural ou áreas ocupadas por templos e entidades sociais.

    “O portal dá total transparência ao processo. Tem informações sobre a entrega de escrituras, a situação de cada cidade do Distrito Federal, as datas dos mutirões de entrega de escrituras... Quem entrar no site poderá saber em que fase está o processo de regularização do seu imóvel. Para isso, basta digitar o nome e o CPF. É bastante simples”, observou Agnelo Queiroz.

    De acordo com o governador, o GDF firmou convênio com os cartórios do DF para garantir que a escritura dos imóveis regularizados saia a preço acessível. Um levantamento feito pela Sedhab mostra que atualmente existem 18 mil imóveis em áreas regularizadas sem que os moradores tenham a escritura definitiva. “O site vai ajudar nisso. Ele é uma oportunidade para que todos possam acompanhar o processo de regularização das terras com transparência e rapidez. Estamos prestando um serviço útil e de qualidade”, destacou o governador.

    Ocupações irregulares – De acordo com Agnelo Queiroz, além da regularização de terras, outro importante foco da política habitacional do GDF é reprimir a ocupação irregular de áreas. “Nós vamos regularizar, mas já avisamos que não vamos tolerar invasão de terras públicas. Estamos trabalhando com muita seriedade pela legalidade, para organizar esse processo de regularização da ocupação desordenada que se arrasta há décadas aqui em Brasília. Isso traz insegurança para os moradores e para o governo. Estamos dando um basta nessa situação de ocupação de áreas irregulares”, garantiu.

    O programa – O Conversa com o Governador é transmitido pela rádio Cultura FM (100,9) às 7h, com retransmissões às 9h, 12h e 18h30. Criado pela Secretaria de Comunicação Social, o programa tem duplo desafio: estreitar o diálogo com a população e prestar contas das ações adotadas pela atual gestão do GDF para melhorar a qualidade de vida e conferir excelência aos serviços públicos.

    Entre os temas já abordados estão transparência, agricultura, saúde, segurança pública, Copa do Mundo de 2014, Copa das Confederações, transporte, internet banda larga, servidores públicos, valorização dos idosos, cultura, habitação, educação, cuidados com a infância, prioridades para 2012, criação de parques no Distrito Federal e Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) do Entorno.

    Foto Foto: Sedhab

16 de jan. de 2012

GDF homenageia Seu Teodoro

Governador em exercício do Distrito Federal comparece ao velório do idealizador do Bumba-meu-boi de Sobradinho. Agnelo Queiroz lamenta perda

  • Renato Ferreira, da Agência Brasília

    O governador em exercício do Distrito Federal, Tadeu Filippelli, esteve, no final da tarde deste domingo (15), no velório do idealizador do Bumba-meu-boi de Sobradinho, Seu Teodoro Freire, no Centro de Tradições Populares, em Sobradinho. Em nome do Governo do Distrito Federal (GDF), Filippelli prestou solidariedade aos parentes e amigos do maranhense, morto na madrugada de hoje aos 91 anos, em decorrência de uma parada cardíaca. Foi decretado luto oficial de três dias.

    “O falecimento do Seu Teodoro representa uma perda muito grande não só para Brasília, mas para todo o país. Ele foi um batalhador incansável pela preservação da cultura popular, além de uma pessoa extremamente elegante e educada no trato com as pessoas e nas suas atividades”, afirmou Filippelli.

    Mais cedo, o governador Agnelo Queiroz, que reassume o cargo nesta semana, lamentou a morte de Seu Teodoro. "A cultura do Distrito Federal fica mais pobre com a perda do mestre Teodoro. Ele era um entusiasta, um ícone da cultura brasileira que manteve vivo um pedaço da tradição maranhense, da cultura popular no DF. A continuidade de sua obra é de responsabilidade de todos nós. Meus sentimentos à família e a todos que o admiravam e tiveram a honra de conviver com o Mestre Teodoro", destacou Agnelo Queiroz.

    O secretário de Cultura, Hamilton Pereira, e a secretária de Promoção da Igualdade Racial no DF, Josefina Santos, também estiveram no velório. Segundo Hamilton Pereira, a contribuição do artista maranhense para a cultura popular do Distrito Federal foi inestimável. “As atividades desenvolvidas por ele enriqueceram a identidade cultural brasiliense. O Bumba-meu-boi do Seu Teodoro possui um simbolismo muito grande, já é parte da tradição do DF”, defendeu.

    O GDF garante que os festejos e a tradição do Bumba-meu-boi trazidos do Maranhão pelo Seu Teodoro há cerca de 50 anos não vão ser interrompidos. O governo irá apoiar o trabalho, que continuará a ser desenvolvido por familiares e amigos do maranhense. Projetos e propostas de incentivo serão estudadas nos próximos dias.

    Quem também garante que esta manifestação da cultura popular ainda continuará sendo feita por muito tempo é Guarapiranga Freire, 36 anos. Um dos 11 filhos do Seu Teodoro, ela já estava à frente do projeto nos últimos anos em função da fragilidade da saúde do pai. “Em um momento de dor como este, a melhor maneira de prestar uma homenagem à memória do meu pai é continuar com o trabalho que ele exercia. O legado que fica é muito grande. Cabe a nós dar sequência a ele”, avisou.

    O período de festejos de São Sebastião, iniciado no último dia 10 pelo Centro de Tradições Populares, permanecerá com sua programação até o próximo dia 20. Uma festa que aconteceria em 25 de janeiro, para marcar o encerramento da cerimônia de louvor ao santo, no entanto, foi cancelada.

    O velório do Seu Teodoro se estende até as 11h desta segunda-feira (16) no Centro de Tradições Populares, na quadra 15 de Sobradinho. Amanhã à tarde, o corpo será cremado em Valparaíso (GO).

    Reconhecimento - O trabalho de cultura popular desenvolvido por Seu Teodoro foi reconhecido como patrimônio imaterial do Distrito Federal e em 2006 o mestre foi premiado com a Ordem do Mérito Cultural, quando recebeu a láurea de comendador pelo então presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva, em cerimônia no Palácio do Planalto.

    Nascido em 1920, em São Vicente Ferrer, a 280km de São Luís (MA), Teodoro Freire chegou a Brasília em 1962. Nos anos seguintes, começou a trabalhar na Universidade de Brasília (UnB) e criou o Centro de Tradições Populares, em Sobradinho, onde deu início à luta a favor das tradições populares.
    Foto Foto: Pedro Ventura

5 de dez. de 2011

O registro da morte do último Imperador do Brasil

Vale apena ler com atenção essa reportagem de Pedro Corrêa do Lago. O Brasil não pode esquecer os seus verdadeiros heróis . Dom Pedro II, por enquanto o último imperador do Brasil, foi o maior de todos!  Ivonildo Di Lira




Autor: Pedro Corrêa do Lago

Há quase 120 anos, em Paris, no dia 15 de novembro de 1891, um velho brasileiro lembrou-se com tristeza do segundo aniversário da Proclamação da Republica, e pensou em sua terra natal com nostalgia.
Tratava-se do ex-Imperador D. Pedro II, que – prematuramente envelhecido aos 65 anos – vivia modestamente no hotel Bedford em Paris, cercado apenas da atenção de alguns fiéis monarquistas e da família que lhe restara, após a morte da Imperatriz e de sua filha Leopoldina, e do internamento de seu neto Pedro Augusto, que enlouquecera no navio que os levava ao exílio.

A saúde do Imperador dera grandes sustos nos últimos anos, e D. Pedro estivera à morte em pelo menos duas ocasiões. Mas agora sentia-se relativamente bem, fora as mazelas habituais, e preparava-se para a reunião da Academia de Ciências da França, à qual pertencia, dali a uma semana, e para o desfile de conhecidos e amigos que inevitavelmente lhe prestariam homenagem no seu aniversário de 66 anos, na semana seguinte, em 2 de dezembro.
Ocorreu de fato uma romaria nesse dia, mas de outra natureza. D. Pedro já estava quase inconsciente, pois faltavam apenas dois dias para sua morte, na primeira hora do dia 5 de dezembro. O que se verificou nessas 72 horas foi uma procissão ininterrupta de visitantes que já sabiam o Imperador desenganado.
Após ter reinado por quase sessenta anos sobre o Império do Brasil, D. Pedro II morria num modesto quarto de um hotel parisiense de segunda categoria, no qual vivera o ultimo ano de sua vida.

Ao seu lado, nos momentos finais, estava o dedicado Dr. Claudio de Motta Maia, médico que o acompanhara por dez anos e a quem o Imperador por gratidão havia agraciado em 1888 com o titulo de Conde de Motta Maia.
Na hora do falecimento estavam também presentes duas das maiores sumidades médicas da França, acorridas às pressas para tentar salvar o doente ilustre: os professores Bouchard e Charcot, (que batizariam juntos o aneurisma Charcot-Bouchard). Charles Bouchard era considerado o maior patologista de Paris e Jean-Martin Charcot é até hoje célebre por ter sido o mestre de Freud, quando este veio completar seus estudos em Paris no hospital da Salpetrière, em 1885.

Nada puderam fazer, e imediatamente após o falecimento os médicos assinaram juntos o certificado de óbito, na letra de Charcot, aqui reproduzido [deve-se ver a imagem no site], e traduzido a seguir:
"Nós, abaixo assinados, Professores da Faculdade de Medicina e doutores em medicina, certificamos que Dom Pedro II d’Alcantara morreu em 5 de Dezembro de 1891 à meia noite e 35 (da manhã) no hotel Bedford, 17 rue de l’Arcade, em Paris, em conseqüência de uma pneumonia aguda do pulmão esquerdo
Paris, 5 de dezembro de 1891
J.M Charcot
C. de Motta Maia
Bouchard”


Motta Maia conservou preciosamente o original deste documento, que foi pouco divulgado e reproduzido desde então. Seus bisnetos o venderam há quinze anos ao atual detentor. Assim, num simples papel de carta comum, permanece o registro oficial da morte do chefe de estado que por mais longo tempo governou o Brasil.

22 de nov. de 2011

CAESB REALIZA SEMINÁRIO INTERNACIONAL DE CAPACITAÇÃO EM SISTEMAS CONDOMINIAIS DE ESGOTAMENTO SANITÁRIO


 
            A Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal – Caesb - promove, de hoje a 23 de novembro, o Seminário Internacional de Capacitação em Sistemas Condominiais de Esgotamento Sanitário. O evento está acontecendo na sede da empresa, em Águas Claras, das 9 às 18 horas, e tem o apoio do BID – Banco Interamericano de Desenvolvimento.

            O principal objetivo do seminário é mostrar a experiência acumulada pela Caesb nestes últimos vinte anos, desde que a empresa adotou o sistema condominial de esgotamento sanitário como padrão em todo o Distrito Federal. Discutir possibilidades de sua aplicação a nível internacional e identificar as demandas para sua implantação como instrumento da universalização do serviço de saneamento básico também fazem parte das oficinas oferecidas durante os três dia do evento.

            O sistema de esgoto condominial foi criado a partir de um estudo idealizado no final dos anos 70 pelo Eng. José Carlos de Melo, em conjunto com técnicos da Companhia de Água e Esgotos do Rio Grande do Norte – CAERN – e da Universidade Federal do Rio Grande do Norte. Este estudo foi desenvolvido em busca de uma solução de saneamento não convencional, socialmente mais justa, que pudesse ser implantada indiscriminadamente em áreas regulares ou em assentamentos precários, normalmente sem arruamento e com topografia acidentada. Da incorporação de valores sociais de cidadania ao projeto de engenharia e de algumas otimizações no projeto técnico, resultou uma nova concepção de sistema: o esgoto condominial, hoje implantado em áreas nobres e populares do Distrito Federal e em outras cidades do Brasil.

Essa mudança promove uma redução de custos significativa e permite ampliar consideravelmente o percentual de população atendida, utilizando-se o mesmo volume de recursos financeiros. A participação comunitária é a base desse tipo de solução, incorporando a população na solução coletiva dos problemas locais de saneamento.

25 de out. de 2011

TRANSPORTE PÚBLICO DE SÃO SEBASTIÃO DEIXA A DESEJAR

É lamentável que o transporte público de São Sebastião esteja um caos. O transtorno é geral. Tanto para usuários de transportes coletivos quanto para quem depende dele para tocar com eficiência um negócio qualquer, no caso, os comerciantes. Porque, se o funcionário não chega na hora certa para trabalhar, o pequeno comerciante também é prejudicado. Digo isso porque eu também pego ônibus todos os dias e sei o quanto é difícil. Ou seja. Sou testemunha ocular de tudo que está acontecendo nesse sentido.

Tenho cobrado das autoridades providências para acabar com essa situação com a abertura de licitações para que novas empresas possam também explorar o sistema de transporte público no Distrito Federal. Porque chega de manopólio das empresas Viplan,de propriedade do Senhor todo poderoso Valmir Amaral.

Ivonildo Di Lira

5 de out. de 2011

DEFESA CIVIL LANÇA CAMPANHA DE PREVENÇÃO ÀS CHUVAS

(26/09/2011 - 22:02)

A Secretaria de Estado de Defesa Civil do Distrito Federal iniciou neste sábado (24/09) o trabalho de prevenção às chuvas para evitar que as cidades sofram com os prejuízos provocados por esta estação. As chuvas começaram neste final de semana, como previsto pelo Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). O período de estiagem durou 107 dias consecutivos.

Com a mudança de estação (a primavera começou na madrugada de quinta para sexta-feira), inicia-se também o período de chuvas – compreendido entre outubro e abril – e algumas precauções devem ser tomadas, especialmente para moradores de regiões em situação de risco. A Secretaria de Defesa Civil iniciou, no fim de semana, uma campanha de prevenção contra as chuvas.

Segundo o subsecretário Sérgio Bezerra, o objetivo da campanha é informar toda a população do DF para os cuidados que devem ser tomados antes e durante o período chuvoso.
Um dos grandes problemas verificados nas vistorias diárias da secretaria foi a relação da população com o lixo, principal causador do entupimento de bueiros (bocas de lobo), o que impede o escoamento da água da chuva, causando alagamentos e erosões.
Para evitar possíveis transtornos, a Defesa Civil recomenda os seguintes cuidados que devem ser levados em conta:

Cuidados antes do início das chuvas

· Providencie a poda ou corte de árvores próximas a residências, com risco de queda. (procure a administração regional);
· Conserte as falhas no telhado e reforce a fixação renovando pregos e madeiras;
· Faça uma revisão em toda a fiação elétrica;
· Não acumule lixo nem entulhos nas ruas. Com a chuva, há o entupimento dos bueiros, mais conhecidos como bocas de lobo, contribuindo com o processo de alagamento.
Cuidados durante o período chuvoso

· Se o nível da água estiver subindo próximo a residência, o morador deverá deslocar-se com sua família para um lugar seguro com relevo mais alto;
· Se estiver ao ar livre, procure um abrigo seguro, longe de árvores. Elas atraem raios e seus galhos podem cair. Evite acidentes;
· Não use equipamentos elétricos que tenham sido molhados, ou que estejam em locais inundados, pois há risco de choque elétrico e curto-circuito;
· Cuidado com água que for beber. Veja se não foi contaminada pela inundação, o que traz sérios riscos à sua saúde. Procure utilizar água potável de boa procedência.
Como se proteger dos raios

Estima-se que o Brasil seja campeão mundial de descargas elétricas (raios), considerado bastante comum na região do Distrito Federal. Portanto:
· Evite lugares abertos em dias chuvosos (campos de futebol, pastos, etc.) e fique longe de objetos altos (árvores, postes, quiosques e caixas d’água), metálicos (cercas de arame, tratores, postes, escadas) e isolantes (postes de energia e coberturas de metal);
· Ao notar o tempo fechado, com propensão a relâmpagos, evite andar de bicicletas, a cavalo ou de moto. Nestas circunstâncias, não é recomendável soltar pipas ou carregar varas de pesca;
· Se não encontrar abrigo por perto, fique agachado em um ponto seguro até a tempestade passar;
· Em casa, antes da tempestade, desligue os aparelhos domésticos da tomada e evite usar o telefone. Afaste-se de janelas, torneiras, canos elétricos. Evite andar descalço ou evite tomar banho neste período;
· Lembre-se: um raio pode cair duas vezes no mesmo lugar, e pode ser fatal.

Alguns lugares são extremamente perigosos durante uma tempestade. Por isso:

· Não permaneça em áreas abertas, como campos de futebol, quadras de tênis e estacionamento;
· Não fique no alto de morros ou no topo de prédios;
· Não se aproxime de cercas de arame, varais metálicos, linhas aéreas e trilhos;
· Nunca se abrigue debaixo de árvores isoladas.
Áreas de risco

A Defesa Civil do Distrito Federal chama a atenção também dos moradores de áreas de risco para os perigos decorrentes do período chuvoso. Atualmente, existem cerca de 1.740 pessoas, distribuídas em 25 áreas consideradas de risco, em dez cidades, por estarem localizadas em solo arenoso, argiloso ou próximos a encostas ou à beira de rios.

Apesar da diminuição no número de locais ameaçados, a população precisa ser alertada sobre os perigos da época. Estes locais de risco foram ocupados irregularmente em pontos já propícios à erosão do solo, causado por construções não planejadas.

O órgão realiza também o constante monitoramento dos locais, averiguando a iminência do perigo e o crescimento dos riscos. Além disso, informa tanto os moradores quanto o governo sobre o que pode ser feito nas regiões.

Dicas úteis

Como prevenir-se das chuvas nas áreas de risco:
· Evitar os cortes verticais do talude (terra);
· Evitar a plantação de bananeiras (planta pesada e de raiz superficial) nas encostas, dando preferência às plantas mais leves e de raízes profundas, como o bambu;
· Não jogar lixo nas encostas, córregos e bocas de lobo;
· Construir calhas nos telhados, conservando-os limpos;
· Construir canaletas no chão para direcionar a água;
· Manter limpos os ralos, esgotos, galerias, valas, etc;
· Aterrar buracos que acumulam água;
· Reforçar muros e paredes poucos confiáveis;
· Providenciar a poda ou o corte de árvores com risco de queda;
· Incentivar a criação de grupos de cooperação entre os moradores em locais de risco.

Confira ainda os locais de maior risco no DF apontados pela Defesa Civil

Cidade/Local
Ameaça/Risco
Problemas
Núcleo Bandeirante / Vila Cahuy Inundações; alagamentos; vendavais; doenças causadas por água contaminada e por lixo. Aparecimento de roedores e assoreamentos de córregos.
Risco: Alto
  1. Falta de drenagem de águas pluviais
  2. Falta de Saneamento básico
  3. Lixo
  4. Esgoto a céu aberto
  5. Estrutura precária das casas
  6. Má fixação dos telhados das casas
Varjão / Assentamento próximo a quadra 11 Desabamento; incêndios em residências; doenças causadas por água contaminada e por lixo; contaminação do Córrego Varjão; enxurrada e alagamentos.
Risco: Muito Alto
  1. Falta de drenagem de águas pluviais
  2. Falta de Saneamento básico
  3. Lixo
  4. Esgoto a céu aberto
  5. Estrutura precária das casas
  6. Má fixação dos telhados das casas
Sobradinho II / Queima Lençol - Fercal Desabamento; incêndios em residências; doenças causadas por água contaminada e por lixo; enxurradas e alagamentos.
Risco: Muito Alto
  1. Falta de drenagem de águas pluviais
  2. Falta de Saneamento básico
  3. Lixo
  4. Esgoto a céu aberto
  5. Estrutura precária das casas
  6. Má fixação dos telhados das casas
  7. Casas em encostas com mais de 45° de inclinação
Sobradinho II / Alto Bela Visita - Fercal Desabamento; incêndios em residências; Vendavais.
Risco: Muito Alto
  1. Falta de drenagem de águas pluviais
  2. Falta de Saneamento básico
  3. Lixo
  4. Esgoto a céu aberto
  5. Estrutura precária das casas
  6. Má fixação dos telhados das casas.
  7. Casas em encostas com mais de 45° de inclinação
Sobradinho II / Vila Rabelo II Desabamento; Incêndios em residências; doenças causadas por água contaminada e por lixo; Enxurradas.
Risco: Muito Alto
  1. Falta de drenagem de águas pluviais
  2. Falta de Saneamento básico
  3. Lixo
  4. Esgoto a céu aberto
  5. Estrutura precária das casas
  6. Má fixação dos telhados das casas.
  7. Casas em encostas com mais de 45° de inclinação
Ceilândia / Condomínio Privê Assoreamento do córrego; avanço da erosão contra as moradias do Condomínio.
Risco: Alta
1. Falta de drenagem de águas pluviais
2. Lixo
3. Assoreamento de Córrego
4. Casa a 50 metros de erosão
Ceilândia / Chácara Cachoeirinha Abertura de Erosão; Enxurradas; Alagamento de residências.
Risco: Alto
  1. Falta de drenagem de águas pluviais;
  2. Falta de Saneamento Básico;
  3. Esgoto a céu aberto;
  4. Estrutura precária das casas
  5. Lixo
  6. Má fixação do telhado das casas
  7. Casa a menos de 20 metros de erosão

Ceilândia / Vila Madureira Avanço de erosão contra as moradias; enxurradas; doenças por lixo e água contaminada; incêndio em residência.
Risco: Alto
  1. Falta de drenagem de águas pluviais;
  2. Falta de Saneamento Básico;
  3. Esgoto a céu aberto;
  4. Estrutura precária das casas
  5. Lixo
  6. Má fixação do telhado das casas
  7. Casa a menos de 20 metros de erosão
Ceilândia / Condomínio Pôr do Sol Novos invasores
Risco: Médio
  1. Falta de drenagem de águas pluviais;
  2. Lixo
  3. Necessidade de fiscalização para evitar novas invasões
Riacho Fundo I / Comunidade Matadouro Desabamento; enxurradas; Contaminação por lixo e água contaminada; incêndio em residências.
Risco: Muito Alto
  1. Falta de drenagem de águas pluviais;
  2. Falta de Saneamento Básico;
  3. Esgoto a céu aberto;
  4. Estrutura precária das casas
  5. Lixo
  6. Má fixação do telhado das casas
  7. Casa a menos de 30 metros de córrego
Riacho Fundo I / Parque Ecológico e Vivencial do Riacho Fundo I Aumento de Erosão.
Risco: Alto
  1. Problemas de drenagem de águas pluviais;
  2. Lixo
Recanto das Emas / Fazenda Monjolo Contaminação do solo; do lençol freático e do córrego Monjolo; Doenças causadas por águas contaminadas e por lixo; Vendavais e Desabamento.
Risco: Médio
  1. Falta de drenagem de águas pluviais;
  2. Falta de Saneamento Básico;
  3. Esgoto a céu aberto;
  4. Estrutura precária das casas
  5. Lixo
  6. Má fixação do telhado das casas
Itapoã / Itapoã Inundações e Alagamentos
Risco: Alto
  1. O sistema de águas pluviais não está pronto
Vicente Pires / Vila São José Erosão, Desabamento
Risco: Muito Alto
  1. Falta de drenagem de águas pluviais;
  2. Falta de Saneamento básico;
  3. Lixo;
  4. Esgoto a céu aberto;
  5. Casa a menos de 10 metros de erosão
Vicente Pires / Quadras 148 e 149 Erosão e Desabamento.
Risco: Muito Alto
  1. Falta de drenagem de águas pluviais;
  2. Falta de Saneamento básico;
  3. Lixo;
  4. Esgoto a céu aberto;
  5. Casa a menos de 10 metros de erosão;
  6. Difícil acesso para CBMDF
Vicente Pires / Córrego Samambaia, próximo as ruas 8 e 9. Ponto 1 Erosão; Desabamento; dano ambiental; Doenças causadas por lixo e entulhos.
Risco: Muito Alto
  1. Falta de drenagem de águas pluviais;
  2. Falta de Saneamento básico;
  3. Lixo;
  4. Esgoto a céu aberto;
  5. Casa a menos de 10 metros de erosão;
  6. Difícil acesso para CBMDF;
  7. Lixo e esgoto são jogados no córrego
Vicente Pires / Córrego Samambaia, próximo as ruas 8 e 9. Ponto 4 Erosão; Desabamento; dano ambiental; Doenças causadas por lixo e entulhos.
Risco: Alto
  1. Falta de drenagem de águas pluviais;
  2. Falta de Saneamento básico;
  3. Lixo;
  4. Esgoto a céu aberto;
  5. Casa a menos de 10 metros de erosão;
  6. Difícil acesso para CBMDF;
Lixo e esgoto são jogados no córrego
Vicente Pires / Rua 8 Erosão; Enxurradas; Danos ao Patrimônio Público; Queda de árvores; Disseminação de doenças.
Risco: Alto
  1. Falta de Drenagem de águas pluviais;
  2. Comprometimento do asfalto;
  3. Abertura de erosões;
  4. Lixo
  5. Entulhos;
  6. Comprometimento de acesso aos condomínios;
  7. Raízes de árvores
Vicente Pires / Rua 10 Erosão; Enxurradas; Danos ao Patrimônio Público; Queda de árvores; Disseminação de doenças.
Risco: Alto
  1. Falta de Drenagem de águas pluviais;
  2. Comprometimento do asfalto;
  3. Abertura de erosões;
  4. Lixo
  5. Entulhos;
  6. Comprometimento de acesso aos condomínios;
  7. Raízes de árvores
Vicente Pires / Chácaras 127/151/181/185 Ameaça de inundações; Alagamentos e desabamento; ameaça de disseminação de doenças; ameaça à atuação dos CBMDF; ameaça de choque e curto circuito.
Risco: Alta
Arniqueiras / Córrego Vereda da Cruz Arniqueiras Veredas Grandes Ameaças de inundações; Alagamento e desabamento; ameaça de disseminação de doenças.
Risco: Muito Alto


26 de set. de 2011

Os Fi de Rapariga



A banda Os Fi de Rapariga foi criada, inicialmente, em 1988, por Eudes, da Mansão do Bosque, com o objetivo de levar para a população de Brasília um forró irreverente e ao mesmo tempo contagiante. As músicas produzidas pelos "Os Fi de Rapariga" logo tomaram conta do grande público brasiliense, amantes do forró e, como não poderia ser diferente, o sucesso foi inevitável.

Em 1999, quando a banda se preparava para gravar o seu segundo CD, aconteceu algo inesperado. O principal vocalista de “Os Fi de Rapariga” decide deixar a banda por motivos pessoais. Em seu lugar foi chamado Fernando Cheregathy, cantor e compositor do Rio de Janeiro, que atendeu de imediato o convite do Eudes, empresário do grupo. Nascia, aí, uma nova pegada do forró candango misturada ao funk carioca.

O Jargão “abre a mala e solta o som fi de rapariga!” se tornou uma febre entre os jovens de Brasília que, depois da balada, encostavam os seus carrões em um posto de gasolina ou numa esquina qualquer, abriam a tampa traseira dos veículos e curtiam o som até de manhã. Assim, o termo “os fi de rapariga” passou a ser sinônimo de irreverência no bom sentido da palavra, para expressar o gosto que os jovens tinham pela música dos “Fi de Rapariga”.

Alguns anos se passaram e, a exemplo de outras bandas, que depois de atingirem o auge do sucesso deixam de existir, o mesmo aconteceu com o grupo “Os Fi de Rapariga”, que deixou de existir por um curto período de tempo, por causa de desentendimentos entre alguns membros da banda. Os dissidentes do grupo original fundaram outra banda com o nome de Farriá, mas toda vez que tocavam, as pessoas pediam o retorno dos Fi de Rapariga. Como era de se esperar, essa banda não teve sucesso.

Em quanto isso, na sala de justiça, o principal vocalista da Banda Os Fi de Rapariga, Fernando Cheregathy, se virava como locutor em uma rádio local e também como parte integrande da Banda Kamasutra. Os ouvintes do seu programa radiofônico sempre pediam para ele tocar músicas dos Fi de Rapariga. Isso fez com que ele se sensibilizasse cada vez mais com o sentimento dos fãs e começasse a sonhar com a volta dos Fi de Rapariga.

Em 2010, Fernando Cheregathy, apoiado pela maioria dos seus amigos, decidiu retomar o projeto da banda Os Fi de Rapariga e trilhar uma nova estrada musical. Projeto esse que só veio se tornar realidade no início de 2011, com a gravação do álbum “Abre a Mala e Solta o Som! Desde que lançou o mais novo CD, Cheregathy e a banda Os Fi de Rapariga já realizaram diversos shows em cidades como São Sebastião, Paranoá, Ceilândia e Estrutural, para um público cativo que varia entre 30 a 40 mil pessoas.

Fernando Cheregathy e os demais membros da Banda Os Fi de Rapariga sabem que não será tarefa fácil sobreviverem da música novamente, mas se depender da força de vontade de cada um, não haverá obstáculos que eles não possam vencer. Para as pessoas invejosas e negativas, que não se conformam com o sucesso dos outros, Fernando Cheregathy tem uma frase já pronta. Diz ele: “Se a sua estrela não brilha, não tente apagar a minha!”.

Que o sucesso, a energia positiva e a paz infinita reinem entre os novos integrantes da banda Os Fi de Rapariga. Então, o que estão esperando? Abre a mala e solta o som fi de rapariga!